[[legacy_image_219167]] Pesquisa IPAT Gostaria de deixar uma sugestão ao sr. Alcindo Gonçalves e aos demais diretores do IPAT. O trabalho do instituto é bom, mas penso que ao fazerem pesquisas de eleições estaduais e nacionais, não fizessem somente nos 5 municípios mais populosos da Baixada. Seria bom fazer nos nove, entrevistando, se possível, 3.000 pessoas. Sei que pesquisa não decide eleição, mas fazendo em todos os municípios, mostra um retrato de momento mais fiel sobre o desempenho dos(as) candidatos(as). Pensem nisso para 2026. James dos Santos Soares - São Vicente Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Perdeu para si mesmo Como nunca antes na História, vimos um candidato à Presidência da República que não perdeu para o adversário. Não. Conseguiu perder para si próprio. Eleito há quatro anos com enorme popularidade e esperança de mudanças profundas na política, em vez de governar preferiu passar o tempo dando voz a provocações, a portar-se como moleque diante de situações graves e importantes, e a dar munição para os adversários contra ele próprio. O maior cabo eleitoral do Lula foi o próprio Bolsonaro. Colheu o que plantou. Esperemos que, para 2026, possamos contar com candidatos limpos moralmente e preparados psicológica e tecnicamente. Reinaldo Ferreira Mota Junior - Praia Grande Eleição Parabenizo os eleitores que não se deixaram enganar pela propaganda falaciosa e pelo uso despudorado da máquina e verbas públicas para favorecer o candidato saudosista de 1964 no pleito. Estranhamente, no dia da eleição, a Polícia Rodoviária Federal, comandada por notório bolsonarista, resolveu fazer operações, principalmente em regiões onde no primeiro turno a oposição venceu, atrasando ao máximo o deslocamento de eleitores em trânsito, evidenciando o péssimo caráter desse governo, que para alívio dos brasileiros de bem, dos verdadeiros patriotas que repudiam o fascismo, foi derrotado. Venceu o candidato que criou o Samu, e perdeu o candidato que imitou com deboche alguém sufocado por covid-19. A partir de janeiro, vida nova, por mais livros e menos armas. Richard Ghibu - Santos Esperança e medo O dia 30 de outubro de 2022 ficará marcado na história do Brasil como a eleição mais acirrada da história. Com uma diferença de quase 2 pontos percentuais dos votos válidos, num momento de extrema polarização política da nação, onde uma ampla frente democrática venceu um perigoso adversário que flertava de forma contumaz com arroubos ditatoriais. Como há 20 anos, a esperança venceu o medo outra vez. Bolsonaro utilizou toda a máquina pública do Estado para tentar conseguir vencer o pleito, mas, felizmente, não conseguiu. Neste domingo, os brasileiros democráticos deram novamente um voto de confiança ao agora presidente eleito Lula para mudar o Brasil com o desafio de nos levar ao caminho do desenvolvimento sustentado, ressurgimento no cenário internacional e pacificação de nosso povo. Finalmente, nosso sistema eleitoral mais uma vez fora motivo de orgulho para nossa Pátria e exemplo para as demais democracias ao redor do mundo. Já o TSE está de parabéns pela realização de um trabalho excepcional durante o segundo turno das eleições, assim como no primeiro turno, e pela rapidez na apuração dos quase 124 milhões de sufrágios em pouco mais de 3 horas. Mas, certamente, os maiores vencedores dessas eleições foram os brasileiros que, de forma organizada e pacífica, exerceram seu sagrado direito constitucional do voto. Luffe Bittencourt - Santos Sérgio Luiz Corrêa Um grande jornalista nos deixou, Sérgio Luiz Corrêa. Tive a sorte de conhecê-lo quando estive como diretor social e cultural do Santos Futebol Clube (2000-2009). Sempre muito interessado nos clubes da região. Há alguns meses, tomamos um café no Balneário e estava feliz. Seu personagem, o Urubulino, perde seu alter ego. Que sua alegria e generosidade continuem na nossa lembrança. Vá em paz, irmão. Que Deus o receba na sua santa sabedoria. Eduardo Ribeiro Filetti - Santos