[[legacy_image_325458]] PolarizaçãoApós um ano da posse do novo governo, a polarização odiosa entre lulistas e bolsonaristas está mais acirrada que nunca, com fake news e ofensas de lado a lado nas redes sociais. É certo que, vivendo em um regime democrático como o nosso, o eleitor tem todo o direito de acompanhar e votar no candidato pertencente à ideologia que melhor lhe parece, mas sempre respeitando a opinião dos adversários. Que o povo continue a defender seu candidato e deixe a política partidária para os políticos. Eles que se entendam. É preciso esforço, civilidade e compreensão de todos para que o bem comum seja alcançado, que é o que interessa. Na briga entre o mar e o rochedo, quem perde é o marisco. Na briga de políticos, quem perde é o povo. Orlando Machado - Santos DemocraciaNa última segunda-feira, os três poderes da República estiveram reunidos para lembrar da tentativa de golpe comandada pelos derrotados da eleição presidencial de 2022. Penso que até hoje aqueles aprendizes de baderneiros devam ter vergonha deles mesmos. Essa turma não soube nem entrar no Palácio do Planalto na surdina. Não é preciso dizer que pessoas que estiveram por quatro anos no poder nada aprenderam sobre como sentar naquela cadeira para comandar um país com responsabilidade. Até agora, não consigo entender como o atual governo só encaminhou alguns gatos pingados para pagar pela tentativa de golpe. Se o Brasil fizesse valer a Constituição de 1988 ao pé da letra, esses destruidores da democracia ainda estariam soltos? Josemilton de S.e Silva - Guarujá Paz, amor e picanhaPrezado leitor sr. Caramez, como diria o Velho Lobo Zagallo, vou surpreendê-lo novamente: fiquei na fila da picanha no sábado retrasado, depois de anos sem comprar o nobre produto. Havia, sim, considerável e alegre fila na casa de carnes onde fui, na Av. Pedro Lessa. Aproveitei a redução do meu Imposto de Renda na fonte (uma das promessas não cumpridas pelo governo anterior) e me juntei a outros felizes compradores de picanha. Assim, tenho que concordar com outros nobres leitores: não tenho visto notícias da fila do osso, mas a fila da picanha, agora parafraseando Cervantes, “mesmo que não creias que há, há”. Parabéns pela assídua participação neste espaço e ótimo 2024. Wania Rangel - Santos Adeus ao CreiDentro daquele prédio úmido, frio e sem nenhuma beleza física, que foi construído e depois recebeu vários puxadinhos e adendos que tentavam a todo e qualquer custo receber seus pacientes com atenção, carinho e responsabilidade, atendia-se com respeito aos usuários do SUS. Construído com capacidade para 300 pacientes/dia, chegava a receber até 1.200 pessoas, sempre no limite para superar sua capacidade e atender a todos. Essa é a realidade do Pronto-Socorro de São Vicente, o Centro de Referência em Emergência e Internação (Crei). Seu espaço físico foi igual a um coração de mãe, que sempre recebia os filhos para dividir os poucos recursos e acomodá-los em seu leito. O diferencial desse PS público sempre foram os funcionários, que nunca mediram esforços e muitas vezes prejudicam sua saúde para recuperar a dos pacientes. Concordo que o prédio está antigo e obsoleto, só que eu, como ex-secretário, sinto que os funcionários jamais vão esquecer do herói que cumpriu com dificuldades, méritos e louvor a difícil missão de salvar vidas. Paulo Lacerda - São Vicente Separar joio do trigoNa Tribuna do Leitor de terça-feira, o leitor Silvio de Barros Pinheiro questionou, acertadamente, que fim levou o projeto de conceder a Medalha Braz Cubas ao ex-presidente que nunca fez nada por Santos e como ficou a proposta, que considero absurda, de pagar aluguel às pessoas em situação de rua, algo que atrairia a população do país na mesma situação para Santos. Adrei Antonio Degásperi - Santos RespostaEm resposta ao leitor João Jr. T. Bernardo, a Secretaria de Meio Ambiente (Semam) de Santos informa que, em 2023, foram plantadas cinco mil árvores na Cidade, a maior parte delas em áreas de encosta, procedimento que tem se repetido ao longo dos últimos anos, com o objetivo de reforçar a segurança nesses locais. Desde 2015, todas as mudas utilizadas em plantios no Município são nativas de Mata Atlântica, melhor adaptadas ao ecossistema local, sendo mais resistentes, inclusive, em relação à ação de pragas. Atualmente, Santos possui cerca 120 espécies na arborização urbana. Destaca, ainda, que a Semam já realizou quatro censos arbóreos: catálogo das espécies de importância histórico-paisagísticas, censo das praças, censo das escolas municipais e o catálogo de floração das espécies presentes nos espaços públicos. A Prefeitura de Santos disponibiliza informações sobre arborização no hotsite www.santos.sp.gov.br/arvores-de-santos, incluindo detalhes sobre plantio. Interessados podem solicitar mudas, por meio da Ouvidoria (telefone 162), para o plantio em espaços urbanos. Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Santos