[[legacy_image_181967]] Laudêmio 1Houve um aumento abusivo da taxa de ocupação de 2022 (SPU) para moradores da orla da praia de Santos. O índice aplicado de aumento da taxa de ocupação sofreu um reajuste abusivo de 50,30%, em relação a taxa de 2021. Já enviei e-mails para membros da Câmara dos Vereadores de Santos e Câmara dos Deputados do Estado de São Paulo, inclusive para a nossa representante Rosana Valle, como também para o SPU, solicitando esclarecimento no cálculo dessa taxa de ocupação. O aumento aplicado não acompanha os índices oficiais do Governo. Note que não é a primeira vez que ocorre este aumento abusivo. O mesmo ocorreu em 2016, sendo que o valor do reajuste foi corrigido pelo SPU na data de vencimento. Como eu já havia efetuado o pagamento antecipadamente, precisei entrar com um processo administrativo de restituição do valor pago a maior, que até hoje não recebi. Assim, solicito apoio em prol dos moradores de Santos, que estão sendo penalizados por esse tributo abusivo. Juan Carlos A Fernandez - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Laudêmio 2Ao receber o Darf referente ao laudêmio de 2022 registrei um aumento inconcebível de 50%. No ano anterior o aumento já havia superado os 20%, mas nada foi feito. Este ano volto a solicitar aos nossos deputados federais uma atitude rápida com relação a esse abuso. O vencimento está marcado para o dia 30 de junho, então, temos urgência da participação de nossos deputados federais nessa possível e imperiosa revisão. Marcos F. Prandi - Santos Laudêmio 3Continua a maldade, o imposto do rei. Abusivo, escárnio, escandaloso. Ainda com um aumento abusivo. Até quando vamos suportar isso? Carlos Gaspar - Santos Intolerância Primorosa a crônica de Percival Puggina, ressaltando a justa homenagem ao jornalista Alexandre Garcia que, com seu habitual brilhantismo, nos mostra a realidade do nosso Brasil e os riscos iminentes a que estamos expostos. Parece que qualquer tipo de manifestação contrária ao ideário dos senhores togados está permanentemente proibida. Ao sr Lula da Silva, todo e qualquer ataque contra a ordem institucional é permitido, afinal, aos amigos tudo, aos inimigos a lei com todo o rigor possível. Até quando? Manoel Loyola - Santos MercadoriasÉ inacreditável saber que a liberação de mercadorias para exportação e as importadas estão demorando, respectivamente, 35 e 22 dias, por parte da Receita Federal. O país luta para se recuperar economicamente e um grupo, muito bem remunerado, lança mão da operação padrão para forçar o governo a lhes conceder mais benefícios. O que não se explica é o que vem a ser essa tal operação, pois se antes as mercadorias eram liberadas, em média, em 3 dias, assumindo que o faziam dentro das normas legais, como que agora, dentro das mesmas normas legais, levam 10 vezes mais tempo? Sem uma explicação convincente, fica-se com a impressão que as regras ficam ao bel-prazer dos agentes, expondo as empresas que querem trabalhar e o país, que precisa gerar empregos e crescer, ao ditame de um grupo. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Passeio Nesta semana acontecerá nos EUA a cúpula das Américas e o inominável lá estará, talvez mais para negociatas do que outra coisa e também aproveitará para dar uma esticadinha até Orlando, cidade onde está a Disney, morada do Pateta. É mais um passeio do nosso presidente, que mais passeia do que trabalha, visitando Walt Disney. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Vila CruzeiroA desastrosa operação ocorrida na Vila Cruzeiro, assim como o assassinato por asfixia de Genival, em Sergipe, não são casos isolados da violência histórica do Estado contra pessoas pobres, preferencialmente negras e moradoras nas perefirias. Seria oportuno lembrar do relatório do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da UFF, ocorrido entre 2007 e 2021, sobre a morte de 2374 pessoas em operações policiais, só no Rio de Janeiro. E ao caro leitor Evandro Duarte, também missivista dessa coluna, gostaria de lembrar que além das vidas perdidas nessas operações, ficam os traumas psicológicos, muitas vezes irreversíveis. E tudo isso a troco de nada, pois a violência policial só gera mais violência e não resolve o problema. Édison José de Aguiar - Cubatão