[[legacy_image_244960]] Juros Da maneira que Lula e seus seguidores se manifestam sobre a taxa Selic, parece que o BC, malignamente, a está mantendo no atual patamar para torpedear as boas intenções do atual governo. Se acompanhassem os boletins econômicos, veriam que a manutenção da taxa vem sendo endossada, ao longo do tempo, pela comunidade financeira, como também por proeminentes economistas, devido às incertezas no controle inflacionário. Por outro lado, ao invés de ficar criticando, e iludindo os menos informados com discursos populistas, o governo já deveria ter apresentado o seu plano econômico, demonstrando para a comunidade financeira e toda a população como irá controlar/cortar as despesas e por consequência, permitir que o BC coordene a sua política monetária à luz daquele plano. Portanto, o que se espera é que Lula e equipe desçam do palanque, parem com o blábláblá inconsequente e dissimulado e comecem a trabalhar com ações que possam conduzir o país apropriadamente. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Banco Central A festa que a imprensa está fazendo com as posições do Lula sobre o BC tem como única razão de ser fazer oposição contra um governo de 30 dias e que já sofreu 4 tentativas de golpe de estado. O BC, supostamente, é independente e esta condição pode gerar discussões mas, vamos combinar, seu presidente não o é, pois fez campanha atuante para o ex-presidente e o Tarcísio, tendo inclusive votado com a camisa da seleção para marcar bem suas preferências. Durante os dois últimos anos do desgoverno passado, as taxas de inflação foram bem acima dos limites aceitáveis e todas as cautelas econômicas foram burladas, mas o sr. Campos ficou na moita, num silêncio conveniente. Agora vem com esta valentia toda e tenta marcar posição contra o governo atual. A independência do BC exige que seu presidente não tenha rabo preso para também ser independente. Nicola Granato - Santos Rosana Valle Alguns políticos realmente têm compromissos com seus eleitores e com a Pátria. Um deles é a deputada Rosana Valle que, sempre atenta, busca honrar os votos recebidos. Apresentar projeto para evitar evasão de dinheiro do BNDES (e nosso) é fundamental para acabar com o trem da alegria. Sugiro que, como a AGU se empenhou em buscar os vândalos de Brasília, busque também os responsáveis pela autorização de liberação de financiamentos a Cuba, Venezuela e Moçambique, dinheiro que certamente jamais retornará ao Brasil. Isso é lesa pátria. Evandro Duarte - Santos Carpas do Alvorada As carpas têm uma vida longa, quase igual à da espécie humana. São animais inteligentes e capazes de reconhecer seus cuidadores humanos, aproximam-se e interagem com eles. Alguns atendem por seus nomes quando chamados por uma pessoa que conhecem. Além de serem belíssimas, são muito limpas e precisam de uma água também limpa, com temperatura e pH adequados. Geralmente as carpas que passaram a vida juntas criam laços afetivos entre elas e não devem ser separadas. As carpas do Alvorada foram presentes do imperador japonês para o Brasil, mas foram mortas. E além da crueldade com esses animais, há um sentido simbólico terrível do governo Bolsonaro. Édison José de Aguiar – Cubatão BNDES Acho importante a iniciativa dos deputados federais em fiscalizar as instituições financeiras públicas, essa é uma das suas principais atividades, mas torna-se imprescindível conhecer seu funcionamento. O financiamento do BNDES não cobre, por exemplo, bens adquiridos no exterior ou gastos com mão de obra de trabalhadores locais. Ele cobre exclusivamente os bens e serviços de origem brasileira utilizados na obra. Não há concessão de crédito ao país tomador dos serviços,pois quem recebe o dinheiro é a empresa brasileira que vende para fora e não o país. Mas quem fica com a dívida é o país estrangeiro, porque ele é o responsável por fazer o pagamento, que deve ser feito com juros, em dólar ou euro. Acredito que os bancos públicos espanhol, chinês, alemão, americano e tantos outros também passem por fiscalização dos seus parlamentares. Só um dado interessante, em 2010, o Brasil recebeu 507 projetos. Por esse critério, o Brasil foi o quinto país que mais recebeu projetos em 2011. O valor total investido foi de quase US\$ 63 bilhões. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos