[[legacy_image_256280]] Situação de rua A sra Maria de Fátima A. dos Santos, ao argumentar contrário à proposta da vereadora Débora Camilo, que propõe que a Prefeitura de Santos providencie bebedouros e lavanderia para pessoas em situação de rua, diferente de se opor à vereadora, sugere solução social efetiva. O Estado tem de recolher e tratar dessa gente, quase na totalidade com problemas de saúde. José Antônio M Almeida - santos Escolas Para que servem as escolas senão transmitir aprendizado nas áreas de exatas e humanas, ensinando matérias básicas e, ainda, aquelas que atinjam toda a coletividade, como, por exemplo, proteção ao meio ambiente, higiene, trânsito, entre tantas outras? Outras matérias de cunho estritamente pessoal e intransferível, como religião, são, e sempre serão, de responsabilidade dos pais. Imaginem uma aula em que se apresente às crianças cantigas ou versículos bíblicos e/ou pontos de umbanda? E se os pais forem evangélicos? Se forem espíritas? Se forem umbandistas? Se forem candomblecistas? Se forem católicos? Se forem islamitas? Se forem judeus? E se forem ateus? Seria uma agressão àquela coletividade estudantil e a seus pais, pois esses podem professar qualquer religião e ninguém tem o direito de impor às crianças outra doutrina. Doutrinar crianças ao invés de as impulsionar em seus talentos e descobertas é muito torto até pra nossa cidade, que tem se mostrado tão conservadora. A escola foi feita para transmitir educação básica, nada mais. Deixem as questões d’alma com os pais. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Congresso Vendo o imbróglio promovido pelos 513 deputados federais e 81 senadores que juntos formam o Congresso Nacional brasileiro, chego à conclusão de que as pessoas do Congresso Nacional existem para resolver problemas que não existiriam se não fossem essas mesmas pessoas. Pedro dos Santos Neto - Santos No Gonzaga podeQuero expor objetivamente um absurdo que acontece não durante o dia, que é o tolerado pela lei, mas durante a noite, o que é acintosamente ilegal: uma construtora em plena Rua Euclides da Cunha (ao lado do 94), Gonzaga. não respeita horários nem limites, expondo seus trabalhadores além das 20 horas com serras, marteladas e recepção de caminhões de concreto infernalmente barulhentos. Na sexta-feira dia 17, a tortura pública não tinha fim. Atravessou as 20h30. Isso é um insulto aos vizinhos, um desrespeito escandaloso às leis municipais e federais (Justiça do Trabalho, INSS, etc). Onde estão os fiscais? Não podem dizer que não viram, não escutaram e nem sabem onde fica a construção em andamento porque não fica nos cafundós de Santos, mas logo ali, ao lado dos barzinhos onde certamente todos vão curtir sua happy hour diária. Quem vai enquadrar esse construtor que atropela limites humanos de seus trabalhadores e vizinhos? Se fosse um pequeno empreiteiro fazendo um simples muro, com certeza sentiria o sopro nas orelhas dos fiscais. Mas construtora no Gonzaga ah... essa pode. NÉLSON MACHADO - Santos Se quisessem...As tais pedaladas fiscais, na verdade, eram apenas um golpe numa presidente eleita pelo voto e na democracia do Brasil. Depois, houve a farsa da prisão de Lula e toda Operação Lava Jato, que não puniu quem deveria ser condenado e deu um golpe nos direitos humanos e na nossa democracia. Em seguida, a suposta facada fake que não tinha um pingo de sangue, mas muitas tramoias e golpes. Por fim, um presidente clamando por golpe militar, falando asneiras sobre as urnas eletrônicas sem nenhuma prova e vociferando diariamente por quatro anos contra as instituições democráticas. Tudo isso poderia ser apurado se a grande mídia nacional não tivesse esquecido como se faz jornalismo investigativo... Rafael Moia Filho - Bauru (SP) À margem Fala-se muito em moradores de rua, especialmente quando o número cresce assombrosamente como agora e em alguns casos acaba virando manchete de jornal, mas urgem medidas sérias para conter o crescimento desse número de abandonados e muitas vezes vítimas, desavisadas da toxicodependência como tentativa de fuga da realidade. Almeja-se que o poder público socorra os mais necessitados, mas que seja um socorro honesto, sincero, sem demagogia e que atenda às reais carências daqueles que vivem à margem da sociedade. Um grupamento humano não progride e não evolui social, moral e economicamente sob o signo da socialdemagogia de palanque, de interesses outros e de casuísmos eventuais ou profissionais. Carlos Delphim N. da Gama Neto - Santos Greve dos metroviários A greve é um direito de todo trabalhador. Mas a forma que os metroviários de São Paulo iniciaram a paralisação deles foi desleal com os usuários. Fizeram a greve para pegar a todos de surpresa, quando o certo é anunciar a decisão da assembleia e paralisar 72 horas depois, para que todos pudessem se reprogramar. A falta do bom senso das lideranças do sindicato faz com que, em vez de ganhar a simpatia da população, haja uma revolta coletiva e a privatização do serviço seja defendida. James dos Santos Soares - São Vicente