[[legacy_image_208410]] Reconhecimento Embora muita gente fale que ele é marrento e vaidoso, é por que não sabem como a vida dele foi difícil. Vi ontem num canal de televisão como ele é simples e humilde ao discorrer como foi a sua trajetória até atingir a fama, e como sentiu a falta de seu pai. Já se sabia que ele tinha um bom coração, pois não permitiu que um seu colega fosse mandado embora do clube onde jogavam por falta de cama. Ele se ofereceu para que esse colega dormisse na sua. Hoje, vejo que ele procura pessoas, que quando ele tinha 12 anos, junto com alguns de seus colegas de clube, quando estavam com fome, iam pela parte dos fundos do quiosque do McDonald’s, que ficava perto do Estádio José Alvalade, em Lisboa, onde viviam e pediam se tinham sobrado alguns hambúrgueres. Ele era sempre o último. Nesse quiosque, trabalhavam três moças, que ele agora famoso gostaria de agradecer-lhes, por ter matado a sua fome. Ele disse que não as conseguia encontrar. Mas uma emissora de televisão encarou a missão de procurá-las e uma delas foi encontrada – hoje tem um filho com 12 anos, a mesma idade de Cristiano Ronaldo. Ela disse que ele era muito acanhado, ficava sempre por último. Bem, hoje ele é uma lenda no futebol, mas continua humilde, assim como são os grandes homens. Fernando Martins Braga - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! José Bonifácio Vez por outra leio críticas ao comentarista Alcindo Gonçalves por seu viés de democracia social. E recordo que o Brasil, nesse assunto, pouco mudou desde 1822. José Bonifácio, com sua cultura do iluminismo europeu, chegara ao Brasil disposto a fazer deste país uma grande nação. Seria um comunista nos dias de hoje, com Bolsonaro querendo destruí-lo. Bonifácio pensava integrar na constituinte de 1823 a libertação dos escravos, um patrimônio privado. Uma aberração contra o direito de propriedade. Proporcionar educação para os libertos e dar-lhes terras, ou seja, pequena reforma agrária, para que pudessem sobreviver da sua agricultura. Não se sonhava em meio ambiente e ele já pensava em proteger florestas. Bom, depois de fortes entreveros, Pedro I dissolve a Assembleia Constituinte, com o apoio do Exército, da elite e do Centrão da época. Os irmãos Andradas são presos, deportados e em 1824, enfim, Pedro I impõe outra carta, acolhendo os interesses dos mandatários do país. Em 1831, antes de voltar a Portugal, Pedro I, arrependido, nomeia Bonifácio, que já voltara do exílio, como tutor de Pedro II, então com 5 anos. Outra vez o centrão se rebela, aventando que Bonifácio infundiria na cabeça do jovem Pedro II suas avançadas ideias Pouco mais de um ano depois, Bonifácio é destituído da tutela e se recolhe triste e amargurado para o Rio de Janeiro. O corpo exposto durante uns dias na Igreja da Ordem Terceira do Carmo, no Rio de Janeiro, é trazido por sua filha para Santos, onde é sepultado na Igreja de N. S. do Carmo. E daí para o hoje conhecido Panteão dos Andradas em 1923. E eu me quedo a refletir que aquele sábio intelectual, cientista e político, de visão esquerdista ainda nos dias de hoje, tenha pensado um Brasil grandioso dois séculos atrás, embora Marx ainda fosse criança nos anos de 1823. Oxalá, daqui mais 200 anos, as gerações futuras livres do pensamento reacionário que continua predominante nos tempos presentes tenham conseguido construir o Brasil sonhado por Bonifácio. Raimundo Andrade Simões - São Vicente Ponta da Praia A Ponta da Praia ficou muito bonita após as reformas, porém correções precisam ser feitas. Atualmente, há um grande número de canoas havaianas ocupando espaços públicos. Quando tem ressaca ou ventos fortes, elas se tornam perigosas, podendo atingir pedestres e esportistas. Por que deixam canoas em espaços públicos? São amigos do rei? Nada contra este lindo esporte e sim com a enorme desorganização. Adriana Salvino - Santos Polêmicas e fakes Jogando fakes e maledicências, acético e acéticos despolitizados, fanáticos seguidores, que colocam culpa dos problemas do País, em se tratando da questão ideológica, nos comunistas e esquerdistas quando, na verdade, tivemos de 2018 para cá um desgoverno que utiliza a bandeira verde amarela para esconder os destinos do País sem rumo, com um modelo de gestão inútil, insano. A verdadeira força da nação é pela união dos idealistas no combate à corrupção, negacionismo e outros malefícios. Armindo Carvalho Forganes - Santos