[[legacy_image_298466]] Vazamento de esgotoMais uma vez denuncio nesta coluna um vazamento de esgoto no canal pluvial sob a Rua Princesa Isabel, em São Vicente, que deságua na praia. Há dias ele vaza constantemente, poluindo o Itararé e espantando os turistas. A Sabesp e a Prefeitura têm de assumir a responsabilidade e sanar o problema. Roberto Pereira de Carvalho – Santos Ato obscenoQuando entrei na antiga Faculdade Nacional de Medicina da UFRJ, o Brasil contava com 62 faculdades de Medicina. Atualmente, mesmo com 389, novos cursos continuam a surgir no País. E na maioria dessas faculdades, os alunos são tratados como clientes VIP e não podem ser contrariados nem confrontados. Por isso, ocorre uma tolerância excessiva. Acredito que esse seja o motivo da demora na apuração e punição dos alunos que simularam masturbação em um jogo de vôlei, em caso que ganhou repercussão nacional. Na realidade, muitas dessas faculdades empurram os estudantes para o mercado de trabalho sem que eles tenham formação moral e ética para exercer a nobre profissão médica.Édison José de Aguiar - Cubatão Dinheiro PúblicoO CPAC Brasil 2023, evento meramente político e defensor dos valores ultraconservadores a ser realizado em Belo Horizonte, é organizado pelo Partido Liberal, de Valdemar da Costa Neto, e do Instituto Álvaro Valle, que tomaram a decisão de torná-lo gratuito. Para isso, vão bancar todas as despesas e patrocínios com recursos públicos, oriundos dos malfadados fundos partidários e cuja destinação está eivada de falta de transparência. Em qualquer país honesto, com propósitos e leis apropriadas, isso seria crime. Está em jogo o nosso dinheiro, retirado do orçamento público e de um povo carente para eventos dos quais duvido que boa parte da população aprove, inspirado no Conservative Political Action Conference, maior evento ultraconservador dos EUA, com Donald Trump no comando - e copiado pelos seus assemelhados brasileiros. Juan Manuel Villarnobo Filho – Santos Ação PolicialUm leitor que teve sua carta publicada neste espaço se mostra indignado pela matança indiscriminada, na opinião dele, conduzida pela polícia em recente operação no Guarujá. Talvez ele tenha outra fonte de informação, pois pelo que se tem lido nos jornais, os mortos ou presos tinham passagem pela polícia e/ou resistiram à prisão. O que dizer, então, de quase uma tonelada de droga apreendida, além de armas e munições, que não estavam nas mãos de pessoas de bem que vivem nas favelas? Se o Estado não cumpriu os seus deveres, isso não quer dizer que a polícia não deva cumprir a sua missão, que é de combater a bandidagem, e não pode se acovardar perante a represália dos meliantes. Acho que, se alguém quiser motivos para indignação, podemos falar das saidinhas, que devolvem à rua o que a polícia, com risco de vida, pôs na cadeia. Continuo parabenizando as autoridades pela coragem em assumir a missão de preservar a segurança dos cidadãos de bem, a despeito da gritaria de alguns. Ademir Alonso Rodrigues – Santos ÁrvoresSantos precisa rearborizar suas ruas com urgência. Trabalho em frente à Avenida Ana Costa há mais de 25 anos. Nos primeiros anos, havia árvores com copa entre as palmeiras imperiais, que forneciam sombra e abafavam o ruído externo. Ainda no fim do século 20, um projeto “remodelador” promoveu a retirada delas, aumentando a temperatura e o ruído do trânsito e impedindo que as janelas sejam abertas, o que faz com que ar-condicionado fique ligado durante todo o expediente. Outro fato: estive no início do mês numa pequena cidade da Alemanha que tinha calor e sol forte. No entanto, as ruas de lá são muito arborizadas, há corredores e verdadeiros túneis verdes, que produzem sombra e frescor. Mas o que chama a atenção é o cuidado com que as árvores novas são tratadas. Para evitar que os troncos verguem, eles são sustentados por cabos de aço presos aos canteiros, no chão. E há anéis largos e grades que dão espaço e disciplinam o crescimento das raízes. Ou seja, com cuidado, estudo e planejamento, é possível fazer com a vegetação urbana seja efetiva no paisagismo e no controle dos ruídos e da temperatura. Por que não aplicar essas soluções relativamente simples na nossa cidade? Renato Rios - Santos