[[legacy_image_244246]] Mais Médicos Após ler o artigo “Repúdio ao Mais Médicos", do presidente do Sindimed, me vieram à mente algumas lembranças. A primeira é do grupo de médicos hostilizando raivosamente os seus colegas cubanos no aeroporto. Outra, de uma doente de demência que ficava o dia inteiro andando de um lado para o outro em casa, sem poder ter nova receita da medicação que usava, prescrita por médico do programa Mais Médicos que a tratava e teve que ir embora. Uma outra, do Conselho Federal de Medicina, em completo silêncio cúmplice das barbaridades cometidas por Bolsonaro na pandemia. Sobre os médicos cubanos, até aqui na Baixada Santista foram elogiados pela população atendida. São profissionais altamente experientes e qualificados, a grande maioria com doutorado e experiência internacional. Tanto é que após saírem do Brasil, por conta do rancor ideológico aqui instalado, imediatamente foram requisitados pelo México; eles nunca ficam desempregados. Quem perdeu, e muito, foram os brasileiros das periferias pobres das cidades e dos lugarejos distantes. Vamos admitir, médico brasileiro, em geral, não gosta de ir para lugar pobre. Luiza Erundina, quando prefeita da Capital Paulista, abriu concurso público para contratar médicos para as unidades de saúde, dando liberdade de escolha do bairro para atuar. E o que ocorreu? Isso mesmo, a quase totalidade dos candidatos preferiu atuar nos chamados bairros nobres. Então, presidente Lula, torço para que retome com força total o programa bem sucedido Mais Médicos, seja com brasileiros e/ou estrangeiros, para voltar a corrigir as distorções da má distribuição desses profissionais no território brasileiro. Richard Ghibu - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Excesso de fios Santos, nossa linda cidade, é um emaranhado de centenas de fios em cada poste. Há unidades que extrapolam o aceitável e acho que esse modelo, ultrapassado, mostra o descaso das empresas que contribuíram e mantêm esse novelo quilométrico e precioso (cobre) sem utilidade e cheio de gambiarras ou gatos, desenhando um visual muito feio e desorganizado de projetos, contribuindo ao abandono da arquitetura urbana. Faz décadas que o tema não progride e a poluição visual só tende a aumentar. Bruno Pompeu Marques – Santos Estrabismo político O estrabismo de um escriba desta coluna é evidente: um olho só enxerga positivismo do ex-presidente, o outro apenas negativismo do atual governante. Lesão do nervo ou disfunção do músculo que controla o olho são facilmente tratados: uma boa e confiável leitura dos acontecimentos, raciocínio lógico e uma boa dose de ponderação, ativando o seu bom senso com a devida prudência. Encontrou nos primeiros 30 dias do atual mandatário promessas não concretizadas, como se nesse período de turbulência bolsonarista estivesse à espera de um milagre. Sobre o genocídio premeditado dos yanomamis no governo Bolsonaro, nenhuma palavra; a corrupção na Educação e Saúde foi ilusão de ótica; o sigilo de 100 anos para as rachadinhas da família foi legítima defesa; as milhares de mortes de covid, causadas pela ignorância factual, objetual e técnica de todo um governo, foram mero descuido dos néscios e bárbaros desalmados. Afinal, todos um dia morreremos. Acredito que até o fanatismo e seu caminho obsessivo, cego e acrítico possam um dia voltar a ver a luz da inteligência superior e da realidade dos fatos. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Decepção Quando compramos um bem material, na realidade estamos comprando também uma experiência. Quando é uma roupa, queremos viver momentos felizes vestido, quando é um eletrodoméstico queremos ter conforto mas também melhorar nosso dia a dia para aproveitarmos com o que realmente importa. Imagina então quando você, depois de muito planejamento e esforço, consegue adquirir um sonhado carro zero. A experiência que se sonha começa na hora de levá-lo da concessionária, às vezes até com mimos para o cliente. E dali tudo o que se deseja é, além de ter um bom meio de locomoção, viver momentos felizes com sua família e amigos. Agora pensa chegar para buscar esse sonhado carro e ele estar todo sujo, com avarias e, ao reclamar, você ainda ser mal tratado pelos próprios responsáveis pela loja. Aqueles que deveriam estar a postos para solucionar qualquer problema e minimizar qualquer frustração te agridem e confrontam. Isso é a CB Autos Jeep. Será que é essa experiência que a Jeep quer proporcionar aos seus clientes? Paulo Rogério de Carvalho - Santos