[[legacy_image_264486]] Motocicletas 1Não adianta usarmos este espaço para demagogias políticas. Apelo para todos os santistas se utilizarem de sua cidadania para campanhas educativas neste espaço. Aqui vai o meu apelo a todos, boicotarem todas as empresas de fast food cujos motoboys utilizam-se de motos com escapamentos abertos. Esse é um problema antigo, que é difícil para as autoridades eliminá-los. e nós como cidadãos podemos sim fazer esse boicote. e que os comerciantes exijam motos silenciosas. Não dá para aguentar as entregas de pizzas, às 22h ou 23h, sendo acordado com o indivíduo chegando com o motor roncando, e sair na disparada com todo escapamento aberto. Tenho certeza que, assim, poderemos conseguir alguma melhora para nosso silêncio e merecido descanso à noite. Os proprietários desses estabelecimentos têm a obrigação de exigir isso, pois não podemos mais conviver com essa falta de respeito e de educação de muitos motoboys. Sabemos que não são só eles, pois há motos possantes cujos motociclistas não estão nem aí para o trânsito nem para com o sossego alheio. José Marmo - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Motocicletas 2Tempos atrás, escrevi para esta coluna falando que os ‘patrões’ haviam dado uma ordem por escrito em faixas, nos bairros e nas favelas, que se pegassem algum motoqueiro empinando suas motos, eles fariam uma avaria em suas máquinas. Pois bem. nem mais precisou ligar para o 153 ou 190, mesmo porque eles nunca atenderam, para ver o que estava acontecendo. Bastou a ordem dos ‘patrões’. Agora, esses mesmos motoqueiros estão passando em nossas ruas, altas horas da noite, com os escapamentos abertos, em alta velocidade. Já nem ligo mais para os números das autoridades para não receber as mesmas respostas de antigamente. Espero agora que os ‘patrões’ se disponham a colocar leis para que os motoqueiros barulhentos arrumem os seus escapamentos ou serão penalizados. Eu jamais pensei que algum dia as leis da bandidagem valessem mais que as leis da nossa Justiça. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho UndokaiGostaria de parabenizar o presidente da Associação Japonesa de Santos, Sadao Nakai, pelo lindo evento realizado. Realmente o Undokai é um grande encontro de familiares e amigos, que promove a integração de gerações por meio da atividade física. Ver meu filho, descendente de japonês, se exercitando com a sua bisa de 94 anos, filha de japonês, foi lindo! Agradeço à AJS pela oportunidade. Marcelo Del Bosco - Santos PL das fake newsMuito bem explicado pelo jornal na edição de ontem, deixo meus parabéns a quem o redigiu. Essa PL das mentiras está em discussão no mundo todo pelos países que viram seus regimes democráticos serem ameaçados como o que aconteceu aqui em 8 de janeiro e lá nos EUA, com a invasão do Capitólio. A quem interessa vencer uma disputa só colocando mentiras contra o adversário para vencer, acho muito errado aceitar isso como normal. O que passamos nos últimos quatro anos já serve para que esse tipo de informação seja criminalizada e lembrando aqui da famosa “mamadeira” que rolou nas redes em 2018. A baixaria não tem limites e para isso esse PL tem que ser aprovado para regular as redes sociais. Caso contrário, a judicialização será o caminho a ser tomado. Mentira de pescador sobre o tamanho do peixe é uma coisa bem diferente da mamadeira empoderada pelas fake news em 2018. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Notícias falsasNão li e não gostei! Esse é o argumento mais usado por aqueles que não conseguem enxergar um palmo diante do nariz. O PL 2630, chamada Lei das Fake News (notícias falsas), definitivamente trata da regulação das chamadas redes sociais. Bastaria aos incautos defensores da não regulação ler, e entender, o que regula a lei. As chamadas big techs permitem todo tipo de veiculação nas suas plataformas, especialmente aquelas que lhes dão maiores lucros, as fake news! Por que dão lucro? Porque há o engajamento daqueles que lançaram a mentira e daqueles que lutam contra os mentirosos. Um dos pontos em comum com aqueles que pedem a não regulação das redes sociais é tentarem desacreditar a chamada mídia tradicional, pedindo que se “informem” através das suas redes sociais. O outro é, descaradamente, perguntarem quem vai dizer o que é ou não fake news. Aos contrários à Lei das Fake News, peço: saiam do “zapzap”, abram o horizonte de informações, temos mídias honestas, inclusive esta onde escrevemos. Desconfiem quando políticos lhe pedem para se informarem nas suas redes sociais. Receberam uma notícia? Chequem, aprofundem a pesquisa sobre o assunto, não se deixem enganar por discursos rasos. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos