[[legacy_image_248495]] Conviver com o diferente O bolsonarismo, apesar da chatice que esse assunto já está causando em muitos, continuará sendo comentado e discutido até em muitas faculdades do país por professores. Muitas teses serão elaboradas sobre o assunto. Minha opinião é que existem dois tipos; o bolsonarista, aquele que mesmo achando que os quatro anos do ex-inominável foram um desastre em tudo ele o defende por ter ganho financeiro e com sua reeleição continuaria ganhando e isso é o que lhe interessaria, e o outro é o bolsoloide, aquele que ficou plantado em frente ao quartel pedindo intervenção militar e outras baboseiras, e que não aprenderam nada da história recente, usam e precisam do estado mas continuam com um pensamento atrasado, achando que a política não presta e a “democracia” tem que acabar. Enfim, conheço alguns admiradores desse bolsonarismo e teremos que aprender a conviver com eles, estudá-los e dar-lhes a devida resposta – como faço agora nesta coluna àqueles que diariamente aqui opinam sua insensatez com o atual governo, que em menos de dois meses já mostrou a diferença e porque teve que voltar a governar a todos nós. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Assistência às vítimas Em 2021, choveu muito na Bahia. Foram dezenas de mortes e milhares de desabrigados. Por sua vez, Bolsonaro acabou flagrado andando de jet ski em Santa Catarina e foi categórico em dizer: “espero não ter que retornar antes do feriado de Réveillon”. Agora, em 2023, a chuva chegou forte ao Litoral Norte de São Paulo e o presidente Lula interrompeu o feriado de Carnaval e seguiu para a região atingida pelo forte temporal para dar assistência às vítimas da tragédia. Por essa e outras razões, eu faço o L. Esse presidente, sim, me representa. Gilberto Pereira Tiriba - Santos São Pedro é o culpado É interessante que todo ano chove muito aqui na Baixada Santista, mas os políticos sempre têm uma carta na mão para terceirizar a culpa a São Pedro: “nunca choveu tanto assim”. Seria como se vivêssemos no planeta Marte, onde não chove ou a chuva é desconhecida por lá. O que vemos são gastos inúteis, como se gastassem centenas de milhões em píeres, enquanto as galerias de águas não são anualmente limpas ou comportas para segurar as águas não são construídas. E por que é assim? Porque o que os mesmos políticos dizem é: o que está abaixo da terra o povo não vê e não aplaude. Franz Josef Hildinger - Praia Grande Poupatempo Gostaria de deixar registrada minha queixa sobre a falta de ar-condicionado no Poupatempo. Segundo os funcionários, desde o fechamento por conta da pandemia, não ligaram mais os aparelhos, alegando que estão com defeito. Funcionários e clientes extremamente desconfortáveis, sala dos médicos com ventiladores. Segundo o médico que me atendeu, a Vigilância Sanitária deveria intervir, pois o risco de contaminação de doenças é muito maior sem o ar-condicionado. Colocaram alguns climatizadores barulhentos que não refrescam nada. Maria Tereza Giordan Goes - Santos Comboios Gostaria de uma resposta por parte das autoridades sobre a fiscalização dos comboios, que só geram conflitos, fura-filas, brigas, ultrapassagens desnecessárias e perigosas (pois as pessoas querem recuperar o tempo perdido). Por diversas vezes peguei o comboio e a neblina não justificava tal operação, pois havia visibilidade a mais de 500 metros. Quem responde? Ecovias? Governo do Estado? Sérgio Gonçalves - Santos Caça autorizada? Um adolescente delinquente de 15 anos assassina uma senhora idosa de 84 anos e um dos investigadores envolvidos no caso desse latrocínio confirma que o jovem foi entregue aos seus pais, já que não havia nenhum mandado de apreensão contra ele. Já em Sete Barras, cinco homens foram presos pela prática de caça ilegal. A pergunta que fica é: a caça de seres humanos está liberada? Realmente a democracia é o melhor sistema de governo, mas para quem? Só Deus na fita… João Horácio Caramez