[[legacy_image_200758]] Censo IBGE Recebi uma agente do IBGE para realizar o Censo de 2022. Constitui a principal fonte de referência para o conhecimento das condições de vida da população em todos os municípios do País e em seus recortes territoriais internos. O IBGE pergunta sobre a vida, a moradia, a renda, o trabalho e a educação das pessoas. Existem três tipos de questionário no Censo 2022: o questionário básico, o questionário completo e o questionário de abordagem indígena. O meu foi o básico, demorou cerca de cinco minutos. Existente desde a época do Império, o Censo é a pesquisa que retrata a realidade do Brasil e dos brasileiros. Isso porque é a única pesquisa que visita todos os domicílios do País. Suas perguntas abordam renda, saúde, educação, emprego e mais uma gama de assuntos diversos. Assim, a pesquisa oferece um panorama para políticas públicas. Estranhei não me terem sido perguntado sobre minha escolaridade, profissão, religião, idade e outras questões importantes. Provavelmente tais informações irão somar-se às do questionário maior. Caleb Soares - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! País esquisito De início, parabenizo o jornalista Sérgio Luiz Corrêa pela excelência de seus artigos e lucidez com que descreve o rumo de nosso querido País. Somente desejaria acrescentar minha perplexidade diante de certos segmentos da sociedade que insistem em ofender nossa autoridade máxima, permitir que nossa Constituição seja jogada na lama pela disputa de poder e gritar a plenos pulmões o quão maravilhoso é o regime socialista ou comunista. Fico pasma que tais não enxerguem o direito que têm de gritar, reclamar, tripudiar, com liberdade de investir em seus próprios negócios, num verdadeiro processo democrático. Cospem no prato em que comem e não enxergam a verdade. Esse não é um País sério mesmo. Esquisito pela parte de seu povo que se deixa iludir pelas elocubrações macabras do Lobisomem. Iride Ribeiro Esteves - Santos Centro de Santos Leitor inveterado de A Tribuna, gostei da matéria sobre o Centro da nossa cidade. O caminho proposto me parece o correto. Com apenas metade de uma ilha, Santos tem poucos espaços para habitação e um centro semiabandonado me parece um desperdício insensato. A parte continental me parece mais um problema do que uma vantagem. Posso estar errado, pois não sou dono nem sequer inquilino da verdade, com a qual lembro-me sempre da pergunta de Jesus Nazareno: “A verdade? O que é a verdade?” Não conheço o nosso novo prefeito, mas, antes de virmos a Portugal li algumas colocações dele que me pareceram bastante inteligentes, qualidade indispensável a quem queira praticar qualquer atividade, mas principalmente a de gerir uma cidade como a nossa. Ele que não se deixe contaminar com a ‘turma do não’ que está sempre pronta a se opor a qualquer iniciativa séria. Se for conveniente, poderei ajudar, sem cargos ou remunerações, pois não preciso disso, pois tudo o que tenho decorreu de trabalho pessoal gozando agora o meu ócio senil (87) com dignidade, prazer e uma certa malemolência em busca da felicidade, que está não em grandes conquistas, mas nas pequenas vitórias do dia a dia. Rubens Miranda de Carvalho - Portugal A ponte Um embate entre a população de Roterdã, na Holanda, e Jeff Bezos, dono da Amazon, tem como pano de fundo uma ponte, a Hef, inaugurada em 1927, uma das poucas construções que se mantiveram em pé após a segunda guerra mundial. O multibilionário Bezos constrói, em Roterdã, um iate de US\$ 500 milhões, na nossa moeda, algo em torno de R\$ 2,5 bilhões. Pois bem, queria a empresa naval holandesa e o multibilionário que a ponte fosse desmontada para a passagem do iate com seus majestosos mastros. Detalhes importantes: a ponte está em desuso desde 1990 e a empresa naval se comprometeria em remontar a ponte. A questão principal, na minha modesta opinião, e acredito, da população holandesa naquela comunidade, está na preservação dos valores intrínsecos de um povo, seja uma ponte ou um edifício, frente ao poderio econômico, que leva ao “tudo posso se tenho dinheiro”. Aqui, somos um povo que privilegia o indivíduo ao invés da comunidade. Já vimos alteração de traçado ferroviário, alteração da lei de uso de solo, mudança de leis municipais, investimentos em áreas já privilegiadas, pouco importando a comunidade, bastando a satisfação do indivíduo, ou de um grupo específico. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos