[[legacy_image_210605]] Flores das praças Braga, Lisboa, Porto e outras cidades europeias e brasileiras, como Serra Negra, todas floridas com vasinhos estrategicamente colocados ou mesmo plantados. Linda visão das flores, que nos enfeitam na vida e homenageiam na morte. Agora, quando vejo na Praça Independência, lindamente enfeitada, vasos faltando – possivelmente roubados –, tenho um desgosto da nossa civilização e mais ainda do santista, aonde se roubam flores, picham monumentos, levam cachorros à praia, despejam entulho de construção sem critério e autorização legal, vandalizam, roubam fios e outras coisas mais. Quando essas bestas feras aprenderão que o bem público não é privado? Evandro Duarte - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Trólebus Na matéria “Santos irá mapear fiação de postes”, a Prefeitura dá a entender que vai retirar a rede aérea de trólebus da linha 20. É isso mesmo? A hipótese é tão absurda que custa crer, mas com a desculpa de limpar a cidade da fiação, nas entrelinhas o que parece haver é isso: o anúncio de que o sistema será desativado de vez. O que é um atentado ao transporte limpo e ao patrimônio histórico, cultural e turístico, não só local. O sistema de trólebus de Santos é um dos últimos três que restaram no país (junto com São Paulo e Grande ABC). É objeto de interesse e estudo no campo da mobilidade sustentável, e com incrível potencial de aproveitamento para o turismo, como ocorre com os bondes. Aguardamos um posicionamento. Wagner de Alcântara Aragão - Santos Árvores na Cidade Não é de hoje que noto que nesta cidade tem mais gente que derruba do que planta. Quando não se planta hoje, sentiremos no futuro essa falta de planejamento. Quem anda pela Avenida Afonso Pena vê os flamboyans antes frondosos hoje secos, um verdadeiro desleixo. Quem nos visitar - e serão muitos os turistas - notará que é uma cidade com pouca flora e fauna aérea. Todo o turista repara primeiro a limpeza depois a segurança, em seguida o meio ambiente. Quem vem de outras cidades em que as suas ruas têm árvores floridas dirá que a nossa é pobre em ESG: estão em falta governança, social e ambiental. Porque ninguém gosta de ficar ao sol. Antes, tínhamos os contêineres para um lixo que já deveria estar destinado: plástico, metal, papel, como é feito em outros países. Sabemos que aqui não será fácil, mas essa é uma maneira de construirmos um mundo melhor, com governança, social e ambiental. Fernando Marins Braga - Santos Barulho O número de motos com escapamento aberto na Baixada Santista é enorme. Assisti reportagem que mostrou uma bonita capital do Nordeste onde existe uma ação da Promotoria, em conjunto com o Executivo municipal, para acabar com este tipo de prática através da fiscalização. Em recente viagem a Curitiba, reparei que não existem motos com escapamento aberto, pois tal prática acarreta 5 pontos na carteira de motorista e apreensão do veículo. Por que não fazemos uma campanha para valorizar o silêncio e depois partimos para retirada destas motos das vias públicas? Este barulho perturba os moradores das cidades e pode até atrapalhar na reprodução de aves silvestres que habitam a nossa região. Esta ação poderia ser conjunta com a nossa Policia Militar, CET e Guarda Civil Metropolitana. Eduardo Ribeiro Filetti - Santos Estacionamento em São Vicente Tomando conhecimento, por A Tribuna, da iniciativa da Prefeitura de São Vicente de voltar a cobrar as vagas de estacionamento no Centro e orla da praia, não posso deixar de registrar minha indignação com o sr. prefeito, que não realizou audiência pública para saber se a população e o comércio envolvido concordam. Fez isso de forma autoritária. O retorno de 10% é um valor ínfimo diante da negatividade da iniciativa. Que se faça na região central e o comércio concorde, tudo bem. Mas, na orla, não. Para solidificar meu pensar faço uma proposta/desafio. Vamos marcar eu, o senhor prefeito, os secretários que desejar e uma equipe de A Tribuna para visitarmos inicialmente os banheiros das praias de Santos e depois os de São Vicente. Depois desta vistoria e lembrando que em Santos não existe cobrança, o sr. poderá decidir se de fato pretende cobrar. Se ainda desejar, arrume os banheiros antes, construa banheiros decentes (similares aos de Santos); cadastre uma empresa ou incentive a criação de uma cooperativa onde os cooperados sejam moradores mais humildes da cidade e dê condições de iniciar o trabalho, depois passe a cobrar. Cobrar por serviço de péssima qualidade depõe contra o bom. Jairo Albrecht - São Vicente