[[legacy_image_284894]] Pós-jornalismoJornalista, acompanho A Tribuna há 50 anos e estou tendo uma agradável surpresa: algumas páginas estão mostrando uma vanguarda gráfica que faz pensar se não seria um ensaio do pós-jornalismo que há de vir depois destes tempos trevosos das comunicações. Páginas muito criativas que remetem a um carinho especial com o leitor, que é premiado visualmente e incentivado a ler. Incentivado a ler? Parece ser essa a chave do pós-jornalismo nascente e que há de contagiar as gerações mais novas. Parabéns, A Tribuna; parabéns, Luiz Sérgio Moura e equipe. José Rodrigues - Santos Tempos modernosQuem nunca tragou um cigarro de maconha e/ou tem problemas na família com usuários da droga que atire a primeira pedra. Como evitar uma aventura sexual ou um estupro? Será que jovens devem ser presos e/ou assumir responsabilidade familiar só porque num espaço pequeno de tempo não previram as consequências ou não puderam evitar a situação? Esses são temas polêmicos. As decisões de dar um trago na maconha, perder a virgindade, acompanhar a turma etc. têm na bebida alcoólica vendida livremente e sem restrição a raiz de toda liberdade irracional de momento. Portanto, está na hora de reavermos os nossos conceitos. Sérgio da Rocha Soares Filho - Santos SujeiraRecentemente, foi feita nova pavimentação num trecho da Rua Oswaldo Cochrane, no Embaré, em Santos, que gerou enorme quantidade de pedriscos resultantes da massa asfáltica, virando grande sujeira nas laterais da rua e em outras vias transversais. Essa sujeira toda está aumentando e não aparece uma única pessoa da equipe de limpeza urbana para eliminar o problema com uma boa varrição. Numa próxima chuva forte, poderá acontecer de esses milhares de pedriscos escoarem para as galerias pluviais e aumentarem (e muito) o entupimento das já quase entupidas galerias muito antigas, que praticamente nunca passam por limpeza. E as constantes enchentes em quase todas as ruas de Santos são resultado disso. João Francisco Silvestre - Santos InjustiçasA imprensa, em geral, quase diuturnamente, tem exposto todas as mazelas da nossa área de segurança e, em especial, essa teia criminosa que culminou no assassinato de Marielle Franco, cuja elucidação ficou adormecida no limbo das investigações. A favor de quem, não se sabe. Com certeza, da criminalidade que anda de braços dados com a impunidade. Graças a delação premiada do ex-PM Elcio Franco, descortina-se o drama patético do envolvimento das milícias com fraudes processuais, tráfico internacional de armas, exploração do serviço de segurança e mortes regiamente pagas. Nessa trama, surge Macalé, um dos líderes da organização paramilitar que atuava na Zona Norte do Rio, cuja região era dominada pela influência notória do então deputado estadual Domingos Brazão. Pasme: hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Como fato do folclore brasileiro, Brazão foi afastado do tribunal por suspeita de fraude e corrupção, mas a Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça, por dois votos a um, determinou seu retorno ao trabalho. A (in)justiça tarda, mas não falha. E os tentáculos do crime organizado continuam entrelaçados com a máquina estatal. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos CoincidênciasMuitas coincidências. O delator do Caso Marielle, que dirigia o carro levando o executor, tem ligações com o senhor Lindbergh Farias, hoje deputado federal pelo PT-RJ, pois foi assessor do mesmo quando prefeito em cidade do Rio de Janeiro. O agressor do ex-presidente Bolsonaro tinha ligações com partido de esquerda e já possuía até o álibi – que estava em Brasília visitando gabinete de deputado ou senador de esquerda. Grande parte das pessoas envolvidas no processo do homicídio de Celso Daniel morreu e não foi de morte natural. Os algozes do Toninho do PT nunca foram localizados ou responsabilizados. Ou seja, são muitas coincidências em muitos casos estranhos. Por que será? Americo Hortas Filho - Santos