[[legacy_image_201243]] A carta Não sou e nunca fui petista, não voto no Lula, não sou mau caráter e muito menos burguês. Tenho muita pena desse “jornalista” que escreveu que a Carta é uma encenação. A história vai provar que esse “jornalista” perdeu a consciência e a inteligência. Jorge Silveira - Santos Insegurança É fato que não há mais polícia nas ruas da nossa Cidade. Eu não vejo uma viatura faz tempo, principalmente aqui no Boqueirão, onde os assaltos acontecem até em plena luz do dia. Os casos mais recentes, filmados e postados nas redes sociais, mostram bandidos fazendo vítimas nas ruas Ivampa Lisboa e Minas Gerais. Se houvesse um policiamento ostensivo da PM, os marginais não agiriam com tanta tranquilidade. Mais um exemplo da insegurança que nos cerca foi noticiado neste jornal, na edição de quarta-feira, quando bandidos assaltaram uma farmácia a apenas 100 metros do Batalhão da PM no Canal 6. A pergunta é: até quando ficaremos à mercê dos bandidos? Não duvido que chegue o dia em que não poderemos mais sair de casa. A PM deve responder, como sempre, que faz rondas com frequência, mas não é o que se vê no nosso dia a dia. Tristes tempos! José Luiz Carbone - Santos 5G Como tenho falado aos prefeitos, prefeitas, secretários, secretárias, gestores e gestoras pelo Brasil, o impacto do 5G nos municípios será brutal. Enquanto não existir uma discussão séria, envolvendo os municípios, continuaremos apenas na retórica e, lamentavelmente, a logística reversa continuará emperrada, apenas com arremedos como o Recicla+. Por ora, o avanço da sanha “consumista” está sobretudo nos celulares, mas logo chegará nos eletroeletrônicos de grande porte (volumosos), sem qualquer estratégia da indústria e do comércio para o retorno do usado. E, como sempre acontece, somente os municípios ficarão com o ônus de recolher as sucatas descartadas nas ruas. Sidnei Aranha - Guarujá Semana de Arte Parabéns às pessoas que se envolveram na Semana de Arte Transmoderna (SAT22)! Além de todas as atividades artísticas que aconteceram na cidade, a Estação da Cidadania de Santos e o Museu do Café também receberam artistas das cidades da Baixada Santista, que se inscreveram para a SAT22, que mudou a história da nossa região. Assim como em 1922, muitos obstáculos foram superados pela SAT22, por acreditarmos na importância da arte na vida de todo ser humano. Artistas, técnicos, voluntários, entidades, associações e movimentos se uniram para mostrar a potência da arte e a capacidade de união e solidariedade, em especial para relevar a arte periférica, a cultura que existe em cada canto, a força da cultura negra por mais que se tente ocultar. Obrigada a cada um que colaborou na organização do espaço para receber a SAT22. Vocês foram e são imprescindíveis. Tivemos dias intensos, dias de encanto, encontros, revelações, de alegria, superação e luta, antes e durante a SAT22. Que venha a próxima! A arte salva! Cidinha Santos, Elis Granado e Luiz Soares de Lima - Santos Estado mínimo A ideia de estado mínimo para o Brasil precisa ser reformulada porque temos uma população que necessita e depende dos serviços públicos. O que poderia ser feito é cortar despesas desnecessárias do Estado para assim reduzir a carga tributária. Bolsonaro, enquanto esteve no Legislativo, evidenciou a não necessidade do gasto com assessores. Quanto se gasta no Brasil com assessores, comissionados, que são inúteis ao Estado? Mas os seus salários são enormes comparando-se com o de um servidor que está na linha de frente dos serviços essenciais. Nem sempre diminuir os serviços realizados pelo Estado resulta em economia como é o caso de lançar mão das terceirizadas. É muito difícil encontrar num processo de licitação onde fica evidenciado a vantagem de contratar um particular quando o Estado, por meio da sua força de trabalho, poderia fazer a mesma atividade. O problema, muitas vezes, não é só em razão da incompetência e da corrupção nos poderes executivos e legislativos, mas nos órgãos de controle externos. O estado mínimo deveria ter como princípio enxugar custos desnecessários e não as atividades necessárias. Franz Josef Hildinger - Praia Grande