[[legacy_image_283112]] Chorinho na praiaNosso escritor Flávio Viegas Amoreira, em seu artigo Chorinho na Ponta Mágica, nos proporciona uma leitura prazerosa sobre o projeto Chorinho no Aquário, evento que se tornou patrimônio da Cidade, sempre prestigiado pela Prefeitura e empresas ligadas ao Porto. Realmente, a Ponta da Praia, aos sábados à tarde, transforma-se num local mágico, com músicos e cantores desfilando sua arte para um público entusiasmado. E nosso poeta maior traduz essa tarde com tanta erudição, traçando um paralelo histórico e glorioso sobre nossas tradições, que é impossível não se emocionar. Obed Zelinschi de Arruba - Santos Jogos de azarNo Brasil, desde o Governo Dutra, os jogos de azar estão proibidos. Não temos cassinos, nem bingos, mas esses jogos estão todos os dias no rádio, nos jornais e na televisão, são os bets e, como os outros vícios, são a desgraça das famílias como as drogas, o álcool e o jogo. São verdadeiros cassinos, só que as suas sedes estão em outros países. Já começaram a ter repercussão e corrupção com o suborno a jogadores de futebol. Alguns desses bets têm como meta a difusão do jogo, oferecendo bônus, como os traficantes o fazem quando difundem o seu produto com vauchers, fazendo com que a pessoa experimente, e logo a seguir ela se torna escravo desse vício. O interessante é que os propagandistas disso são os jogadores de futebol. Pode acontecer aqui o que já aconteceu nos Estados Unidos, onde um pai teve uma surpresa de sua dívida, com um desses bets sem ele nunca ter jogado, pois quem o fazia era seu filho menor de idade. Gostaria de saber para onde é que vai todo esse dinheiro das apostas. Porque todos jogadores, publicitários e jornalistas que fazem essa propaganda devem ganhar muito dinheiro, haja visto que todos proclamam todo o dia: “faz um bet aí”. Fernando Martins Braga - Santos O ilícito e os ineptosAs empresas de jogos on-line, cujos donos ninguém conhece, agora estão na mira da Receita Federal. O Congresso Nacional, ao invés de banir essas empresas, se finge de morto, provavelmente tem gente sendo financiado por uma bet qualquer. O governo, ao invés de pensar em taxá-las, deveria impedir que mais jogos sejam jogados para a população. Já bastam as dezenas de jogos da Caixa. Clubes, jogadores, apresentadores, CBF, todos sendo patrocinados por essas empresas cujo CNPJ é desconhecido, os donos não vivem no país e ninguém os conhece. Basta de hipocrisia na Câmara. Cadê a bancada dos evangélicos? Estão calados por quê? Ir contra filme da Barbie dá Ibope e ser contra esses tipo de negocio não? Rafael Moia Filho - Bauru A conta não fechaImagine você se o seu banco, ao final de um ano, entregasse um balanço com saldo final de R\$ 1 mil, mas no extrato só tinha R\$ 798,00? Cadê os R\$ 1 mil que estavam aqui? Responde o gerente: “O gato comeu”. É exatamente isso que aconteceu com nosso suado dinheirinho. O CGU, em auditoria, encontrou “distorção contábil” de R\$ 202 bilhões em cinco ministérios da gestão Bolsonaro. Só na Agricultura, a tal “distorção” foi de R\$ 142,9 bilhões. No MEC, interessante o truque apresentado: no Fies, na tal distorção contábil, houve subavaliação dos valores a receber dos encargos sobre os empréstimos e superavaliação de variações monetárias e cambiais. Certeza que o ex-presidente trará as devidas explicações: “E daí? Errei na conta, taloquey!” Marcus Aurelio de Carvalho - Santos O filme da BarbieO recente lançamento do filme sobre a boneca Barbie tem levado um grande número de pessoas, crianças e adultos, aos cinemas do Brasil. Descobri isso ao ver uma reportagem do telejornal local. Infelizmente, ao que tudo indica, pois não assisti e nem pretendo, trata-se de pura propaganda subliminar esquerdista, doutrinando os espectadores com temas político-ideológicos. Antigamente, quando se ia ao cinema, era para distrair a mente, esquecer um pouco dos problemas da vida. Já não se fazem mais filmes de comédia como As Branquelas, Vovó...Zona, dentre outros. Recentemente, o Conar proibiu o trailer do filme sob a alegação de cenas de não urbanidade e ausência de boas maneiras, porém, a liminar acabou derrubada. Fosse esse um filme somente para adultos, não seria necessária minha indignação, mas o que me preocupa são pais levando seus filhos, crianças e adolescentes, para assistir. O filme deve ser desaconselhado às famílias. Rodan Mello - Santos