[[legacy_image_223788]] Guarda Civil Preso foragido que ameaçava pessoas na orla foi o título de uma quase minúscula nota deste prestigioso jornal. Um indivíduo alterado, gritando e portando um facão, intimidava transeuntes na orla do Boqueirão, perto da Concha Acústica. Era foragido da Justiça e foi preso pela Guarda Civil Municipal de Santos. Essa corporação, que se desdobra no atendimento à nossa população, nos mínimos e mais relevantes aspectos, quando criticada, a maior parte das vezes de forma injusta, por absoluta falta de conhecimento da abrangência do seu trabalho, é contemplada com espaço maior, inclusive nesta democrática coluna. Mas seus feitos, exercidos no dia a dia e que podem ser provados documentalmente, parecem não ter repercussão e interesse. Uma pena! Só em São Paulo, por volta de uma centena de municípios está criando, armando, modernizando e ampliando as suas guardas municipais. Significado claro da sua importância para a área da segurança pública. E Santos à frente, dá o exemplo. Obrigado, GCM. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Gastos e coerência Dois textos me chamaram a atenção no sábado. Um dos articulistas percebe que o País pode entrar em parafuso diante das tentativas de explosão de gastos, sem fonte de recursos, que Lula quer implantar e teme pela democracia com a volta de Bolsonaro, deixando subentendido que tem sido ameaçada. Seria oportuno que fosse explicado quando ela o foi, e se foi, se ocorreu nos moldes da tentativa do Lula e Gilberto Gil em controlar a mídia, que não aconteceu devido à forte pressão popular, ou quando ele quis expulsar um repórter por dizer que ele bebia demais. E no segundo texto, o leitor quer que os gastos aconteçam e que o mercado, através de uma varinha de condão, encontre outro meio de ganhar dinheiro, repetindo o que tem dito o neófito em economia, Lula. Quando o governo gasta além da conta vai buscar dinheiro no mercado, que empresta a juros, que sobem/descem na mesma proporção das incertezas da inadimplência governamental, aumentando/diminuindo a dívida pública e impactando a economia. Quanto aos demais preços, como a lei da oferta e da procura não dá para ser revogada, vão continuar a subir ou baixar, dependendo da escassez motivada, atualmente, pela guerra. Portanto, não existe mágica, somente falta de bom senso e fala populista em demasia. E a propósito, congelamento de preços não funciona, como já testemunhamos. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Copa de 66 Quando chega a época da Copa do Mundo de futebol, me vem à lembrança a de 1966, na Inglaterra. Eu tinha 8 anos e morava na Rua Itororó, 78, no Centro de Santos, e meu pai me levou na Rua General Câmara, ao lado da Praça Mauá, onde tinha um enorme placar elétrico mostrando um campo de futebol com lâmpadas simbolizando os jogadores e caixas de som. O narrador, ao detalhar a jogada, acendia a lâmpada mostrando qual jogador e qual local do campo estava a bola. Era uma emoção muito grande, pois era uma transmissão ao vivo e inédita para milhares de torcedores presentes. A cada gol marcado, era uma festa, com fogos e muita gritaria. Afinal, o Brasil era bicampeão mundial, mas veio a decepção, quando Pelé foi caçado em campo e saiu contundido. Além disso, houve duas falhas do saudoso goleiro Manga e fomos eliminados por Portugal. Tinha outro placar no Gonzaga, em frente à Fonte Nove de Julho, e nunca encontrei ninguém que confirmasse essa história que faz parte da minha vida. Oswaldo Martins Neves Jr - Santos CET pra quê? O que de fato faz essa empresa pública, criada pela Lei 1.366, de 13 de dezembro de 1994, modificada após a Lei 9.503/97 e reorganizada pela Lei Complementar Municipal 299/98? Além do sistema viário, ainda é responsável pelo gerenciamento, planejamento e fiscalização do trânsito no Município? Fiscaliza? A quem devemos recorrer (ou implorar) para que uma função sua, que deveria ser básica, seja cumprida? Quem vai acabar com a zona de conforto das motocicletas que não param mais nos semáforos? E das bicicletas que voltaram para as calçadas? Por que a mesma eficiência na aplicação de multas registradas pelos radares não se repete na fiscalização das motocicletas e bicicletas transgressoras? Faltam agentes? Faltam viaturas? Falta vontade? O que falta? Uma fatalidade? Nunca viram, souberam ou ouviram falar dos absurdos que vêm sendo praticados nos semáforos e calçadas? Alexandre Buciano Gobbi - Santos