[[legacy_image_333438]] ConsuladoEstou há mais de seis meses tentando agendamento para renovar passaporte. Ocorre que o Consulado Português não atende telefone e coloca à disposição um site complicado. Quando consigo acessar, ele indica que não tem vagas disponíveis para executar o serviço. Ao lado do site do consulado, há vários anúncios de despachantes que informam que executam o agendamento, pagando uma taxa, em poucos dias. Entendo que o Consulado Português, dessa forma, presta um desserviço à população. Carlos Gaspar - Santos TúnelMuito se fala do tão esperado túnel entre Santos e Guarujá, mas não vejo comentários sobre um fato: por que uma obra que, há um ano, estava orçada em R\$ 2,9 bilhões, agora passou a custar R\$ 5,8 bilhões? O que subiu 100% neste País? Com a palavra, os promotores de tal obra, com custos estratosféricos. Silvio Santos - Santos Bola AlvinegraO Bloco da Bola Alvinegra foi criado para preencher a lacuna deixada com o fim do Bloco Flor do Ambiente. Os fundadores do grupo eram jogadores e sócios do Santos FC. O grupo era comandado por Virgílio Pinto de Oliveira, o Bilu. O autor da música cantada pelos foliões foi o violinista Mazinho. Nas Bodas de Prata do clube, na sede da Rua Itororó, 27, o Bola se apresentou num recital com excelente repertório musical. O ponto alto das festividades foi o aplaudidíssimo recital do grupo carnavalesco. Nessa época, prevalecia o uso dos instrumentos de corda. Em sua primeira apresentação no Carnaval de 1937, o bloco saiu com 36 integrantes, todos fantasiados de palhaços brancos e com roupas exageradamente largas. Dois dirigentes que ajudaram a manter a tradição carnavalesca foram Walmir Rocha e Victor Lovecchio. Hoje, o Bola é só saudade na memória dos foliões e torcedores do Santos. Guilherme Gomez Guarche - Santos Futebol (1)O que está acontecendo com o nosso futebol brasileiro? Os jogadores, que ganham tubos de dinheiro para treinar, viajar e jogar, parece que esquecem tudo o que o treinador ensinou no treino quando entram em campo. Na segunda-feira, assistindo ao jogo da seleção pré-olímpica que terminou 1 a 0 para o Paraguai, dava raiva ver nossos jogadores errando tantos passes com pouca distância. Na etapa final, com o Brasil precisando no mínimo empatar, nossos atletas chutaram poucas vezes em direção ao gol adversário. Será que algum dia reaparecerão jogadores iguais ao que tínhamos na década de 1970? Com a minha idade - farei 74 anos no domingo -, tenho quase certeza que não. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Futebol (2)É melhor rir do que chorar com o futebol brasileiro. Na parte financeira, os clubes seguem adotando a seguinte filosofia: “devo, não nego, pago quando puder”. No Santos, a última bomba foi uma dívida de R\$ 4 milhões com o ex-treinador Fabián Bustos, contratado e demitido na gestão Andres Rueda. O clube recebeu um transfer ban da Fifa, medida que impede a contratação e inscrição de novos jogadores. Os esqueletos deixados no armário por Rueda começam a aparecer. Em paralelo, o torcedor do Santos pode morrer de raiva, de desgosto, mas não de tédio. As últimas gestões tentaram destruir o clube de todas as maneiras possíveis, mas não conseguiram e o Peixe está reagindo em campo, embora ainda seja cedo para fazer prognósticos. Com tantas dificuldades, a simples arte de sobreviver já é uma virtude. Guilherme Rodrigues Simões - Santos TarcísioLinha de Metrô em São Paulo para de funcionar e os passageiros são obrigados a sair pelos trilhos. Em meio à chuva forte, passeata de desocupados é realizada na Avenida Paulista, só com críticas ao governador Tarcísio de Freitas. Enquanto isso, a CUT - parasita do PT - faz greve pela Sabesp sem nada ter a ver com isso. E aí algumas rádios dizem que alguém apertou a emergência do trem. Ou seja, é bom o Tarcísio ficar com os dois olhos abertos. Como diria vovó, canja não faz mal a ninguém. E ao analisar o histórico do PT e seus parças, o seguro morreu de velho. Marieta Barugo - São Paulo Biblioteca de São VicenteSr. prefeito, integrantes da Secretaria da Educação e vereadores: gostaria que visitassem a Biblioteca da cidade. A cultura e a educação dos cidadãos começam com uma biblioteca pública em condições de recebê-los, mas infelizmente nossa biblioteca é uma vergonha. Não vou nem descrever o que lá senti quando precisei utilizá-la e, por impossibilidade do ambiente, não consegui. Sugiro inclusive uma reportagem desse jornal para mostrar ao vivo e a cores a triste realidade daquele bem público, se é que podemos chamá-la assim. Juarez Farias - São Vicente