[[legacy_image_232243]] CaramujosJoão Otávio doa sua chácara que vai da Avenida Bartolomeu de Gusmão até a Avenida Epitácio Pessoa para Ensino Técnico gratuito, de qualidade, em memória de sua mãe, a escrava Escolástica Rosa. Deixa 74 imóveis garantindo esse legado até a eternidade. Nomeia como gestora responsável a Santa Casa. Ele era provedor à época. A sala da provedoria se chama João Otávio. Há um quadro com sua imagem na sala. Testamento registrado em cartório. Há uma loja maçônica João Otávio em sua memória. Há uma monografia de Júlio Conceição com todo histórico. Apesar de toda a luta de alunos e professores atuais e ex, apesar de toda divulgação e luta pela verdadeira história no Executivo, Legislativo, Judiciário e imprensa. Apesar de processos no Ministério Público Civil desde 1997, reivindicando o legado, chegamos a esse máximo desrespeito evidenciado na publicação do jornal sobre os caramujos africanos, mato. lixo etc., questionado também pelo leitor Bruno em 22 de dezembro. Até quando? Izabel da Silva - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Reflexos Nos noticiários, na maioria das vezes somos bombardeados por más notícias - relatos de guerras, caos, violência, desastres e outras situações devastadoras. Sofremos um impacto pessoal profundo pelo que vemos refletido pela mídia; é fácil entender como as pessoas podem se tornar inseguras e deprimidas. Os noticiários nos mostram muitas coisas ruins, mas será que tudo no mundo é tão mau assim? Não, é claro que não! Todos os dias conhecemos pessoas prestativas e bondosas, que aparecem para nos ajudar quando precisamos; interagimos com profissionais, como médicos, enfermeiros e bombeiros, que estão lá para ajudar os cidadãos e a sociedade - todos os dias, sem exceção. O mundo decididamente não é tão sombrio e sem esperança como a mídia parece querer que acreditemos. João Horácio Caramez - Santos O verde gera lucro Nós as temos em vários setores, pena que a divulgação das ações que elas fazem não seja maior. Sabemos que as desgraças são mais chamativas em todos os meios da mídia. Notícias como essa deveriam ser mais difundidas. Um cidadão está ganhando muito dinheiro com a mata em pé, com os créditos de carbono, e está tentando que seus vizinhos façam o mesmo. Segundo ele, vale mais a mata em pé do que deitada, como toras. Ele tentou a pecuária, que não deu certo, a agricultura também não, enfim, começou a replantar os terrenos que tinha. Hoje ele está muito contente com o resultado de sua opção, do replantio de árvores, e recuperou nascentes de água. Além dos créditos de carbono, também ganha dinheiro com bioeconomia dessa mata, mais de R\$ 60 mil por ano. Ele pretende comprar mais terras e continuar a fazer replantio de árvores, já que junto com ele tem mais fauna e mais flora além de mais dinheiro. Fernando Martins Braga - Santos Módulos solares Importante exemplo educativo do Grupo Tribuna ao implantar 68 placas de energia solar em seu prédio de modo a gerar economia de energia elétrica com sustentabilidade e revertendo o que sobrar de energia para a própria rede da concessionária. Seria bom que as companhias de energia elétrica isentassem totalmente de pagamento da conta de luz os que produzem sua própria energia renovável, pois estão contribuindo com o meio ambiente e gerando mais recursos para o aproveitamento racional da água. Inclusive todos os prédios públicos deveriam seguir este exemplo de painéis solares e de cisternas. Outra ideia excelente é o aproveitamento em prédios e residências da água das chuvas, com a instalação de cisternas que podem utilizar esta água captada em limpeza e nos vasos sanitários. Vamos apoiar essas iniciativas, esperando que o poder público barateie o custo destas instalações sem cobrança de impostos e dando incentivo tanto à energia solar como às cisternas. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Resposta Em resposta ao sr. Silvio Luiz Millon Fontes sobre a carta publicada sábado neste espaço, economistas independentes acreditam que o estouro das contas públicas nesse momento vai gerar mais inflação e alta de juros. E quando isso acontece, os que mais sofrem são os mais pobres, pois tudo isso causa desemprego e miséria. O Bolsa Família já estava garantido, independente da votação da PEC. Por decisão do ministro Gilmar Mendes, os benefícios destinados a garantir uma renda mínima aos brasileiros foram excluídos do teto de gastos dias antes da votação. Sobre o aumento de salário, a votação foi de forma simbólica, sem a opção de voto individual. Quero ressaltar que sempre votei com convicção própria. Meu papel enquanto deputada é zelar pelo cuidado de todos e não usar a miséria como artifício para provocar um rombo fiscal no País. Rosana Valle (PL), deputada federal