[[legacy_image_305699]] Política é diálogoFaltou traquejo parlamentar ao vereador santista Fábio Duarte (Pode) na forma de apresentar e retirar o seu projeto da Medalha de Honra ao Mérito Braz Cubas — a maior honraria da Câmara Municipal - ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Soa como derrota. Da mesma forma, erra ao atribuir o seu insucesso ao prefeito Rogério Santos (PSDB). Numa casa política, a ação efetiva para alcançar vitória é o dialogo, como instrumento de negociação. Ao que parece, por tudo que se assistiu, faltou conversar. José Antônio M. Almeida - Santos CulináriaQuero parabenizar a escritora Paula Azenha, que já podemos chamar de santista. Mineira de nascimento, ela está há mais de 10 anos em Santos e tem construído uma bela trajetória profissional e de contribuição imensurável para a terra santense. Além de ser diretora do Santos Film Fest e diversos projetos culturais importantes, se revelou escritora de mão cheia e, já em seu primeiro livro, emplacou duas indicações ao Oscar da literatura gastronômica, o Gourmand Awards. O livro Santos Tem Sabor de Quê?: Histórias e Tradições Culinárias da Cidade, editado pela Cinezen Edições Literárias, é o único representante brasileiro em Cidades e Primeiro Livro e é indispensável para quem deseja conhecer a gastronomia e as heranças históricas locais. A premiação será na Arábia Saudita. Regina Albuquerque - Santos Imunidade tributáriaAs igrejas e templos religiosos possuem imunidade tributária, prevista na Constituição de 1988. Entre as isenções das igrejas, estão IPTU, IR, Cofins, ITCMD e IPVA. No entanto, as igrejas precisam recolher as contribuições previdenciárias dos funcionários e, até pouco tempo atrás, a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). A Receita detectou nos últimos anos que algumas igrejas usavam a prebenda (pagamento aos pastores) para driblar a fiscalização e distribuir dinheiro aos pastores que conseguissem mais dízimos. Após levantamentos da Receita e do TCU, algumas igrejas foram multadas em mais de R\$ 1 bilhão, mas a dívida foi perdoada após a aprovação, no Congresso, de emenda do deputado federal David Soares (União-SP), filho do pastor R.R. Soares. Espero uma moção aos que pagam impostos. Merecemos. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Resgate às vítimasNo Governo Bolsonaro, um avião oficial foi enviado para Espanha carregado com drogas. Já no Governo Lula, um avião oficial vai para Israel resgatar as vítimas de Gaza. Lula trouxe de volta ao Brasil quase mil pessoas que estavam em Israel. Uma operação de resgate extremamente rápida e sem custo às vítimas. EUA e Reino Unido cobram pela repatriação. Países da América do Sul, como Chile, Paraguai, Argentina, Colômbia e Uruguai, pediram ajuda ao Brasil. Parabéns, Lula, por não abandonar os seus. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Pedro BandeiraHá muito tempo não me deleitava com uma entrevista marcada por inteligentes perguntas e magistrais respostas. Pedro Bandeira nos brindou, na edição de quarta-feira de A Tribuna, com uma aula de conhecimento, clareza e consistência histórica. “Santos nos dava uma luz de intelectualidade”, afirmou o escritor santista, deixando clara sua nostalgia de uma época de grande vigor do setor cultural da cidade. Relembrar Otelo, de Shakespeare, com Paulo Autran e Tônia Carrero no antigo Teatro Independência; Cacilda Becker, uma das maiores e mais premiadas atrizes do teatro nacional; Sérgio Cardoso, no Teatro Coliseu; e os encontros em bar da Praça Independência frequentado por intelectuais, com a presença constante de Patrícia Galvão, a Pagu, que já defendia a participação da mulher brasileira na sociedade e na política, é uma viagem a um passado grandioso. “Quem me fez foi o Colégio Canadá, foi Santos”. Essa frase soa como uma ode poética de agradecimento ao ensino público de qualidade que formava cidadãos e desenvolvia valores éticos. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Pobre futebolO que ocorre com o futebol brasileiro? Parece que nossos atletas, principalmente os que jogam em times estrangeiros, não sabem mais jogar com a cabeça erguida. A troca de passes certos era a nossa maior virtude. Agora, um meia carrega a bola de um lado para o outro, sempre de cabeça baixa, até perdê-la ou errar o passe. Dá saudade de jogadores como Didi, Clodoaldo, Dino Sani, Batista e outros que jogavam por música na seleção brasileira. Hoje , o Brasil não está jogando nem o futebol da várzea de antigamente. Com tantos treinadores de elite aqui, querem trazer para a seleção técnicos de outros países. Se eles são tão bons, por que não treinam as seleções deles? Se a CBF entende que nossos treinadores desaprenderam como se joga o futebol brasileiro, que se dê uma voltinha na várzea aos sábados, domingos e feriados. Lá, é possível ver como é jogado o nosso futebol. Josemilton de S. e Silva - Guarujá