[[legacy_image_200247]] Estado Democrático A carta em defesa do Estado Democrático de Direito lida dia 11 na Faculdade de Direito da USP e em todos os demais estados da federação contou com 1 milhão de assinaturas (incluindo a minha), Brasil afora, num ato histórico da sociedade brasileira organizada, representada pelos mais diversos setores como juristas, empresários, sindicalistas, ativistas, estudantes, artistas, acadêmicos e políticos de diversas correntes de pensamento, numa manifestação inequívoca em prol da democracia e que enviou um recado contundente da maioria dos brasileiros aos arroubos golpistas de Bolsonaro, defendendo nossa ordem democrática e reafirmando a confiança em nosso sistema eleitoral contra qualquer ameaça de quebra institucional, deixando-o ainda mais isolado do que já se encontra, e demonstrando que não estamos dispostos a viver em nenhum tipo de regime de exceção. A grande maioria da população de nossa nação deseja a democracia e o direito à liberdade de expressão, como reza a Constituição de 1988. Do outro lado da moeda temos Bolsonaro com desejo de transformar nossa Pátria numa espécie de Braziquistão, onde não há STF e TSE, com voto em papel e todo tipo de fraudes, e quem está no poder sempre vence os pleitos, quando realizados, onde grande parcela da população anda armada com fuzis em quaisquer locais, onde as mulheres não têm seus direitos respeitados e onde o fanatismo religioso se mistura com o Estado. Certamente não é esse o Brasil que queremos para nós e os nossos descendentes. Lufe Bittencourt – Santos Ilha Diana Chegamos às 11 horas. Três barcas depois, estávamos na ponta da fila para embarque, às 12h30. Ao mesmo tempo, desembarcava o senhor prefeito de Santos e sua equipe, sorridentes, tecendo loas à Festa do Divino, na Ilha Diana. Três barcas depois significa uma hora e meia de espera na fila, sob o sol da manhã. Interpelei a autoridade para demonstrar a insatisfação das pessoas na longa fila de espera. “É um desrespeito o senhor não providenciar maior número de barcas para o transporte das pessoas”, disse a ele. O grupo que o cercava tentava tirá-lo do lugar, mas insisti com a reclamação. Rápido, ele retrucou: “Contratamos oito barcas para o transporte. Vamos averiguar porque não está funcionando”. Dito isto, saiu em disparada, com sorriso de plástico acenando para quem estava na fila. O senhor prefeito mentiu para mim. José Guido Fré - Santos Taxa de coleta A cobrança da Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos em Cubatão foi suspensa e um novo projeto de lei foi enviado à Câmara Municipal, objetivando a revisão dos valores. Há um aspecto muito importante que não foi observado na cobrança suspensa, mas que deve ser prestigiado na retomada, sob pena de configurar-se excesso de exação: os avisos/carnês enviados aos contribuintes trazem valores que contemplam 12 meses, quando deveriam se restringir a 9, pois para o exercício de 2022 o fato gerador foi deslocado para o dia 1º de abril, como se confere no parágrafo 2º do Artigo 2º da Lei Complementar 121/2021. Emanuel Torres - Cubatão Gasto desnecessário Alguns países, ao término da 2ª Grande Guerra, em 1945, acabaram ou reduziram ao mínimo suas forças armadas e agora, passados mais de 70 anos, não se arrependeram. Acho que essa ideia poderia ser seguida por um próximo governo. É lógico que o atual nem pensa nisso, basta ver os gastos desnecessários com supérfluos feitos com sua complacência. Fico imaginando a economia que seria feita só aqui em nossa região. Por exemplo, no lugar desse quartel em São Vicente, o complexo habitacional que poderia ser construído, áreas de lazer, escolas, shopping etc. Naquele onde está o forte em Praia Grande, um enorme complexo turístico poderia ser desenvolvido lá. O que economizaríamos com esse gasto atual seria imenso. Para substituí-los em todo o país, poderia ser criado um grupo militar específico para proteger nossas fronteiras, o que hoje não é feito pelo atual Exército, deixando tudo que não presta entrar por elas. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente