[[legacy_image_237983]] Adeus a velhos hábitos Em sua excelente coluna sobre velhos hábitos, no último sábado, a excelente jornalista Fernanda Lopes descreve muito bem uma mania que muitas pessoas desconhecem serem protagonistas: guardar quinquilharias. Há algum tempo, em uma matéria, o escritor Paulo Coelho perguntava qual a utilidade de você ter um livro numa estante por toda vida. A resposta é: nenhuma! Desde que me conheço por gente, e, já faz tempo, assim que acabo de ler um livro, eu o dou de presente para alguém, mas não cobro para que a pessoa faça o mesmo. Fica a critério de cada um. Estou acabando de ler o livro Cartas para minha Avó, da autora santista Djamila Ribeiro (Cia. das Letras), e logo estarei me despedindo dele. Quem se candidata? João Horácio Caramez - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Ontem e hoje Tenho visto que, a cada dia, as coisas vêm tomando um rumo que parece descambar para um mundo sem controle. Hoje, os pais não exercem aquela disciplina que nos nossos tempos exerciam. A educação daquela época era muito diferente, os pais até obrigavam os filhos a serem educados e darem bom dia, boa tarde, boa noite. Hoje, muitas crianças, ao passarem dos 8 anos, já empinam o nariz e fazem o que querem. Tenho visto crianças responderem aos berros os pais, que nada falam. Os adultos, por sua vez, também contribuem e muito para que tudo isto aconteça. Em épocas de festas, a primeira coisa que as crianças fazem é correr para comprar bombonas. Antes, eram bombinhas e estalinhos. Antes, elas empinavam pipas com linhas limpas. Agora, além das linhas serem cortantes, há lugares vendendo as linhas chilenas, que têm potencial maior de corte e já fizeram muitas vítimas. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Ministra x milícia Dentre outras acusações envolvendo as milícias do Rio de Janeiro, surge uma ministra nomeada por Lula, a deputada Daniela Carneiro, que é acusada de estreita ligação com o policial militar e comandante das milícias na Baixada Fluminense, Luis Eduardo Araujo. Trata-se da milícia mais violenta, que comanda vans, gatonet e distribuição de gás de cozinha. Por muito menos, Bolsonaro ceifou cabeças, honrando a palavra de que em seu governo “quem devesse, pagaria”. Inadmissível a ligação do governo, por mínima que seja, com criminosos aos moldes da época de Pablo Escobar na Colômbia. Começam a ficar evidentes os projetos deste “governo”, inclusive dando a mão à falida Argentina: criar o caos econômico e social. Faz um L! Evandro Duarte - Santos É só uma ilha Uma cidade tão pequena, uma ilha, com problemas de município grande. Vias como Rua Dr. Carvalho de Mendonça, em especial do morro até o Canal 2, são só remendo no asfalto e buracos. A Rua Joaquim Távora também, no trecho da Av. Ana Costa até o Canal 2. E o Canal 1, na altura do curvão, sentido praia? Tem ondulações no asfalto que acabam com a suspensão. Parecem costelas. Na nova Ponta da Praia, em frente à barca de passageiros, por que não fizeram uma área de embarque e desembarque para motoristas de app? O fluxo de carros parando ali pra deixar ou buscar pessoas é gigante. Ao invés de fazerem algo para ajudar, colocaram uma câmera para multar a distância. No Porto, a Av. Perimetral, da região do Centro até o viaduto da Rua João Pessoa, está lastimável. Será que nenhum vereador passa por ali? Não tem para onde correr, você vai cair em algum buraco. Em uma cidade tão pequena, uma ilha, nem o asfalto é de qualidade. Felipe Espinoza Luiz - Santos Modelos portuários No mundo, o modelo de exploração portuária que prevalece é o Landlord Port (exploração compartilhada público-privada), que possui uma Autoridade Portuária pública fiscalizando e regulando as atividades portuárias. Essas Autoridades Portuárias, em sua maioria, são municipais ou estaduais. É o que prevalece na Europa (Roterdã, Bélgica, Hamburgo e outros), nos Estados Unidos (Los Angeles, Nova Iorque e Nova Jérsei) e Ásia (China, Coreia e Japão). Todos esses portos são referência em eficiência. As exceções ficam por conta do Porto de Singapura, que por ser uma Cidade-Estado possui o modelo de exploração Service Port, totalmente público, e os portos ingleses, com modelo de exploração Full Privatized Port, exclusivamente privados. Na Inglaterra, entretanto, já se começa a avaliar sobre a adoção desse modelo, mediante interesse de empresas chinesas na aquisição de uma das principais companhias exploradoras dos portos locais. Cabe sempre ressaltar que um porto é altamente estratégico para uma nação, principalmente se for a principal porta de entrada e saída do País. Tenho certeza absoluta que o novo ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, tem uma visão diferenciada sobre nosso Porto de Santos. Adrei Antonio Degasperi - Santos