[[legacy_image_276576]] CãesMais uma vez, de novo, outra vez. Solidarizo-me com as dezenas de leitores desta coluna quando reclamam dos ‘pet delinquentes’ que teimam em levar os seus colegas animais à praia. Dr. Filetti, veterinário respeitado, ressalta o prejuízo que isso causa aos bichos em contato com a areia da praia, bem como com a água salgada. Sem contar o mal-estar das pessoas, crianças em especial, com fobia a cães, que não são poucas. Mas a Prefeitura e a GCM, de costas para o problema, não se empenham em campanhas e faixas orientadoras de que existe proibição da cachorrada na faixa de areia. Mas essas autoridades sempre vêm com desculpinhas de “pé quebrado” e nada vai mudar, com certeza. Só nos resta esperar que um “filho de quatro patas” desses nos morda para ganharmos uma grana com indenização judicial. Evandro Duarte - Santos DesarmonizaçãoRecente intervenção estética envolvendo um renomado ator reacende a polêmica sobre os resultados não tão benéficos das chamadas harmonizações faciais. Não há como ficar indiferente aos efeitos exagerados que acabam por tornar o procedimento desastroso. A autoimagem (com repercussão psicológica) é atingida quando não se respeita a anatomia da face, cujos contornos foram descarecterizados, daí a corrida pela desarmonização como forma de devolver o equilíbrio. A explicação para o efeito narcisista coletivo deu-se, muitas vezes, a partir do início da pandemia, devido às pessoas começarem a se ver mais em selfies e nas chamadas de vídeo de home office. Paulo Grottone - santos CalçadasEm 4 de junho, A Tribuna trouxe matéria de capa abordando a questão da má conservação das calçadas de Santos e o risco que ela gera para os pedestres que delas se utilizam. Segundo a matéria, essas calçadas devem seguir um padrão previsto em lei desde 2019, o que não vem sendo observado. No seu posicionamento a respeito do assunto, a Prefeitura de Santos informou que desde que a lei foi instituída, 2.288 pessoas foram intimadas a consertar as calçadas, sendo que só neste ano, até maio, 247. Uma vez notificado, o morador tem 30 dias para regularizar a situação sob pena de ser multado. Até aí tudo bem. Entende-se perfeitamente que, se a lei atribui ao morador/proprietário a responsabilidade pela conservação das calçadas fronteiriças ao seu imóvel, a exigência e a aplicação de multa ao infrator têm pleno cabimento. Mas, e nas situações em que as calçadas ou passeios são de responsabilidade da própria Prefeitura? O Departamento de Controle do Uso e Ocupação do Solo e Segurança de Edificações, a quem cabe a fiscalização, tem cumprido sua obrigação notificando a Prefeitura em relação aos espaços públicos que estão em desacordo com a lei? O prazo de 30 dias para regularização desses locais vem sendo cumprido? E não havendo a regularização nesse prazo, há também a aplicação de multa? Lembro que já me manifestei nesta coluna sobre o tema, apontando como exemplo de calçada com piso irregular toda a extensão fronteiriça à Escola Leonor Mendes de Barros, localizada na Praça Fernandes Pacheco, no trecho em que intercala com a Avenida Marechal Deodoro, onde está o portão de acesso de alunos. O piso nesse local, diferentemente daquele que completa o entorno dessa escola, apresenta-se esburacado e irregular, ou seja, fora dos padrões exigidos pela lei, o que vem dificultando, principalmente, o trânsito de deficientes visuais, cadeirantes e carrinhos de bebê. A Prefeitura também precisa cumprir a lei! Álvaro Raymundo - Santos A lenda CR7Como jogador, como pai, ele é uma lenda. Com 38 anos, já é pai de cinco filhos. Como jogador de futebol já recebeu cinco bolas de ouro que estão em exposição no seu museu, no Funchal, Ilha da Madeira. Além disso ele é o maior goleador pela mesma seleção. Agora bateu mais um recorde, o primeiro jogador de futebol a completar 200 jogos pela mesma seleção. Além disso, continua a ser o maior goleador por seleções, com o gol que marcou contra a Islândia, a terra do bacalhau. Portugal é um dos maiores consumi dores desse peixe. Fernando Martins Braga - Santos Inversão de mãoComo moradora do Bairro Embaré, venho observando o crescimento de prédios e consequentemente o maior afluxo de trânsito. Sendo assim, gostaria de sugerir à CET a mudança de duas ruas locais. No caso, a Rua Cel. Proost de Souza, que hoje tem mão dupla, passaria a ter mão única, sentido Rua Sampaio Moreira para Rua Oswaldo Cochrane, e a Rua Sampaio Moreira teria a mão invertida, ficando sentido Avenida Epitácio Pessoa para a praia. Acredito que com essa mudança o tráfego local teria mais fluidez e evitaria futuros contratempos em rua de mão dupla. Patrícia Ruas Gomes - Santos