[[legacy_image_302844]] Evolução tecnológicaNão resta a menor dúvida da grande evolução tecnológica que vivemos, proporcionando a todos mais conhecimento e rapidez, estreitando distâncias e deixando o mundo virtual na palma de nossa mão. Entretanto, e infelizmente, sempre haverá prós e contras sobre qualquer conquista. Vejamos: a internet aproxima os entes queridos e os amigos que se encontram fisicamente distantes, porém, dispersa as que estão próximas. Assistimos nos encontros, restaurantes e nas famílias a frieza instalada. O toque, o olho no olho, o abraço e a fala ficaram restritos ao toque no teclado do celular. O calor humano não pode e não deve ser substituído pelo mundo virtual. Evolução sim, mas com amor, vontade e sabedoria. J.A.Nogueira de Sá - Santos. Vampiros Nossos “queridos e amados congressistas”, sempre nos surpreendendo, agora propõem o restabelecimento do mercado de plasma, produto derivado do sangue, basicamente para atender as farmacêuticas e um mercado de US\$ 10 bilhões ao ano na América Latina. O sangue vai virar commodity. Nos idos dos anos 1960/1980, era livre o comércio de sangue, assim como precárias as condições físicas de inúmeros doadores ávidos por dinheiro. A Constituição de 1988, acertadamente, proibiu a comercialização, não só de sangue, como também de órgãos e tecidos humanos. Sabe aquele pedido de sangue, geralmente veiculado nas TVs? Ou aquela corrente no WhatsApp pedindo sangue para um conhecido de alguém? Esqueçam, teremos que pagar. Conseguem imaginar o risco de tal proposta ser aceita? É inacreditável o retrocesso humano, assim como a sordidez desse Congresso. Marcus Aurelio de Carvalho – Santos Voto obrigatórioO que será que certas pessoas que foram votadas e eleitas têm na cabeça para, mesmo sabendo que a pessoa na qual votou para presidir o nosso país nada fez por sua cidade, seu Estado e seu País, mereça receber homenagens da Câmara de Vereadores? Em minha opinião, seus pares deveriam se juntar em voto contrário, para mostrar a seus eleitores que o dinheiro a ser gasto com a honraria poderia ser investido em Educação, Saúde, melhorias para a Cidade etc. Não quero, com isso, dizer que seus pares que não comungam com suas ideias direitistas tenham que votar só em ideias esquerdistas. Mas, enquanto houver essa polarização entre direita e esquerda, sem que o povo saiba decifrá-la, sempre haverá eleitores que votarão só por votar, porque o voto é obrigatório.Josemilton de S. e Silva - Guarujá CalçadasCalçadas, oh, descalçadas. Gostaria de saber dos técnicos da Prefeitura de Santos por qual motivo as calçadas se encontram quebradas, esburacadas e com pedras soltas em vários locais da Cidade? Seria bom algum técnico deixar de usar a viatura e andar um pouco mais, atestando o que falo sobre as calçadas. Hoje, só vou falar de uma porque não haveria espaço para todas. Na esquina da Rua Azevedo Sodré com a Avenida Ana Costa, no trecho entre os bancos Itaú e Santander, a calçada está totalmente deteriorada, com buracos e pedras. Difícil o acesso a quem está com carrinho de bebê ou precisa de cadeiras de rodas. Uma perfeita armadilha para acidentes. O que está sendo feito para que não fiscalizem isso?José Marmo - Santos Árvores, de novoJá está pacificado que, para remediar o efeito de aquecimento climático, do planeta e das cidades, são essenciais o plantio e replantio de árvores nas vias urbanas. Falando de Santos, urge que essa medida se faça em larga escala e em toda a parte, nas áreas Insular e Continental do Município, com planejamento urbano correto e adequado para melhoria e embelezamento de nossa paisagem, tornando nossas ruas planas em quase a totalidade, mais agradáveis para se caminhar e se desfrutar. Hoje, vemos calçadas quebradas, árvores mal-posicionadas (sujeitas a cair com chuvas e ventos fortes) e podas mutilantes, pois espécies impróprias são plantadas junto à fiação exposta. Destaco ainda que o canteiro central da Avenida Ana Costa deveria voltar a ter árvores de copa e contar com plantas iguais, de pequeno e médio portes, nas calçadas laterais. Elas refrescariam o ar e impediriam que a folhagem das palmeiras, quando se desprendem, caiam sobre os carros e sobre as pessoas, como quase aconteceu comigo uma vez. Árvores, muitas árvores! Para a periferia, para o Centro, para os bairros e para a orla!Renato Rios - Santos