[[legacy_image_237762]] Impunidade Acordei na segunda-feira e não acreditei nas lembranças que tive dos relatos da imprensa feitos no domingo, mostrando a Capital Federal com seus prédios públicos destruídos. Esta invasão por criminosos necessita uma análise muito complexa. Como chegamos a isso? Em poucas letras, o que se viu no domingo foi o que vemos todos os dias pelo Brasil afora: pessoas que não respeitam o patrimônio privado nem o público. A sensação que se tem em nosso País é de total impunidade. Aqui, o anormal virou normal. Além do prejuízo patrimonial material e histórico que sofremos com a destruição ocorrida em Brasília, também a nossa democracia ficou arranhada. Contudo, ela segue firme, claro que sempre precisando de ajustes. Por fim, fica a grande reflexão: como pode os serviços de inteligência de nossas instituições não se prepararem para contrapor o ocorrido, já que a convocação foi feita pelas redes sociais? Por que a polícia distrital demorou agir? Onde estava o Exército, que tem a obrigação constitucional de cuidar da segurança nacional? Tudo isto precisa ser explicado.Elias Carneiro Jr. - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Baderna Nos últimos meses, a democracia virou tema central de várias manifestações de rua no Brasil. Infelizmente, existem grupos que clamam por uma intervenção militar e há quem peça o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional, grupo esse que não aceita de forma alguma o resultado democrático das eleições de 2022. Tais manifestações são classificadas como inconstitucionais e criminosas. O que aconteceu no domingo, em Brasília, foram atos que partiram para a violência física e a depredação de patrimônios públicos. Devemos isso aos que deram ouvidos e voz ao que dizia “Deus acima de tudo, Brasil acima de todos!” A baderna ocorreu de uma forma covarde, aproveitando o silêncio dominical em Brasília. Houve total incompetência, quiçá conivência, da polícia do Distrito Federal, pois foi uma invasão anunciada e nada foi feito para impedir tal ato. Lamentável, triste e temeroso o que aconteceu. Os responsáveis têm que ser identificados e punidos. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Atos golpistas É triste e revoltante o que aconteceu em Brasília. Que os omissos e coniventes sejam punidos. Patrimônios público e histórico depredados. E ainda todos nós teremos que pagar a recuperação de toda destruição causada. Wagner Fernandes Guardia - São Vicente Até quando? A eleição acabou, a posse do novo presidente foi oficializada, ele subiu a rampa e já está governando o País. Isso são fatos que parecem não ser entendidos pelos radicais de extrema direita. Colaboram para que isso permaneça do jeito que está o Exército, o comando das polícias militares, governadores e alguns prefeitos. Isso não é manifestação, isso pode ter qualquer outro nome, mas já passou dos limites do bom senso e da inteligência do conjunto da sociedade. Se não aceitam a derrota legítima do candidato que não trabalhou por quatro anos na Presidência, a única saída é fugir do Brasil, como Bolsonaro e sua família o fizeram. Busquem um resort em países como Afeganistão e Coreia do Norte, onde há marchas e militares, sem STF nem Congresso. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) Esse é Pelé As redes sociais são usadas por algumas pessoas que, por não terem tido a oportunidade de acompanhar ao vivo a fabulosa carreira de Pelé, entendem que pode haver algum exagero da mídia quanto à consagração do atleta como melhor do mundo e Rei do Futebol. A esses, sugiro que mentalizem um jogador com a rapidez e preparo físico de Mbappé, o talento de Maradona, a técnica de Messi, a leveza de Ronaldinho Gaúcho, a inteligência de Sócrates e o oportunismo de Cristiano Ronaldo. Pronto: terão a imagem de um jogador cinco vezes campeão do mundo, sendo três com a seleção e duas vezes com o Santos. Esse é Pelé, o Rei do Futebol. Orlando Machado - Santos Agradecimento Gostaria de registrar minha satisfação em poder ter vivenciado momentos de muita fraternidade e acolhimento na recepção do 2º andar do CDI Unimed nesse mês. Eu aguardava atendimento quando chegou ao local a técnica de enfermagem Carolina Andrade, que cumprimentou com abraços, beijos e votos de um excelente dia todas as suas colegas de trabalho e todos os pacientes da Unimed no recinto. Tal atitude de fraternidade demonstra, além do profissionalismo, o fato de que ela é uma técnica de enfermagem “humanista”. Que atitudes como essa sejam sempre reconhecidas e incentivadas. Carlos Eduardo P. Machado - Santos