[[legacy_image_244503]] Maracatu Quiloa Santos assistiu no último domingo à mais expressiva manifestação cultural da cidade, genuinamente significada nos seus valores ancestrais e de modernidade, religioso e profano, compartilhando a alegria, tradição e os vínculos sagrados da memória imaterial. O Quiloa, Grupo de Maracatu de Baque Virado de Santos, chegou ao seu 18º cortejo, celebração máxima da sua generosa persistência e resistência cultural, com mais uma maravilhosa performance dramática, musical e coreográfica, arrastando pelas ruas históricas do Centro da Cidade todo um séquito de centenas de admiradores, acompanhantes da sua corte real (rei, rainha e principado) e a sua nação toda de Orixás, calungas, baianas de cordão, lanceiros, dançarinos, batuqueiros e porta-estandarte. O Maracatu Quiloa é uma preciosidade afirmativa de uma linhagem, uma sociedade, a pureza de uma etnia ontológica que mereceria da sociedade santista e do poder público um olhar mais atento e dedicado, em razão da sua importância transformadora no nosso cenário cultural. Marcelo Mattos - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Conservação Ao andarmos pela cidade de Santos, notamos que os prédios tombados estão cada vez mais abandonados, parece até que querem que tombem de fato. A Hospedaria dos Imigrantes é uma delas. O governo do PSDB, para enganar os santistas, mandou colocar uns andaimes com o argumento que ali iria instalar a USP, mas isso já faz mais de 20 anos. Por sua vez, a nossa Prefeitura, que teve por muito tempo uma escola primária no castelinho junto ao Educandário Anália Franco, nunca se incomodou com as instalações dele. O Escolástica Rosa na praia, cuja doação em testamento era para ser uma escola de artes e ofícios, também está abandonado. Parece-me que a educação pública não é uma prioridade em nossa cidade. Cabe aos moradores, não importa sua ideologia, seu clube, sua religião ou até ateus, se mobilizarem e fazerem os nossos governantes se moverem, agora que ocupam altos cargos muito bem pagos, mas só lá estão porque tiveram a oportunidade de terem educação escolar eficiente. O engraçado é que os nossos viajantes nacionais, quando vão para o estrangeiro, ficam admirados com os prédios antigos conservados, acham uma maravilha e se esquecem dos que nós temos mas não os conservamos. Fernando Martins Braga - Santos Hospedaria Em relação aos prédios da Hospedaria dos Imigrantes e do Instituto Dona Escolástica Rosa, sugiro implodir ambos e no local construir escolas modernas. Daqui a 50 anos, já farão parte da nossa história. Reformar é jogar dinheiro pelo ralo. Simples assim. O novo sempre vem…. João Horácio Caramez - Santos Ministros Parece que a função pública tem-se mostrado como um “bico” para alguns ministros ou trampolim para alavancarem anseios políticos futuros seus ou de terceiros familiares. Um deles inaugura passarela (já com defeitos) no cais e agora quer “inaugurar” o Porto das Naus, em São Vicente. Nada a ver com suas atribuições, pois o Brasil tem inúmeros problemas portuários e aeroviários sem cuidados, como cabotagem e obsoletos aeroportos. A outra ministra baiana sequer conhece das instituições folclóricas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, tanto que quem fala por ela é o assessor, mas tem aparecido em trios elétricos em Salvador depois de um período no ostracismo. A seriedade dessas “otoridades” chega a ser ofensiva ao povo, até uma piada. E agora, para coroar, colocam a raposa para cuidar das galinhas no BNDES. Evandro Duarte - Santos Proibido estacionar Venho solicitar à CET a colocação de placa de ‘Proibido estacionar ônibus e caminhões’ na Rua Bias Bueno, esquina com a Rua Oswaldo Cruz, pois constantemente é visto o estacionamento de uma carreta bitrem no local. José Roberto Correa – Santos