[[legacy_image_294064]] Insanidades O excelente artigo escrito por Arnaldo Luis Theodosio Pazzeti, intitulado 2050 e publicado por A Tribuna na quinta-feira, retrata com ironia, mas beirando o presságio, como estaria, naquela data, a mulher antiga frente à nova mulher que está sendo criada por uma minoria ativista. Fui verificar do que se trata a menção ali feita sobre uma tal ONG britânica que deseja que a comunidade científica passe a denominar o órgão sexual feminino, que a distingue, com outro nome, para não ofender a comunidade trans. Acho que isso culmina com outros absurdos que vemos diariamente na mídia. Sob o argumento de defesa de minorias e ideais progressistas, aceita-se uma insensatez como a citada acima. Acho que já está na hora de se dar um basta nessa verdadeira sublevação da ordem natural das coisas. A minoria deve ser ouvida, respeitada e ter o direito de viver como bem entenda, mas isto não lhe dá o direito de querer impor seu modo de vida à maioria que, por medo de ser taxada de retrógada, está engolindo tais insanidades e permitindo a destruição de conceitos científicos básicos e morais. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Gonzagueando Referente ao artigo Gonzagueando, de Flávio Viegas Amoreira, que é uma enciclopédia sempre que compartilha seus pontos de vista e admiro muito, gostaria de acrescentar à relação de personagens do Gonzaga um não tão célebre para o grande público, mas que os que frequentadores do bairro por décadas não podem deixar de lembrar: o Hamilton, ou Hamiltão, o Bonitão, como alguns chamavam, pois ele mesmo chamava a todos de Bonitão. Filósofo da boêmia, frequentou o Gonzaga por pelo menos três décadas, nos anos 1960, 1970 e 1980. Morava no Marapé, trabalhou em corretora de café e correspondeu-se com gente de todo mundo a partir de sua trincheira no Gonzaga/Marapé. Eu mesmo possuo várias cartas dele. Hamiltão, sempre presente! Paulo Prol Medeiros - Santos Saúde Quem precisa agendar uma consulta pela Central de Vagas de Santos deveria ganhar de bônus uma sessão com psicólogo. No WhatsApp, o prazo para resposta é de 24 horas, algo que nem os piores call-centers dão. Para piorar, nunca respondem. E por telefone, simplesmente não atendem. Lucas Augusto Menezes Duarte - Cubatão Culturalmente Santista Tive o prazer de acompanhar a prorrogação do Culturalmente Santista - Fórum Cultural e Criativo de Santos e fiquei e foi emocionante ver a homenagem para a Associação Projeto TamTam, que faz trabalho fundamental em nossa cidade, além de importantes reflexões estimuladas em bate-papos com profissionais que admiramos. O Instituto Cinezen Cultural está de parabéns, pois também faz o Santos Film Fest. Nós, santistas, agradecemos. Regina Albuquerque - Santos Silêncio ensurdecedor Lá em Ratanabá, existia um líder que, ao menor sinal de contrariedade, desancava a vociferar frases como “quem manda sou eu” e “cala a boca”, entre outros impropérios que levavam seu séquito ao delírio. Era uma festa. Certo dia, o líder foi pego fazendo malfeitos. Acabou levado à Pedra Filosofal, lugar que reúne estudiosos nos assuntos de malfeitos. Surpreendentemente, o líder se calou, não disse uma só palavra. Toda sua coragem havia escoado. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Parklets O Decreto Municipal 7.941, de 5 de dezembro de 2017, introduziu os parklets em Santos. É raro ver pessoas utilizando-os, pois estão sujeitos a intempéries. Não existem dados que comprovem que os referidos equipamentos ajudem o comércio ou o convívio das pessoas, porque duas ou mais vagas de automóvel ou cerca de 20 vagas de motocicletas ou bicicletas são eliminadas. O cliente não estaciona, logo não compra. O parklet recentemente instalado na Rua Dom Lara, no Boqueirão, por exemplo, foi uma providência infeliz. Trata-se de uma via curta e estreita, com trânsito pesado, próxima a muitas escolas infantis, dificultando a chegada e saída de crianças. Não se trata de privilegiar o automóvel, mas sim a mobilidade e a educação. É preciso um cuidado melhor em relação a isso. Bene Olcor - Santos Trânsito O povo de Guarujá e Vicente de Carvalho está mal servido em termos de Engenharia de Trânsito. Em toda a Cidade, nos deparamos com semáforos em cruzamentos errados, falta de sinalizações nas ciclovias, cruzamentos e locais de mudanças de direção... Tudo fica por conta dos motoristas. Seria isso uma indústria da multa? Isso sem falar das ruas e avenidas, muitas delas esburacadas e com tampões de passagens de esgoto abaixo do leito carroçável. Lembro do tempo em que vereadores e prefeitos andavam junto com os moradores pelas ruas, verificando como elas estavam. Josemilton de S. e Silva - Guarujá