[[legacy_image_279891]] A reforma e a igrejaIngenuamente, eu tinha esperança de que a reforma tributária fosse atingir as entidades religiosas. Ao contrário, li que os templos de qualquer culto, incluindo suas organizações assistenciais e beneficentes, são isentos. Já que o Brasil é um estado laico, não faz sentido dar imunidade tributária a essas organizações, que muitas vezes permitem o enriquecimento de seus líderes.Maria de Fátima A. dos Santos - Santos MarcolinoEstava eu lendo a coluna Dia a Dia quando me peguei atento às homenagens que vários personagens da política santista estão fazendo para a líder comunitária Samara Margareth Conceição Faustino, que faleceu aos 64 anos, vítima de câncer. Já há várias homenagens sendo colocadas para lembrar de seu trabalho comunitário em vida. Então, comecei a pensar no meu saudoso pai, que veio para a Baixada Santista, mais precisamente para o Itapema, hoje Vicente de Carvalho, distrito de Guarujá, no ano de 1953. Tornou-se funcionário da Prefeitura de Guarujá com o número 3. Nos anos que se seguiram (década de 1950 em diante), virou homem de confiança dos prefeitos, e assim, a população sempre lhe procurava para que ele (motorista do caminhão do lixo, um Chevrolet ano 1946) fosse abrir ruas em regime de mutirão, nos dias de sábado, domingo e feriados, com areia das praias de Pitangueiras, Astúrias e Enseada. Fora esse trabalho, meu pai, paraibano da cidade de Cuité, ficava com a chave do Jeep, ano 1951, para conduzir Ana Parteira para atender parturientes. Pois bem, meu pai, que atendia por Zé Marcolino Paraíba, Zé do Norte, e já por último de Marcolino da Ambulância, nunca foi lembrado em homenagem alguma, sendo que há rua em Vicente de Carvalho com nome de uma pessoa que era um meliante à época. Conheci um vereador novato, há pouco tempo, e lhe contando isso, ele me prometeu lutar para que o nome do meu pai seja lembrado, em homenagem.Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Olhar de uma turistaFui ao Parque Roberto Mário Santini, no Emissário Submarino. Achei que o local foi muito valorizado com as obras realizadas e um ponto de lazer diferenciado para a população. Muitos espaços variados e bem projetados, dedicados às crianças e jovens. Porém, fiquei bastante indignada ao ver a obra de uma artista premiada e reconhecida internacionalmente como a Tomie Ohtake sendo desrespeitada, utilizada como mais um “brinquedo” pelas crianças. A tinta, recém-pintada, já está desgastada pois tinha criança até com skate fazendo manobras nas suas ondulações! Um absurdo! Total desrespeito das pessoas que frequentam o local e, principalmente, do poder público, que permite que isso aconteça e não dá o valor devido à artista e sua magnífica criação dedicada à cidade de Santos. Uma obra tão importante como essa é para ser considerada um patrimônio artístico da cidade e, como tal, ser respeitada, admirada e assim, ter o acesso limitado para garantir sua preservação. É preciso educar as crianças e adultos para que apreciem e valorizem a escultura não como brinquedo e sim como uma obra de arte. Sugiro colocar algum tipo de contenção e um guarda municipal nas proximidades para evitar esse tipo de ocorrência e de acesso. Certa de ter contribuído para uma reflexão das autoridades a respeito, espero voltar à cidade e constatar, se possível, a concretização das minhas observações e sugestões.Silvana V N Nunes de Sousa-S. José dos Campos HarmoniaÉ preciso que se lembrem de que no mundo ninguém é perfeito, insistimos em dizer. Todos têm defeitos e qualidades, todos têm direitos e deveres, todos têm vontade própria, são o que querem ser. Os seres humanos poderiam viver em harmonia, mas não vivem, porque tratam mais dos seus interesses. São vaidosos, acham que sua opinião é a correta. O necessário é respeitar o semelhante, pois sem respeito ninguém se compreende. Portanto, a compreensão é virtude a ser cultivada. Quando há compreensão, vive-se com tranquilidade. Mas, se a pessoa quer que prevaleça a própria vontade não pode haver sossego, não pode haver felicidade ao redor. E queremos que todos sejam felizes, que se compreendam e vivam em paz.Grupo de Proteção da Família e da Cidadania