[[legacy_image_222018]] Caderneta de poupança A imprensa divulgou uma notícia que se renova com frequência: “Recorde, saque da poupança soma R\$ 11 bilhões em outubro”. Durante o governo Dilma passou a existir a preocupação que fundos de investimento já perdem a rentabilidade em comparação com a poupança por causa da taxa de administração cobrada e a incidência do Imposto de Renda, o que acontece na caderneta de poupança. A presidente Dilma Rousseff decidiu que a caderneta de poupança, tradicional modalidade de investimento do país, seja atrelada à taxa básica da economia (Selic) com a alegação de que “chegou a vez de os poupadores darem a sua cota de sacrifício no processo de ter juros mais próximo do mundo civilizado”. Evidentemente, foi uma excrescência, uma afronta aos poupadores. Atualmente, e não faz muito tempo, como a taxa Selic (13,75%) está maior que 8,5%, o rendimento está sendo de 0,5% ao mês acrescido da TR, mesmo assim irrisório. Atualmente, enquanto a Poupança denota um rendimento bruto de 6,17% e um rendimento real negativo de 0,91, as aplicações em CDB, LC, LCA, LCI, RDB apresentam um rendimento real entre 5,05% e 6,19%. A poupança, LCA e LCI são isentos de Imposto de Renda. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, há meses prometeu rever para melhor a remuneração da poupança. Por enquanto, debaldemente. Cumpre destacar, ao final, que a alteração ocorrida com a Poupança foi uma das inúmeras bizarrices do governo Dilma. Junios Paes Leme - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! COP 27 O Egito está sendo sede do maior evento mundial que trata de sustentabilidade ambiental do mundo (COP 27) e com ele esperamos que os líderes mundiais se convençam da responsabilidade que temos com as futuras gerações. Para termos uma ideia da destruição da natureza nos últimos 100 anos, no continente africano tínhamos no início do século passado uma população de cerca de 220 mil leões e hoje restam cerca de 20 mil e não para por aí. Na América do Sul temos em torno de 2 mil espécies ameaçadas de extinção. Enquanto vemos espécies sendo dizimadas, a população mundial triplicou no século passado, vindo demandas humanas naturais por alimento e nada fazemos para conter essa escalada de crescimento. O Brasil é a grande vitrine mundial pois, além de possuir a maior floresta do mundo, é um país continental e isto aumenta, em muito, nossa responsabilidade, já que temos grande parte do território destruído sob pretexto de dar comida à população mundial. O mundo precisa urgentemente adotar políticas financeiras de proteção aos países mais pobres, assim como precisamos radicalizar no planejamento familiar, visando a redução drástica de habitantes em nosso sofrido planeta. Não temos opção, precisamos reduzir a queima de combustível, parar com desmatamento, banir produtos como plásticos e isopores do nosso dia a dia e praticarmos a reciclagem sustentável. A terra pede socorro e se não acordarmos para isto, será tarde demais! Elias Carneiro Jr - Santos Horário de verão Considero o fim do horário de verão como única e acertada resolução do governo Bolsonaro. Não entendo os motivos que já estão levando o futuro governo Lula a retroceder nessa medida que só beneficiou a sociedade, principalmente os trabalhadores, que não precisam mais acordar no escuro e dormir quando o sol se põe. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) já demonstrou que a medida não reduz o consumo de energia elétrica, bem como estudos comprovam ser maléfico ao ciclo circadiano do corpo humano, aumentando risco de infartos, entre outras doenças, devido desregular também o sistema hormonal. Espero que o novo governo empenhe-se em melhorar o que o anterior fez, não para piorar o pouco que fez de bom. O Brasil precisa de medidas urgentes e pontuais para resgatar a economia e a dignidade, não precisamos de medidas burocráticas e desnecessárias. Daniel Marques - Virginópolis Copa A Copa do Mundo de futebol, que dentro de poucos dias terá seu início no Catar, certamente terá enorme destaque, não só na mídia, como entre os torcedores em geral, e também servirá para dar uma trégua na interminável “briga” entre Bolsonaristas e Lulistas nas redes sociais. Se o Brasil for bem sucedido e conseguir o inédito e aguardado título de hexacampeão, única seleção que pode alcançar essa primazia, veremos os dois integrantes dos grupos políticos se unirem para vibrar junto aos demais torcedores. Como todo brasileiro se julga um superintendido em futebol, aqui deixo meu palpite. Brasil, hexacampeão, Argentina, vice-campeã, França, terceira colocada e, finalmente, Bélgica em quarto lugar. Vai, Brasil! Orlando Machado - Santos