[[legacy_image_244040]] Eleição no Senado No momento em que se fala tanto no restabelecimento da democracia, é publicado que o sr. Alexandre de Moraes, agindo como cabo eleitoral, telefonou aos senadores, pedindo o voto para Rodrigo Pacheco. É um absurdo, pois, no mínimo, fere a independência dos poderes, um dos pilares da democracia, mas que está sendo tratado como fato corriqueiro. Além disso, essa atitude pode ser vista mais como uma ameaça velada do que um pedido, visto que vários dos senadores têm processos pendentes de julgamento no STF, sendo o sr. ministro um dos julgadores. Como publicado, a sua intenção foi a de apelar para a “manutenção da democracia”, a dele, concluo, pois no meu conceito, ela saiu ferida no episódio. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! 30 dias Saindo da euforia da eleição, temos já os 30 dias de ‘glória’ anunciados pelo presidente Lula para governar este país já combalido por promessas que não se concretizaram e outras já festejadas pela turma do Lula. E para não colocarem que é fake, só vou registrar o que saiu na mídia e que não terá qualquer empecilho pelo STF: aumento do salário reclusão para R\$ 1.780,00, Imposto de Renda para pobres (antes era isento), estudo para cortar o saque aniversário do FGTS, previsão de empréstimo a países ditatoriais e que receberam e não pagaram o débito anterior, aumento para 37 ministérios a fim de acomodar aliados (sem critérios técnicos), aumento de preços da gasolina de aviação, da gasolina e derivados de petróleo, corte de R\$ 4 bilhões da Educação, liberação de R\$ 10 bilhões para Lei Rouanet e só R\$ 4 bilhões para o agro, salário mínimo não deve ter aumento, cancelamento das escolas cívico-militares, suspensão das privatizações....e por aí vai. Não coloco mais pois é especulação, mas que está na mira das elucubrações do atual mandatário! E ainda esperamos a picanha... Luiz Vinagre - Santos Yanomami (1) Agora vem um leitor, com sua fonte no ‘zapzap’, nos empurrar uma mentira de que os indígenas yanomami eram da Venezuela. O ponto crítico do genocídio da etnia Yanomami encontra-se em Roraima, ademais , talvez o leitor não saiba, os yanomami são um povo, portanto, tanto faz se venezuelanos ou brasileiros, são seres humanos. Outro detalhe que chama atenção na missiva do leitor é que em nenhum momento se horroriza com a situação dos indígenas, apenas tenta, mas não consegue, salvar a reputação tão arrasada do seu líder. Caro leitor, paute-se por notícias verdadeiras, fatos reais, o jornal A Tribuna trouxe inúmeras matérias sobre as mortes e condições precárias na saúde e alimentação. Atualize-se. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Yanomami (2) Eu confesso que já estou começando a acreditar que o genocídio dos yanomami também vai dar em nada, igual ao genocídio da covid-19. Isso porque parece que no STF só tem um ministro que pressiona, o Alexandre de Moraes. Como o ditado diz: “uma andorinha sozinha não faz verão, esse genocídio dos indígenas parece que será mais um a ir parar no buraco sem fundo da impunidade. No caso da covid-19, o homem do poder começou dizendo que era “uma gripezinha”, depois disse que a doença poderia ser curada com cloroquina, e que ele não era coveiro etc. No que é que deu? Fácil resposta: não deu em nada. Agora temos as mortes do povo yanomami por inanição, malária, diarreia e outras doenças que poderiam ser curadas se os garimpeiros não pegassem os remédios. O pior disso tudo é que o Governo Federal sabia de tudo e nada fez com os garimpeiros. Ou melhor, fez sim: fechou os olhos, esperando o extermínio daquele povo. Agora foragido do Brasil, já está pedindo visto de turista para permanecer nos Estados Unidos lá por mais tempo, pensando em não assumir mais esse genocídio. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Produtividade Pergunta que não quer calar: será que, ao invés dos congressistas terem salários, eles tivessem um pagamento por produção (sem salários, caso contrário seria o famigerado jeton), esse pessoal só trabalharia de terça a quinta-feira e tiraria 51 dias de férias por ano? Essa pergunta cabe também às Assembleias Legislativas e às Câmaras de Vereadores. Pedro dos Santos Neto - Santos