[[legacy_image_252857]] Alagamentos Diante do noticiário dos alagamentos na Baixada Santista, é preciso dizer que parte é devido ao excesso de lixo jogado nas vias públicas, que causa o entupimento de bueiros. Além disso, as pessoas que mexem no lixo à procura de recicláveis também acabam deixando os detritos espalhados, que vão entupir os bueiros. Temos ainda o problema do excesso de torres elevadas de prédios, e querem construir mais edifícios assim na Ponta da Praia, o que, por certo, irá causar mais alagamentos, pois o excesso de água retirado do subsolo para drenagem das fundações dos prédios e a sobrecarga nas redes de esgoto irão gerar mais problemas sérios. As autoridades têm que proibir essas torres e acabar de vez com esses “espigões” que só causam problemas de insegurança, congestionamentos, alagamentos, além de danos à vizinhança. GRUPO DE PROTEÇÃO DA FAMÍLIA E DA CIDADANIA Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Varre, vassourinha Já existe no Congresso, esperando pelo menos 171 assinaturas de deputados, ou de 27 senadores para se formar CPIs para investigar, buscar provas de coisas erradas de autoridades. Vou começar perguntando: se pelo menos uma das propostas de CPIs entrar em vigor, será que vai haver neste governo algum outro engavetador-geral da República, igual o procurador Augusto Aras, que engavetou tudo que chegou às suas mãos? Mesmo sabendo que no Brasil existem três poderes – Legislativo, Executivo e Judiciário, com poderes independentes –, quando há provas concretas de que alguém extrapolou as leis, o Judiciário deveria imediatamente entrar em ação, sem premiar ninguém dos outros poderes, como foi feito na gestão passada. No meu modo de ver, a Justiça deveria abrir todas as gavetas onde o procurador Aras depositou a lama do governo passado, limpando assim toda lama deixada pelos governos passados. Confesso que, ao falar em limpeza em governos, lembro-me do ex-governador de São Paulo e ex-presidente da República Jânio da Silva Quadros, o “Varre, Vassourinha”. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Dívida trabalhista Em reportagem da última quinta-feira, sob o título Deve e vive no luxo? Juíza manda pagar, lê-se que uma juíza da Justiça do Trabalho em Santos determinou a penhora de objetos de luxo (sapatos, bolsas) e apreensão do passaporte e CNH de devedora trabalhista. Até aqui perfeito, o que causou certa estranheza, na leitura da reportagem, é que disse a juíza: “enquanto minutava a sentença, anexava prints das redes sociais da executada”. Quero crer que houve ruído na comunicação, com todas as vênias, não cabe aos juízes juntarem provas contra quem quer que seja. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Lições da vida Tive a oportunidade de assistir na televisão alemã a uma lição de vida. Um finlandês caminhava com o seu filho jovem por uma floresta gelada, e ele dizia: “Estas árvores fui eu que as plantei. Elas só estarão prontas para o abate pelos meus netos. As que eu abati foi o teu avô quem as plantou”. Por que aquela observação me chamou a atenção? É que um pinheiro chamado de pinho-de-riga está extinto, madeira muito bonita da qual as portas internas de minha antiga casa eram feitas – a casa já tinha mais de 75 anos. Aliás, um cidadão tentou de todas formas comprá-las, o que não conseguiu. Vejo hoje que os índios kaingang, das terras altas do Paraná, seguem o mesmo pensamento, plantando hoje para que os seus descendentes possam colher no futuro a madeira e os frutos que são parte de sua alimentação. No concurso que se está realizando na Europa para a árvore mais espetacular e mais idosa, a concorrente de Portugal é um eucalipto com 145 anos – que os mais velhos contavam que a vila de lá se formou em torno dele. Fernando Martins Braga - Santos Piscante A pergunta que não quer calar: por que, ao menor sinal de chuva, alguns semáforos logo entram no piscante, colocando em risco cruzamentos de grande movimentação. Moro em Guarujá, mas transito pela região devido ao meu trabalho e só vejo isso acontecer em Santos. Alguma explicação? Maria Rosa Albuquerque - Guarujá