[[legacy_image_314558]] ÉticaQuando a pessoa se firma em procedimentos corretos, de justiça, moderação, ponderação e valor, basta sua presença para modificar um ambiente carregado. Quantas e quantas vezes alguém deve ter sentido isso? Quantas e quantas vezes, ao penetrar em certo local, sentiu que estava conturbado? Com a atitude mental firme de pessoa esclarecida, a situação modifica-se, prevalecendo no ambiente o bom senso e a harmonia. Portanto, os seres humanos precisam saber comportar-se no lar, no trabalho, onde quer que estejam. Ao realizarem algum negócio, não devem alimentar ideias de ganho fácil. Devem, sim, desejar para com quem negociam o que querem para si. Enquanto os gananciosos, os exploradores e os ambiciosos sem medida só pensam neles próprios, os indivíduos de bom senso desejam que haja harmonia em tudo que empreendem. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Campanha eleitoralEm complemento à missiva enviada pelo simpaticíssimo e educado leitor Marcus Aurélio de Carvalho, que também é de Santos, vale lembrar que no dia posterior à referida publicação, o querido amigo Sadao não confirmou a autoria da reportagem. Vale saber quem passou a informação em nome do PL. Eu, como filiado ao Partido, refuto toda e qualquer pecha de segregador de classe ou público. Assim como, duvido que haja esse pensamento na atuante e sincera Rosana Valle. Apenas para deixar claro, ademais meu sobrenome, não sou parente, não trabalho de forma remunerada, e quiçá tenho autonomia ou autoridade para falar por ela, porém, mais uma vez, a conheço de forma imparcial e tenho a plena certeza de que se há palavras que não existem no vocabulário da vida dela, algumas certamente são elitista, segregacionista e soberba. Por fim, mas não menos importante, tenho a plena certeza de conhecer o missivista pessoalmente e sei que o mesmo é uma pessoa de bem e em nada é essa pessoa ferrenha que em palavras possa parecer. Um abraço e grato sempre pela polidez das palavras. Falar de Política é salutar. Não podemos, jamais, transformar esse ato em politicagem. Fernando Valle - Santos Problemas na SeleçãoFernando Diniz dificilmente emplacará mais dois ou três jogos no comando da Seleção, mesmo se Carlo Ancelotti declinar do convite da CBF. Em que pese a nossa impaciência na hora de avaliar um trabalho, o desempenho do treinador à frente do Brasil é muito ruim até aqui - são duas vitórias, um empate, três derrotas e um aproveitamento de 38%. Contra a Argentina, no Maracanã, o que se viu em campo foi uma Seleção Brasileira tentando competir, conseguindo até equilibrar o tenso duelo, mas com pouquíssima (ou nenhuma) inspiração ofensiva. A Argentina aproveitou uma das raras oportunidades de gol da partida para vencer o jogo - e cravar a primeira derrota da seleção brasileira como mandante na história das eliminatórias. Diniz tem boas ideias, mas precisa saber lidar melhor com as críticas - principalmente as construtiva. A arrogância do futebol brasileiro, em imaginar que ainda somos os melhores do mundo na arte de jogar bola, faz com que a seleção colecione derrotas e vexames em sequência. Diniz, no entanto, está longe de ser o principal responsável pela má fase da seleção brasileira, cada vez mais desacreditada e distante do torcedor. A CBF encaminhou um acerto com o italiano Carlo Ancelotti para o segundo semestre de 2024 e optou por um técnico interino até lá. Ambos (Diniz e Ancelotti) possuem metodologias de trabalho completamente diferentes. Não existe convicção nenhuma por parte da Confederação. Pode ser que o Brasil chegue à Copa desacreditado e vença a competição. Foi assim em 1994 e em 2002. O futebol é apaixonante pois nos enche de certezas e dúvidas com a mesma frequência. Se o Hexa vier em 2026, todos os problemas do futebol brasileiro serão esquecidos. No momento, porém, nada nos leva a crer nessa conquista. A luta atual é por uma vaguinha entre os seis primeiros colocados das eliminatórias... Algo vergonhoso, convenhamos. Guilherme Rodrigues Simões - Santos PaguNosso querido escritor Flávio Viegas Amoreira relata, com propriedade, no texto “Lúcia Teixeira, luminar literária” (Tribuna Livre, de 23 de novembro), a dimensão e a importância cultural de Pagu. Fico pensando na celeuma que causava com suas atitudes e pensamentos revolucionários frente a uma sociedade conservadora. Talvez, por isso, foi a grande Pagu. A abnegada educadora Lúcia Teixeira persegue essa trajetória com tanta paixão para iluminar a artista de vários talentos, mostrando a um público atento à formação da cultura santista e brasileira, apontando como lança a geração futura, como Gilberto Mendes, Plínio Marcos, desaguando no movimento tropicalista. Parabéns ao jornal A Tribuna que manteve Pagu em seus quadros articulistas, atualmente revendo sua obra. Obed Zelinschi de Arruda - Santos