[[legacy_image_204725]] Centro de convenções No último sábado, fomos pela primeira vez no novo centro de convenções de Santos para assistir ao show da Marisa Monte: estacionamento com um preço de R\$ 50,00, caro e sem orientação, onde deveria ter alguém orientando os motoristas a estacionarem sem ficarem procurando vagas. Depois de estacionar o carro na parte interna, você faz pagamento eletronicamente, porém, para entrar na área de espetáculo você é obrigado a sair do centro de convenções para calçada – no sábado, tivemos que enfrentar chuva e vento – para, depois, entrar na área exatamente onde você estava. Bebidas? Não existe nada instalado adequadamente. Colocaram uns tapumes precariamente com uns reservatórios com gelo vendendo água, cerveja e refrigerantes. Para tirar a ficha, havia três pessoas no meio do salão e uma fila enorme para retirar a referida ficha e depois a água no cercado com tapumes de plástico. Finalizando, fizeram um bom complexo de shows e exposições, porém, a infraestrutura é rudimentar e amadorística, como se fosse uma quermesse temporária. Só estando presente para ficar revoltado com tanta precariedade e desorganização. O pior que este centro foi arrendado por uma das maiores empresas de evento. Não dá para acreditar que a Prefeitura abandonou e não faz nada para auditar esse contrato de concessão, pois está muito claro que essa empresa simplesmente abandonou o centro de convenções. Vergonha e desperdício total. Carlos Sulzer - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Finanças Em pertinente e esclarecedor artigo intitulado “Debate sem pé nem cabeça”, publicado no sábado, na Tribuna Livre, os jornalistas Rodolfo Amaral e Verônica Mendrona criticam os presidenciáveis que participaram do debate na Band, por terem feito promessas sem citar a real situação financeira do país nas duas últimas décadas. Segundo os articulistas, o Brasil real dos últimos 20 anos pagou suas contas, gastando R\$ 6.9 trilhões a mais do que arrecadou em impostos. Elevou sua dívida pública para R\$ 8,1 trilhões e desembolsou R\$ 6,8 trilhões de juros em favor do sistema financeiro para fazer de conta que tudo estava uma maravilha. Hoje, temos um déficit da ordem de R\$ 500 bilhões. O que será que o Tribunal de Contas, a Câmara e o Senado têm a dizer sobre o assunto? Talvez 513 deputados e 81 senadores sejam um número muito pequeno para fiscalizar o Executivo. Parabéns aos jornalistas por alertar o povo sobre tão importante assunto. Orlando Machado - Santos Atentado Pronto, como se não bastasse o presidente “tchutchuca” ser condenado pelo Tribunal Permanente dos Povos (TPP) por crimes contra a humanidade cometidos durante a pandemia da covid-19, queimando a imagem do Brasil mundo afora, agora surge o atentado contra a atual vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, praticado por um brasileiro, Fernando André Sabag Montiel, filho de pai chileno e mãe argentina. Atentar contra a integridade de um político, seja ele de que partido for, é atentar contra a Constituição de qualquer nação. Sem o exercício da política, não existe liberdade. Por sorte, a pistola .380 falhou e não deflagrou nenhuma cápsula. O atentado foi reflexo do histórico violento antidemocrático e acendeu um alerta máximo não só na Argentina, mas como aqui no Brasil. As eleições por aqui estão se aproximando e os ânimos, mais acirrados. Espero que por aqui tudo corra e ocorra com total parcimônia! Gilberto Pereira Tiriba - Santos Questão de bom senso Apesar de ser moradora de Guarujá, constantemente venho a Santos e passeio pela orla da praia. Já não é a primeira vez que noto uma coisa: as viaturas da Guarda Municipal ficam permanentemente ligadas mesmo sem ninguém dentro, consumindo combustível e poluindo o ar. No sábado, durante uma dessas caminhadas, achei absurdo um micro-ônibus estar ligado de forma permanente, próximo ao emissário, com os dois guardas municipais do lado de fora. Me encorajei a fui lá perguntar por qual motivo eles não desligavam o motor, cessando o gasto desnecessário e a poluição do ar. Resposta: “Não podemos desligar. Se desligarmos, o giroflex para de funcionar”. Ah, tá.... Maria Rosa Albuquerque - Guarujá