[[legacy_image_187784]] Conselhos Conselhos do idoso, da criança e adolescente, da etnia negra, das pessoas com deficiência e agora, com caráter nitidamente eleitoreiro, propõe o prefeito santista o conselho lgbtqi+. Nada contra a orientação sexual ou outras necessidades, mas nunca vi alguma ação concreta dos valores arrecadados em prol dessas categorias. Quem fiscaliza esses valores que têm recolhimento inserido no carnê do IPTU? Se a municipalidade recolhe e repassa, deve ter satisfação desses recursos. É "festa do caqui" agora? Seria bom que o Ministério Público instaurasse um inquérito civil público para ver o que está por trás dessas caixas pretas, porque daqui a pouco criarão até o "conselho dos gordinhos barbudos" como eu. Evandro Duarte - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Compaixão Ter compaixão é justamente dar essa liberdade para o sentimento nosso e dos outros. Criar afeição pelas vivências das pessoas incondicionalmente e, indo além, buscando por maneiras de ajudá-las. Etimologicamente, a palavra compaixão tem origem no latim ‘compassionis’, que significa “sentimento comum” ou “união de sentimentos”. A compaixão, essa junção nossa com o sentimento do outro, leva automaticamente à solidariedade, ao altruísmo, ações essenciais para a existência e sobrevivência da humanidade. Isso independe das condições, não se trata de gostar ou não de alguém. Não é preciso passar a gostar de alguém para ter compaixão. É preciso sentir e fazer o bem com todos, mesmo com aqueles que nos trazem sentimentos negativos. Essa característica, chamada de equanimidade ou imparcialidade, é uma das mais fundamentais dentro de atos compassivos. Lembre-se que nenhum de nós pode estar o tempo todo com as pessoas que gostamos, e então, quando você estiver com pessoas das quais realmente não gosta, tente focar sua mente em pensamentos bons, ainda que pareçam fracos. Por um mundo com mais compaixão! Gilberto Pereira Tiriba - Santos Centro Histórico Reportagem do jornal A Tribuna nos proporciona alento e esperança de que nosso centro velho poderá se tornar novo. Empresários de visão estão recuperando imóveis degradados, tornando-os de utilidade para seu uso, deixando a localidade mais bonita. Esse último imóvel recuperado fica na esquina das ruas Itororó com Amador Bueno, próximo ao belíssimo Centro Português, totalmente restaurado. Caminhando pelo centro da cidade, temos outros imóveis igualmente recuperados, como os teatros Guarany e Coliseu, Museu Pelé, Bolsa do Café e, brevemente, o Palácio da Polícia, entre outras obras em andamento. O trabalho do historiador Sérgio Willians e do arquiteto Gustavo Nunes faz parte desta empreitada, tendo como parceira a Prefeitura de Santos. Acredito que toda a sociedade santista almejaria ver o centro todo revitalizado, pois a história de Santos e do Brasil reside neste pedaço de chão. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Alexandre Martins Moro na Rua Alexandre Martins e tenho percebido que nos últimos meses carros e motos buzinam sem necessidade, causando distúrbio e poluição sonora. Carros velhos circulando que deveriam estar fora de circulação. Um helicóptero preto que todos os dias sobrevoa a região e para em um prédio com heliporto (de onde vem?). Luciana Glenda de Oliveira Silva - Santos José Rubens Marino Em 1972, tive o privilégio de trabalhar sob o seu comando como gerente do BCN (Banco de Crédito Nacional). Fiquei responsável pela expedição e uma das minhas funções era, através dos correios, enviar cartas (extratos) para todos os correntistas. Na minha inexperiência, por engano, enviei algumas para sua residência. O que poderia acabar em uma bronca, acabou em risos, pois, brincando, disse que sua esposa, Dona Nilza, ficou sabendo da sua situação financeira. Defino sua pessoa em uma única palavra :iIntegridade. Que o Grande Arquiteto do Universo o receba em seus braços. João Horácio Caramez – Santos