[[legacy_image_248057]] Avenida Rei Pelé Manifesto total apoio à sugestão do escritor Flávio Viegas Amoreira de mudar o nome de Presidente Wilson para Rei Pelé no trecho da avenida da orla que vai do Gonzaga até a Divisa de Santos com São Vicente. Ao se manifestar sobre o assunto na Tribuna Livre da última sexta-feira, Amoreira questionou de forma incisiva a homenagem prestada há 100 anos, pela Câmara Municipal, ao ex-presidente norte-americano, apontando diversas ações controversas de seu governo, sobretudo nas questões humanitárias. Corroborando com as considerações do ilustre articulista, entendo como descabida a atitude dos legisladores da época, posto que a História não registra qualquer ato relevante de Woodrow Wilson para com o Brasil e muito menos com Santos. É de se estranhar, portanto, que seu nome, desconhecido da maioria da população local, venha sendo perpetuado esse tempo todo em um dos pontos mais nobres da Cidade e também na principal avenida da vizinha São Vicente. Não sou torcedor do Peixe, mas como cidadão e eterno admirador do mito Pelé, que fez muito mais por Santos e pelo Brasil que qualquer embaixador, espero que as autoridades acatem essa reivindicação da comunidade, a exemplo do que aconteceu no Rio de Janeiro e na Capital Paulista, onde o Atleta do Século teve reconhecida a sua condição de personalidade mundial. No caso de dificuldades em função da existência de grande número de residências e comércios em toda a extensão da via, uma outra alternativa para preservar a memória do Rei seria dar seu nome à pista da avenida no sentido José Menino-Ponta da Praia, assim como foi feito na orla do Itararé, em São Vicente, que hoje homenageia o inesquecível piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna. É tudo uma questão de coerência. Joaquim Ordonez - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Tolerância Não tolerar corrupção, mentiras, injustiças e desigualdades faz parte de um movimento em favor da sociedade. Muitas pessoas não discutem política, elas ficam reproduzindo frases de outras sem buscar conhecimento de fato. Preferem propagar fake news. A dificuldade em aceitar diferenças faz com que seja uma ameaça àquele que não é semelhante, que como consequência gera um isolamento de grupos. Atualmente, devido à crise imigratória, também há casos de isolamento em relação a imigrantes e refugiados, que pelo impacto que podem causar nos países que chegam, passam a ser vistos como inimigos. No processo de colonização, as diferenças entre as populações que aqui viviam e os europeus foram motivos de muita violência e perseguição. Viver em democracia é saber respeitar o diferente, é ter empatia. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Barrado no jogo da BriosaEu me aposentei com 40 anos de trabalhos prestados e sempre acompanhei a Portuguesa Santista em todos os jogos que ela teve em casa. Sempre paguei o ingresso inteiro porque tinha certeza que estava ajudando o time. Mas agora, como aposentado, tenho que controlar as despesas e, como tenho direito a uma meia entrada, uso esse direito e peço a meia. Porém, nos dois últimos jogos, a vendedora me pediu uma carteira ou algo que provasse que eu sou aposentado. Informei a ela que não tenho nenhuma carteira informando que sou aposentado, somente o cartão do banco por onde recebo minha aposentadoria. Ela não aceitou. Fui na secretaria, mas de nada adiantou. Achei uma falta de respeito com um torcedor fiel que nunca abandonou o time. A diretoria da Portuguesa precisa se informar para não perder torcedores. Vou no banco solicitar uma declaração informando que sou aposentado para não me aborrecer novamente. José Fernando Pereira Gonçalves - Santos Mulheres Noticiários sobre agressões contra as mulheres me fazem lembrar uma das tantas frases de Júlio César: “Só covardes são corajosos com as mulheres.” Simples assim… João Horácio Caramez - Santos Animais na praia Gostaria de saber o que fazem os GCMs de quadriciclo, que veem os donos e os cachorros na água com seus donos em toda a área da praia. Eu tenho medo dos cachorros grandes sem focinheira. Eles não estão ali para policiar ou apenas fazer passeios à beira-mar. Meu medo tem razão de ser, pois já fui mordido por um desses animais e tive de tomar vacina contra a raiva, e como doi... Fernando Marins Braga - Santos