[[legacy_image_217346]] Poder e violência Gostaria de registrar aqui meu total repúdio a toda forma de agressão, seja de que lado venha. Quer em matéria política, quer no âmbito do esporte ou da religião, a atitude agressiva não faz sentido. Só o respeito às instituições, às leis e, sobretudo, ao outro ser humano que temos diante de nós pode nos conduzir a um mundo melhor. Há não muitos anos tínhamos deputado ex-terrorista nas fileiras do PT. Hoje, um desnorteado que se diz de direita atira na Polícia Federal. As siglas - tantas e em quantidade tão desnecessária - praticamente perderam seu significado ideológico e hoje todos brigam por estar no poder. Promessas sem possibilidades de cumprir de ambas as partes e o dinheiro público do orçamento futuro orientado para a vitória eleitoral. A Justiça abdicando do princípio da inércia e passando a agir de ofício, antecipando aquilo mesmo que alega querer impedir, atuando como se vivêssemos numa ditadura togada. Nada disso, porém, justifica a violência. Sempre haverá os meios próprios, dos pesos e contrapesos dos poderes para se chegar de volta à verdadeira democracia. Reinaldo Ferreira Mota Junior - Praia Grande Escolhas Escrevo em 24 de outubro, Dia das Nações Unidas e início da Semana Nacional do Desarmamento. Infelizmente, não nos dizem respeito tais comemorações. Unida, nossa nação não é. Fragmentada à exaustão! Desarmamento? Amplo é o noticiário hoje publicado, - e está na mídia internacional- sobre determinada resistência à prisão de político, com armas conceitualmente catalogadas como de guerra. Usos restritos. Irrestritos, aos acima da lei, estes que entendem poder fazer tudo o que lhes convenha. Triste, Brasil! Razão assiste a dom Orlando Brandes, enfatizando: Pátria Amada, ao invés de pátria armada. Armada também a confusão instaurada e instalada. Escolhas? Se não há o quê, ou a quem escolher, não há escolha! Comparativamente a países, onde há pena de morte, é caso de perguntar, -justificando este chiste-, em último desejo a condenado: prefere ser decapitado ou eletrocutado? No Brasil, em tese, não há pena de morte. Imagine-se se houvesse! Imaginação passa a configurar cenários melhores: anulação das eleições! O Código Eleitoral prevê a hipótese, no Artigo 224. Ora, se os próprios passados condenam - pela opinião pública - candidatos, qual futuro deles pode ser esperado? Então, afigura-se o presente, como momento histórico, e nas mãos do povo esteja a solução para os destinos do Brasil. Começar de novo. Errar menos. Ou, se Deus permitir, nem errar! É tudo isto, legalmente possível! Orar pois, cada qual na sua crença, pelo país humano, justo, civilizado, pacífico, sem ódios, preconceitos ou discriminações, enfim, a pátria saudável que almejamos! Senhor: salvai o Brasil! Luiz Flavio Martins de Andrade - Santos Homenagens Participei, no último dia 23 de setembro, de homenagens, in memorian, a renomados professores de Odontologia de nossa cidade, Walter Denari e Mário Sérgio Sandoval, que tiveram seus nomes perpetuados em duas clínicas geral e de especialidades, em uma grande universidade da região. Esses mestres amados e sempre venerados por seus alunos deram uma grande contribuição na formação de mais de 1.500 acadêmicos que lá colaram grau, além de atualização profissional a cirurgiões-dentistas que buscaram aperfeiçoamento em seus cursos de pós-graduação. Parabéns às famílias dos homenageados e à coordenadora de ensino, Rosângela Aló Maluza Florez, pela iniciativa. Mario Roberto Leite Augusto - Santos Dia do Médico Faz o leitor João Horácio Caramez comentário que mais parece uma crítica à carta publicada no dia 18 (Dia do Médico), de autoria do ilustre dr. Leal, pessoa da mais pura e incontestável idoneidade, a quem conheço muito bem. Invocar que deixa o Digno Dr. Leal transparecer certa desilusão como é tratada a classe médica, invocando a medicina dos anos de 1792 e 1750, realmente, não me parece nada razoável. Menciona William Osler para dizer que “a prática da Medicina é uma arte. Não um comércio; um chamado, não um negócio etc”... Com toda franqueza, todos sabemos o quanto a classe médica vem, há muito, sofrendo para cuidar dos que necessitam da medicina; agora, viver apenas da arte só se o médico fosse um ator de televisão. Tenho uma filha médica e sei bem o quanto ela batalhou para chegar onde chegou, do quanto me privei para custear seus estudos, caríssimos. Mas tudo bem, agora vou dizer para minha filha viver apenas da “arte da Medicina”. Já dizia minha falecida mãe: “valha-me Deus. dr. Leal, continue na sua luta”. Feliciano Rodrigues Frazão - Santos