[[legacy_image_293293]] FrançaO presidente Emmanuel Macron, recentemente, mostrou em duas oportunidades o quanto está preocupado com o potencial expansionista econômico do Brasil e dos outros membros do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índica, China e África do Sul. Primeiro, o francês desanca a falar que a entrada de novos membros no bloco pode causar uma “fragmentação do mundo”. Ora, a visão do monsieur Macron remete ao famoso ditado popular: “farinha pouca, meu pirão primeiro". A expansão do Brics envolve aprofundar a cooperação em áreas como comércio, investimento, tecnologia, energia e desenvolvimento sustentável. Os países-membros também buscam uma maior participação nos processos de tomada de decisão global e a defesa de uma ordem internacional mais equitativa e multipolar. Agora, de estalo, ele pediu o ingresso da França na Organização Tratado de Cooperação Amazônica (Octa), único bloco socioambiental da América Latina, pois tem uma área ultramarina, a Guiana Francesa, na região amazônica. Recentemente, contudo, negou um convite do Brasil para, como observador europeu, participar da Cúpula da Amazônia, em Belém. Espero que Macron se defina, pois, fazendo uma pequena adaptação, também temos “o que é de Francisco, também é de Chico”. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Ligação secaNem ponte nem túnel na ligação seca entre Santos e Guarujá. Ambos limitam a passagem de navios que a cada dia se mostram maiores. O ideal é a ponte levadiça, aquela que se eleva em duas partes para o trânsito de embarcações. Essa ponte não impõe limites nem para a altura das embarcações nem para o calado (o qual depende de desassoreamento regular, ou seja, de tempos em tempos). Esse é o modo correto para essa ligação seca, mas invariavelmente as autoridades farão a obra da forma errada. Pedro dos Santos Neto - Santos Parque ValongoMesmo sem contar com o mergulhão, que seria um túnel subterrâneo para a passagem de caminhões e liberaria a Rua Antônio Prado para uma grande esplanada de pedestres, há de se celebrar o foco da Administração Municipal na revitalização dos armazéns do Valongo. A medida, somada às outras intervenções em curso, traz boas perspectivas para a Cidade, que reúne joias e relíquias da história e da arquitetura nacional. Cabe ao santista, principalmente os de média idade que não frequentam, criticam ou depreciam o Centro, dizendo que tudo está feio, abandonado ou inseguro, apoiar efetivamente as ações de revitalização e os eventos culturais realizados na área. Cabe também às construtoras santistas desenvolverem ações de ESG e investirem na área, seja com novos projetos habitacionais ou como apoio social às famílias carentes, assim como já fazem as empresas portuárias. Vejo como um exemplo a ser seguido a Construtora Phoenix, que mantém há décadas a sua sede no Centro Histórico. Gilson Leite da Silva - São Paulo Nossa melhor moradaNosso mundo interior é onde reside ou não a felicidade. Por isso, se residimos 24 horas por dia em nosso laboratório interno, devemos experimentar e consagrar nossa morada definitiva. A vida é construída de valentes problemas contornados por sábias soluções. Se não podemos migrar para outra realidade, cabe então permanecer combatendo os óbices com firmeza. Devemos instrumentalizar nossas vidas com excesso e autenticidade de nós mesmos. Nossa morada definitiva e eterna deve ser nosso hotel de cinco estrelas. O mundo externo tem o seu valor, mas nossa realidade íntima que detonará os axiomas de nossa felicidade. Ser feliz é opção majestosa de nosso íntimo e não construção externa daquilo que o mundo joga em nossa porta. Nossa morada exige atenção a cada minuto, para que os ladrões do incômodo possam ser aprisionados pelo otimismo de quem acredita no nascer do sol a cada amanhecer. Juarez Alvarenga - Coqueiral (MG) LágrimasAo ler uma carta publicada nesta coluna na última segunda-feira, de autoria do leitor de A Tribuna Juan Manuel Villarnobo Filho, sobre os “importantíssimos” projetos dos vereadores de Porto Alegre Aldaci Oliboni (PT) e Alexandre Bobadra (PL), que sugeriram o Dia em Defesa da Democracia e o Dia Municipal do Patriota, respectivamente, não consegui me conter e cheguei às lágrimas. Ainda bem que são bem pagos para tomarem decisões "tão importantes" assim. Ninguém merece! João Horácio Caramez - Santos