[[legacy_image_264996]] Viagem do ‘menino’Pois é, o menino não para, não para de viajar, ele vive viajando em pouco tempo de mandato, porém, essas viagens são para garantir um Brasil melhor: esse menino conseguiu acordos assinados que somam R\$ 50 bilhões de investimentos. Tais viagens foram para buscar investimentos onde nos últimos quatro anos nunca houve êxito. Nessa ida à Inglaterra, foi anunciado pelo próprio primeiro-ministro o aporte de R\$ 500 milhões para o Fundo Amazônia. O “pai dos pobres” vai ficar hospedado em um hotel cuja diária é em torno de uma “bagatela” de R\$ 95 mil, porém, esse valor está sendo custeado como cortesia pelo governo inglês. Aí, eu pergunto: e o outro senhor, aquele que ficou por quatro longos anos morando no Palácio da Alvorada, que em janeiro de 2021 pagou a “bagatela” de R\$ 1,6 milhão em um hotel no Guarujá usando o cartão corporativo, isso pode? O vice-presidente desse menino que tanto viaja é o Geraldo Alckmin, e não o adulador do general Mourão. Enfim, esse menino que tanto viaja está trazendo de volta o Brasil onde ele deve estar, no mais alto patamar, onde todos possam enxergar a grandeza desse nosso Brasil. Rogo a Deus que continue com rodinhas nos pés. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Indo e vindoEsquecem os críticos das viagens do presidente Lula que elas são importantes para reinserir o Brasil no cenário externo mundial e, particularmente, junto às grandes potências e fóruns de relevância, coisa que seu reacionário antecessor fez questão de agir no sentido oposto, e quando saiu para representar o País, só nos fez passar muita vergonha. Além disso, temos um vice que o substitui perfeitamente e com grande sintonia política, coisa que também não aconteceu no desgoverno anterior. Renato Rios - Santos MonarquiaAo buscarmos uma definição para monarquia, vemos que é uma forma de governo em que um monarca (rei ou imperador) exerce a função de chefe de Estado e mantém-se em tal cargo até a sua morte ou abdicação. Existem duas principais formas de monarquia: a absoluta, em que o poder do monarca vai além do de chefe de Estado e é superior ao dos outros órgãos do governo, e a constitucional ou parlamentar, em que o poder do monarca é limitado por uma Constituição, podendo ser meramente cerimonial. A primeira é considerada um regime autoritário, enquanto a segunda normalmente ocorre num contexto democrático e representa a maior parte das monarquias atuais. As formas de governo sem um monarca são denominadas repúblicas e estas derivam da vontade do povo e são exercidas por estes e com alternância de poder. O ponto principal de resistência minha em aceitar o regime monárquico resume-se em ele ser hierárquico e vitalício, prestigiando na sorte um descendente que nascer em berço real e ficar no poder de forma vitalícia e, com isso, não permitindo a ascensão política de qualquer pessoa da população. O poder político tem que ser originário da vontade livre e universal do voto popular. Com todo respeito às monarquias vigentes, ainda que constituídas de maneira pacífica, o mundo atual não comporta mais esse regime ultrapassado e ilegítimo da vontade social. Elias Carneiro Jr. - Santos VacinaçãoEu não sei se consigo entender a nossa justiça brasileira. Depois de várias investigações sobre se o ex-presidente tomou ou não a vacina anticovid-19, que ele mesmo afirma que não tomou, a história contada por ele e seus assessores diretos não está batendo. Assim, eu insisto em perguntar: por que seus ajudantes tanto insistem em um certificado de vacinação para o ex-presidente e para sua filha de 12 anos? Se um presidente da República tem a prerrogativa de não apresentar o certificado de vacinação para entrar nos EUA, por que tanta preocupação de esconder essa história toda? É por esse motivo que sempre me vem à cabeça: se fosse eu ou qualquer cidadão comum; a (in)justiça brasileira, ou mesmo a justiça estrangeira, já não teria resolvido esse caso mostrando os erros e acertos? Vou fazer uma última pergunta: se Jair Bolsonaro não é mais presidente e, sim, um cidadão comum como qualquer outro, esse caso já não poderia estar resolvido com ele “fazendo um estágio na penitenciária da Papuda”? Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho