[[legacy_image_240999]] Já começou... Após 18 dias de governo, a alta comitiva do Ministério da Fazenda embarcou para a Suíça, um país com 12 milhões de habitantes. Davos, a cidade-sede do Fórum Econômico Mundial, conta com 11 mil moradores, altitude de 1.500 metros, temperatura negativa nesta época do ano e muita neve. Por que ir à Suíça para falar em nome do nosso país continental? Qual o propósito do evento e seus resultados? O Brasil tem uma dívida de R\$ 7,8 trilhões, 30% da população enfrentando a fome, além da miséria e analfabetismo. Não poderia ser on-line o encontro? Ou a farra já começou? Valter José Vieira - São Vicente Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Ditados popularesA cada leitura das cartas publicadas neste espaço nos dias atuais, eu me convenço da sapiência e da lucidez das pessoas de antigamente com seus ditados imperecíveis e sempre atuais. Dentre eles, listo apenas três para não complicar as coisas: “para bom entendedor, meia palavra basta”, “os semelhantes se atraem” e “o pior cego é aquele que não quer ver”. Carlos D. N. da Gama Neto - Santos Liberal? Claro que parcerias com o setor privado são importantes, desde que os ônus e os bônus sejam igualmente divididos. Leio, em trecho da matéria do último sábado sobre a possibilidade de a Autoridade Portuária injetar recursos na construção do túnel Santos-Guarujá, que o governador Tarcísio Gomes de Freitas já avaliou “como uma espécie de plano B fazer a obra do túnel com recursos do Tesouro do Estado, para depois conceder a operação da ligação seca. Contudo, o empreendimento, cobrado há décadas pela população, tem valor presente líquido (VPL) negativo ou seja, não daria retorno financeiro ao setor privado sem aporte do poder público”. Ou seja, era ou não chantagem o fato de dizer que, se não desestatizar a gestão do Porto, não tem túnel? Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Brasil com leis Autoridades deste governo estão mostrando que o Brasil vai voltar a ter leis. Talvez a turma bolsonarista, que tinha no (des)governo anterior um palco de horrores, já sinta que o país vai voltar a ter leis para serem cumpridas. Como se não bastasse essa turma apoiar uma pessoa que desgovernou o país por quatro anos e tudo o que ocorreu em Brasília no dia 8 de janeiro, centenas de golpistas arruaceiros que agora estão na Papuda e na Colmeia reclamam das condições da cadeia. Talvez eles achassem que, se fosse em um governo igual ao anterior, haveria mordomias na prisão. Enquanto isso, o ex-presidente segue nos Estados Unidos, pensando que vai ficar tudo por isso mesmo. Está muito enganado. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Transporte urbano Tenho reparado que, de uns meses para cá, a Piracicabana colocou em circulação inúmeros veículos novos no transporte coletivo municipal e intermunicipal, o que é louvável. Entretanto, os ônibus novos são dotados de apenas uma porta de desembarque, tanto os de chassi curto como os de chassi longo, o que não acontecia nos veículos mais antigos. Além de sufocar os passageiros e tratar o desembarque como matadouro de bois, em qualquer caso de insegurança dentro do veículo, sejam brigas ou simples desentendimentos, pode haver um tumulto e o desembarque por uma única porta acabará se tornando uma tragédia. Será que pedir dignidade àqueles que tanto sofrem com o transporte público seja demais? Sem contar a tortura que é embarcar em veículos lotados e sem ar condicionado. Alguém pode explicar ou isso é inexplicável? Nicola Granato - Santos Reindustrialização Como poderemos tentar a reindustrialização do País sem mão de obra especializada? Vemos hoje a Fiesp fazer propaganda mostrando os seus cursos do Sesi e do Senai. Pois bem, em Santos, ela mantém as aulas em um prédio alugado na Avenida Senador Feijó. São poucas vagas. O antigo presidente Paulo Skaf afirmou que já tinha entregue à Prefeitura de Santos o projeto para a nova escola do Senai na Ponta da Praia. Até ao momento, não se sabe se esse projeto foi entregue de fato ou não. Enquanto isso, os jovens de nossa região estão aguardando há muito tempo o desejo de terem uma profissão que lhes dê um rumo, tendo a educação profissional como trilha. Fernando Martins Braga - Santos