[[legacy_image_237168]] Obrigado, Pelé! Era uma noite fria na Baixada Santista, mas minha mãe me prometeu que, se eu tirasse boas notas, iria à Vila Belmiro. O Santos jogaria contra o Olaria e lembro que fui com meu amigo Antonio Fernandes Munhoz, o Neno. Tudo era novo: torcida, faixas, luzes e cantos. Pelé fez um lindo gol de meia bicicleta, logo no começo do jogo. No intervalo, o Rei não voltou e um casal de senhores gritava que tinha viajado desde a Bahia para ver o Rei do Futebol, reclamando da ausência dele no segundo tempo. Lembro também da final do Paulista de 1973, em que o Santos de Pelé e a Portuguesa de Desportos dividiram o título por um erro do árbitro na contagem das penalidades. Pelé foi um exemplo no futebol e símbolo de dedicação ao nosso clube e à seleção brasileira. Hoje, o futebol mudou e a maioria dos jogadores não se identifica com o time. Mas, para todo lugar do mundo que viajo, levo minhas camisas do Santos e as pessoas sempre lembram do melhor jogador de todos os tempos. Obrigado, Pelé! Eduardo Ribeiro Filetti - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Novos tempos Quem tem apreço pela cultura de oratória nítida, autêntica e simples deve ter ficado satisfeito com o discurso do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na última semana. Sua posse, bem como de seus secretários - técnicos em sua maioria e sem pertencer a nenhum partido - ampliou a convicção de que aumentaremos ainda mais o PIB paulista, que atualmente equivale a 31,2% do Brasil. Teremos inúmeros ganhos nas áreas social, educacional e de infraestrutura e logística. Por gratidão ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Tarcísio ainda informou que o Brasil, até 31 de dezembro, teve 0,4% do PIB de superávit e o gasto público da União equivaleu a 0,5% do PIB, índice menor que o verificado em 2018. Foi a primeira vez que um presidente deixou a seu sucessor um gasto menor do que o herdado, com inflação a 5,2% ao ano, superávit fiscal de R\$ 39 bilhões e valor da Petrobras de R\$ 520 bilhões. Acreditamos que outros governadores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste formarão uma importante frente ampla de desenvolvimento no País. Wilson de Almeida Filho - Santos Reflexões São Vicente, ao longo de 490 anos, tem muito a contar, mas um conto sem fatos e registros se perde no tempo. Na última semana, não houve uma saudação de Réveillon, um raio de luz sequer a brilhar no céu. Mas Papai Noel é pródigo e não esquece ninguém. Temos o maior número proporcional de secretarias do Brasil, além do IPTU mais caro. Ao longo do tempo, as administrações excluíram os bairros que ficam além do quadrilátero formado por orla, Biquinha e avenidas Capitão-mor Aguiar e Antonio Emmerich. Ainda assim, ficamos no aguardo de dias melhores. A pretendida integração regional pode viabilizar a redenção, com a melhoria da qualidade de vida, um sonho do vicentino. Entre tantas necessidades, destaco a mobilidade urbana. Como as bicicletas são o foco, sugiro a ampliação das ciclovias existentes. Valter José Vieira - São Vicente Gratuidade I Fiquei satisfeito com o decreto do ex-governador Rodrigo Garcia (PSDB), que acatou o que foi proposto pela Assembleia Legislativa de São Paulo quanto à gratuidade no transporte intermunicipal aos maiores de 60 anos a partir de 1º de janeiro. Todo contente, voltei ao trabalho no dia 2, passei meu cartão sênior e veio a mensagem “fora do prazo de validade”. Liguei no 0800 e recebi a informação de que aqui ainda não havia regulamentação na Baixada Santista para esse decreto. Diante disso, faço as seguintes perguntas: pode uma regulamentação ter mais poder do que um decreto? E se fosse para aumentar o valor das passagens, também precisaria disso tudo? Talvez essa regulamentação saia até o fim de janeiro, mas de que ano? Será mais uma decisão que nasceu morta? Reinaldo Pereira - Praia Grande Gratuidade II O Governo de São Paulo anunciou no final de 2022 o retorno da gratuidade para maiores de 60 anos no transporte público intermunicipal. Em Santos, quando a Prefeitura irá adotar a mesma medida no transporte municipal? Marcelo Barbieri - Santos A direita é isso? Será que em algum país do mundo existe uma pessoa igual ao ex-presidente Jair Bolsonaro? Fica difícil saber como alguém com a patente de capitão do Exército se insurge contra as forças de seu país e é eleito sete vezes deputado federal. Também não dá para saber o que a direita ganhou ao ter um deputado que passou 28 anos sem contribuir para a nação, além de ser eleito presidente e fazer tudo ao contrário do que o povo queria. Em quatro anos de governo, o povo que o elegeu queria de ver algo de bom. Mas, depois de tantas coisas erradas, fica difícil destacar algo bom. Josemilton de S. e Silva - Guarujá