[[legacy_image_317791]] Santos Futebol Clube Alexandre Gallo disse em sua coletiva que lamentava as depredações, mas entendia a revolta dos torcedores e que ele mesmo estava com vontade de chutar e quebrar tudo. Seria bom que tal dirigente calasse a boca. Pessoas sofreram com carros e ônibus queimados, perderam bens, crianças chorando com medo, policiais se arriscando e ao invés de ficar quieto ou, no máximo, condenar a barbárie sem ressalvas, o dirigente santista se compadece de forma lamentável com a criminalidade e, ainda que sem querer, acaba incentivando as organizações criminosas que eventualmente usam uniforme de torcidas organizadas. Lucas Augusto Menezes Duarte - Cubatão Santos Futebol Clube (2) Dizem que coincidências não existem. No meio futebolístico, clubes conterrâneos são chamados de co-irmãos. Tal qual Caim e Abel, ou se preferir mais recentemente, Ruth e Raquel, há exatos 60 anos, numa noite igualmente quente porém chuvosa de dezembro de 1963, esses dois “irmãos” se digladiaram na arena de Urbano Caldeira, popularmente chamada de Vila Belmiro, oportunidade na qual um jovem de 15 anos, ainda se convalescendo de uma fratura no braço, fez questão de comparecer ao prélio para assistir o seu modesto time, o Jabaquara, apostar suas últimas fichas na permanência na Divisão de elite do Estado contra o poderoso Santos. O que o jovem presenciou foi o espírito de luta de seu clube de coração, mas que não foi suficiente para evitar ser impiedosamente vencido pelo Santos Futebol Clube pelo placar de 5x3, com uma atuação acima da média por parte dos santistas, o que não ocorrera nos três jogos anteriores do alvinegro. Muitos dos cerca de 5 mil espectadores que prestigiaram o encontro permaneceram estáticos, incrédulos, com a postura do “irmão” mais velho Caim que não aspirava mais nada no Campeonato, pois o campeão foi o Palmeiras, apedrejando Abel da forma mais cruel aos 40 minutos da etapa derradeira e tal qual o episódio bíblico bradou: “Isso termina aqui!” E terminou! Assim como Abel, o Jabaquara deixou a elite e jamais retornou. Aquele menino do jogo cresceu mais e não deixou de amar Abel somente porque ele havia desaparecido do cenário principal, muito pelo contrário. Outrossim, Caim continuou com sua soberba, intitulando-se rei da cidade e quiçá do mundo, intitulando-se aos quatro cantos como Imortal! Mal sabia Caim, no entanto, que apenas os Deuses da Bola são imortais, tampouco dormem ou descansam. Passados sessenta anos, no mesmo palco do fatídico e fatal apedrejamento, um Caim debilitado se deparou novamente com um leão e desta vez suas pedras não foram suficientes para derrubar a Fortaleza que se criou e Caim sucumbiu, com a pedrada de misericórdia vindo igualmente aos 40 da etapa final, inusitadamente com um gol que Pelé não fez, do meio de campo, no chamado Brasileirão Rei. Pois é meus amigos, Caim perdeu a majestade e percebeu-se mortal. Enquanto isso o jovem hoje com 75 anos observa a revolta dos asseclas de Caim que apedrejam tudo o que veem pela frente, não aceitando a dura e mesma realidade que se impôs a ele décadas atrás. Ah, detalhe: o campeão do certame foi o alviverde paulista, tal qual em 63. Coincidência? Não sei, mas que os Deuses do Futebol não dormem, isso é fato! Mauro Sérgio Silveira - Santos Santos Futebol Clube (3) Soteldo, além de irresponsável pela jogada que fez contra o Vasco, foi um dos responsáveis pela queda para a Série B, porque nada jogou. Então, fica a pergunta: és profissional ou só um Zé Mané, que se acha? Nada como um dia após o outro. Marieta Barugo - São Paulo O Natal Realmente, o Natal é uma festa cristã. Desde de 1975, religiosamente, seguindo o costume de meu falecido Pai, em meu lar é montado um pequeno presépio. A infância é uma idade que passa mais veloz que o voo de uma águia, então, não devemos tirar das crianças a magia do Papai Noel. Feliz Natal a todos! João Horácio Caramez - Santos 100 publicações Estando prestes a ter a minha opinião de nº 100 publicada em A Tribuna, na, sinto-me uma pessoa muito privilegiada, por alguns motivos: primeiro, por ser assinante deste informativo. Segundo, por me sentir útil, ao ter minhas reclamações atendidas no tocante a vários problemas do bairro e do município. Terceiro, tornar-me conhecido, em todos os meios, desde a administração pública até os meios políticos. Vejo que a escolha por este informativo, desde o ano de 1995, foi a melhor. Hoje, A Tribuna já faz parte da minha vida. É mais que um vício, é o meu companheiro de todas as manhãs. No dia 6, comemorei meus 48 anos de casado. E agora, opiniões publicadas neste ano. Sou um homem muito privilegiado. Josemilton de S. e Silva - Guarujá