[[legacy_image_263982]] Som livreApós “n” publicações minhas nesta coluna, e a “enésima potência” dos leitores desta coluna sobre o ronco barulhento das motos sem silenciadores ou com escapamentos esportivos, vejo que nada se resolve. Revejo uma reportagem de 2021, citando que as motocicletas barulhentas tiram a paz de moradores em Santos, mas eu diria que é no Brasil inteiro, e a resposta da fiscalização sempre com números de multas e apreensões. Isso não está sendo suficiente, pois depois de dois anos da reportagem, cada vez mais há queixas contra a mesma infração. Retornando neste final de semana pela Rodovia Carvalho Pinto, por duas vezes motos com decibéis nas alturas deram um baita susto, ainda mais ao meu genro, que estava dirigindo, e instintivamente fez um movimento no volante. Esse mal afeta milhares. Havia a desculpa esfarrapada de falta de decibelímetro, como se as multas não pudessem comprá-los, ou de falta de efetivo. Pelo atual Código de Trânsito, não há necessidade de abordagem do infrator, assim, as blitze serão mais fáceis e com efetivo pequeno. Ademir Serrão - São Vicente Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Fake news x censuraNão consigo entender as “pessoas de bem” que repudiam as regras de controle e eventual criminalização das fake news. Isso é uma verdadeira praga trazida pela era da internet desmoderada, que tanto mal vem fazendo à sociedade mundial. Alegam tratar-se de censura, então, tipificar como crimes calúnia, injuria e difamação também seria censura? É tão importante assim poder espalhar mentiras livremente, é esse o conceito de liberdade de expressão? Não tenho a mínima preocupação com o futuro controle (pois odeio mentiras e nunca seria capaz de compactuar com quem faz questão de espalhá-las), coisa bem diferente de censura. Fake news fazem mal à saúde, à economia, e até mesmo matam pessoas. Aliás, espero que todos os deputados da nossa região, no momento da votação da lei, lembrem-se da tragédia ocorrida aqui mesmo, quando a partir de fake news uma mãe de família, Fabiane de Jesus, foi morta sem direito a qualquer defesa, um dos casos mais horripilantes de nossa história recente. Em memória de Fabiane, controle e criminalização das fake news, sim ! Wania Rangel - São Paulo SaláriosEstamos com defasagem de mais de 30%. O reajuste concedido de 6% está aquém dos 18% concedidos para magistratura. A saúde é desigual no TJ-SP: enquanto R\$ 3.000,00 (10% dos subsídios) para magistrados, apenas R\$ 500,00 para os servidores. Recebemos 1/6 que os magistrados para pagar os mesmos medicamentos e planos de saúde. Exige-se uma qualificação cada vez maior, sem uma contraprestação proporcional nos vencimentos: nível superior para os escreventes já! Trabalhamos onde a palavra “Justiça” estampa muitos prédios, mas internamente está ausente nos setores contaminados por assédio, falta de estrutura e um orçamento que atende as demandas da magistratura em detrimento dos servidores. Posto isto, os servidores do Judiciário estadual reclamam por justiça e igualdade e irão parar no próximo dia 5. Michel Iorio Gonçalves - Cubatão Muro do CT Rei PeléNa década passada, o artista Paulo Consentino fez um trabalho magnífico no muro do CT do Santos. Pintou com ajuda de muitas pessoas praticamente toda a história de conquistas do time e seus grandes jogadores, começando pelo campeonato de 1935, seguindo com pinturas das conquistas da Era Pelé, dos Meninos da Vila de 1978, 1984, o renascimento de 2002, com aquele título emocionante, 2004 e 2010/2011, com os títulos da era Neymar. Uma volta em torno do muro era conhecer a história do time, e suas glórias ao longo dos anos. Infelizmente, não se teve o cuidado de conservar a obra, a pintura já não existe mais. Como nos últimos anos nos apequenanos, pois ao invés de títulos, temos lutado contra o rebaixamento, nem da nossa história gloriosa temos cuidado, uma pena. Alfredo Alves Pastore - Santos DrogasEm seu artigo, na última segunda-feira, o sr. Eustázio Alves Pereira Filho, nos alerta sobre a extinção da Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas, feita pelo Governo Federal, indo na contramão do exemplo da Islândia, referência ao controle do uso de drogas, especialmente, pela juventude, que o Brasil começava a trilhar. Como o ministro dos Direitos Humanos é um dos defensores da descriminalização das drogas, fica aqui a suspeita de que estejamos vendo o primeiro passo para tal. Afinal, como já foi dito, tal como a liberdade que não se perde de uma só vez, mas em fatias, como se corta um salame, o combate às drogas parece estar indo no mesmo caminho. Ademir Alonso Rodrigues - Santos