[[legacy_image_236827]] Rei Pelé Ao buscar minha mãe para a visita diária ao meu pai na Santa Casa, cruzei com o cortejo do Rei Pelé no Canal 2. Parei, fiquei no cantinho e vi passar o caminhão do Corpo de Bombeiros, além de uma multidão. Foi um misto de festa, celebração, saudades e emoção. Muita emoção. Gente simples, de todas as idades, cores e torcidas, dando um singelo adeus ao Rei. Sempre fui um pouco ressabiado com o Edson, mas o Pelé foi e sempre será meu ídolo eterno. Chorei. Talvez porque sei que meu pai o idolatrava ainda mais. Chorei por ele e pelo meu pai, Ademar dos Reis, que segue lutando pela vida, internado na UTI há 84 dias. Adeus Edson, porque o Pele é eterno... Aí pensei: o Edson também é imortal e vai reencarnar em breve... Mais cedo ou mais tarde. E meu pai também. Sorri e fui embora, com a alma leve e tranquila. Arthur Chioro - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Elogio e reflexão Em primeiro lugar, parabenizo de coração o Jornal A Tribuna pelas incomensuráveis reportagens sobre Rei Pelé. A Tribuna não mediu esforços para enaltecer esse gigante do esporte, que levou a grandeza do Brasil mundo afora. Santista que sou, tive o prazer de assistir aos jogos do Peixe quando vendia amendoins na mais famosa Vila do mundo, entrando pelo restaurante que no térreo havia. Conheci o Rei Pelé e o vi pessoalmente por inúmeras vezes quando comecei a trabalhar no escritório de Luiz Lopes, em 1973, no Centro de Santos, onde está até hoje o escritório do Rei. Eu também sempre admirei o ex-goleiro Marcos, do Palmeiras e da seleção campeã do mundo em 2002. Porém, alegar que não foi ao velório de Pelé porque ninguém foi ao velório dos seus pais, realmente, não se justifica. Feliciano Rodrigues Frazão – Santos A faixa e o Rei Dois assuntos que tomaram a atenção da mídia são a entrega da faixa presidencial a Lula e a ausência de jogadores e ex-jogadores no velório de Pelé. Na cerimônia de subida da rampa do Palácio do Planalto, ficou evidente que foi um grande favor para a nação a recusa do ex-presidente fujão em comparecer, pois deu a oportunidade do País abrir espaço a quem realmente importa. A diversidade do povo brasileiro, representada nas figuras que caminharam lado a lado com Lula, é um indicador muito claro de como essas figuras do povo foram esquecidas e agredidas moralmente nos últimos quatro anos. Já na Vila Belmiro, o que importou mesmo, a exemplo do visto nas ruas de Santos durante o cortejo fúnebre de Pelé, foi a presença do público, que sob calor ficou na fila por horas para se despedir do mais fantástico jogador de futebol de todos os tempos. A ausência dos craques é irrelevante, ainda que cada um apresente uma desculpa. Como disse o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, em sua posse, “vocês existem e são valiosos para nós”. Assim devemos pensar em relação aos representantes do povo que participaram da entrega da faixa presidencial. Existem e são valiosos! E o povo que se comoveu e homenageou Pelé em seu derradeiro momento não só existe, como é muito valioso. Silmar Gomes - Itanhaém Novos tempos Bastou Jair Bolsonaro fugir do País para a Alemanha anunciar 35 milhões de euros para o Fundo Amazônia e a Noruega também falar em R\$ 3 bilhões para investir. Além disso, o Reino Unido começou a avaliar a ideia de ingressar nesse fundo, reativado por Lula após estar paralisado pelo governo bolsonarista. Em apenas um dia de novo governo nessa área, já foi feito mais do que em quatro anos do anterior. Dessa forma, 2023 será o ano de reconstruir o País! O Brasil tem jeito, sim! Richard Ghibu - Santos Rua Goiás Finalmente, após longos meses de espera e prejuízos aos moradores e comerciantes devido às obras da Sabesp, a Rua Goiás voltou a receber veículos. Essa interdição obrigou a Prefeitura a modificar o trânsito em várias ruas do Gonzaga, o que causou congestionamentos no bairro. A inversão da mão de direção da Rua Luis Suplicy sobrecarregou o trânsito nas ruas Bahia, Luís de Faria e Pasteur, pois quem normalmente seguia pela Av. Ana Costa e entrava na Suplicy para acessar a Av. Washington Luís (Canal 3) deixou de ter esta opção, sendo obrigado a acessar a Luis de Faria ou ir até a Praça Independência para chegar no Canal 3. Os congestionamentos nessas ruas, aliados aos semáforos mal sincronizados, têm provocado engarrafamentos enormes. Já faz alguns dias que a Rua Goiás voltou ao normal e até o momento a Prefeitura não reverteu a mão de direção da Rua Luis Suplicy. É o que a população aguarda que seja feito. João Domingos Neto - Santos