[[legacy_image_265360]] PeripéciasIrretocável o texto do leitor Marcos Mendonça sobre as peripécias do ocupante do Planalto, e ignoradas por fiéis seguidores. Mas, mesmo assim, me permito acrescentar a elas a criação de 37 ministérios, recorde mundial, ocupados em sua maioria por pessoas despreparadas, folclóricas e atoladas em corrupção, e que é um símbolo da ineficiência administrativa e produtor de gastos públicos desnecessários. E sem esquecer a chantagem sobre parlamentares que endossaram a criação da CPMI de 8 de janeiro e, concluindo, a deplorável declaração sobre os direitos da China sobre Taiwan, endossando a sua possível invasão. Parabéns ao leitor. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! PobrezaNão, não estou falando dos pobres monetários, falo dos pobres de espírito. Alguns usam desse espaço para destilar suas ignorâncias juvenis. O país passou por um tenebroso período, onde nosso chefe de governo era escanteado, tipo “Ih, lá vem ele”, reservando-lhe um alegre bate-papo com o garçom, só conseguindo algum brilho nos Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita. O sempre cansado ex-presidente pagou R\$1,6 milhões em hospedagem no Guarujá e, em janeiro de 2021, em plena pandemia, em um fim de semana de “descanso”, foram R\$ 312 mil. Raivosos se indignam com os gastos em Londres, aliás, não são os valores apresentados e sim R\$ 37 mil em suíte presidencial. O que queriam os séquitos? Que ele fizesse aquela pataquada de comer pizza na rua em NY? Diga-se, não podia entrar no estabelecimento pois ainda não havia falsificado sua carteira de vacinação. Custo x benefício dentro do programado, gastou R\$ 37 mil em hospedagem, trouxe da Inglaterra R\$ 500 milhões para o Fundo Amazônia. Fosse o outro, traria as joias da coroa. Mordam-se. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Eu vi“Meninos eu vi!” Como o personagem Juca Pirama, interpretado pelo genial Luiz Gustavo, que na cidade fictícia de Tangará, em seu programa de rádio bradava seu bordão, e narrava os desmazelos da política da fictícia cidade. “Meninos eu vi!” Vejo pessoas inventando narrativas nas viagens, invententando acordos que não passam de cartas de intenções, quantias absurdas para o séquito em hotel inglês em suite imperial! Claro, todos sabemos quem paga a conta no final (nós, é claro), mas meninos eu vi! Narrativas e dicursos rasos, tão sem noção que não vale a pena comentar, pois não dá margem para isso. O país sendo colocado no cenário mundial, dizem alguns. Qual cenário seria esse? Se aproximando de ditaduras amigas? Não vemos nada de positivo a não ser como já disse antes, narrativas e discursinhos rasos, e enquanto isso o passeio continua...e chegou a minha hora de bradar: “ Meninos eu vi!” Andre Durante - São Vicente PL das fake newsPara os críticos do PL que alegam que ele trará a censura de volta e o criticam em defesa de uma suposta liberdade de expressão, sempre é bom lembrar que nenhuma liberdade é absoluta e muitos se valem deste pretexto para veicular desinformação, ideias de intolerância de toda a ordem e como escudo para cometer verdadeiros crimes, como a defesa do nazismo, de políticas de extermínio, do armamento indiscriminado da população e outras anomalias como a dos grupos antivacina. Sem contar que as chamadas Bigtechs, apenas visando lucro, não desejam sujeitar-se a qualquer tipo de regulação. Opinião todos temos. Precisamos é ter argumentos que se baseiem em evidências, estudos e dados concretos . Fora disso opinião é só achismo. Renato Rios - Santos Amor e ódioA enxurrada de escritas dos leitores deste jornal, baluarte da verdadeira liberdade de expressão, sem precisar de qualquer PL da turma da censura (quem diria que um dia eles seriam a favor), onde o teor das mesmas só mostra nós contra eles, amor x ódio, ojeriza a uma pessoa (no caso o Bolsonaro). Isso me leva a crer que há uma corrente do mal e falta de respeito ao cidadão e o endeusamento ao atual portador do cargo máximo da política brasileira. Aprendi que rei morto é rei posto, então, muito mais producente ao nosso Brasil seria trabalhar com projetos novos ou melhorar os antigos do que esse rancor acumulado. Claro que o objetivo maior é torná-lo inelegível, mas menos pessoal. Tragam sugestões e opções para sermos parte da evolução dos brasileiros e realmente tirá-los da linha da pobreza. Não deixem o veneno cair pela boca. Luiz Vinagre - Santos