[[legacy_image_339377]] TrânsitoMinha mulher, que é jornalista, observou há dias um tempo descompensado no semáforo da Avenida Epitácio Pessoa, no cruzamento com a Avenida Siqueira Campos (Canal 4). Devido aos congestionamentos gerados, resolveu colaborar na solução do problema. Ligou para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Santos) reportando o fato, mas o funcionário pediu-lhe que comunicasse o fato por e-mail. Tal atitude explica a cultura que permeia a baixa qualidade da gestão do trânsito, tão caótico, de Santos. José A. M. Almeida - Santos EducaçãoNão é de hoje que recomendamos aos pais muito cuidado no trato com seus filhos. Não é aos gritos, com maus tratos e palavras severas que se educam crianças e jovens. Educar é usar palavras sóbrias e convincentes, fazendo com que vejam o que está errado e o que é correto, alertando-os para os perigos que irão correr mais tarde ao atingirem a idade adulta. Hoje em dia, é preciso saber falar às crianças e aos jovens, em razão dos maus exemplos que se observam ao redor deles. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Matrimônio primitivo O casamento primitivo era um investimento, uma especulação econômica. Era mais uma questão de negócio de que um caso de namoro. Os antigos contraíam o matrimônio pela vantagem e pelo bem-estar do grupo. Por essa razão, os matrimônios eram planejados e arranjados pelo grupo, pelos pais e pelos mais velhos. E, se os costumes da propriedade privada eram eficazes na estabilização da instituição do matrimônio, isso nasceu do fato de que o casamento era mais permanente entre as tribos primitivas do que o é entre os povos modernos. João Horácio Caramez - Santos Conduta estranhaO sujeito, chamado a depor na Polícia Federal, fica calado diante das perguntas decorrentes de um processo que o investiga sobre a tentativa de golpe. Sem ter como provar sua inocência, ele se cala, o que é garantido pela Constituição. Entretanto, em seguida, aciona os seus seguidores para que estes compareçam à Paulista, onde supostamente provaria sua inocência. O silêncio na PF e a verve falastrona na Paulista não vão ajudá-lo a se livrar dos processos em andamento. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) Tentativa de golpeEscancarada a tentativa de golpe capitaneada pelo ex-presidente inelegível e agora golpista, num claro desrespeito total à democracia, gostaria de que os deputados da região (estaduais e federais) que o apoiam se manifestassem sobre a tentativa do golpe e se também não acreditam no sistema eleitoral brasileiro. Se a resposta a essa última indagação for sim, devem ter coerência e renunciar aos seus mandatos, já que foram eleitos num sistema que, para eles, é fraudulento. Roberto Pereira de Carvalho - Santos InconformismoApós tantos golpes orquestrados pelo inominável ex-presidente, ainda temos que conviver com aqueles participantes das atitudes antidemocráticas, fanáticos seguidores do pior presidente que tivemos, sem contar a corrupção praticada. O inconformismo jamais afetará os idealistas, já que notamos significativas mudanças nos rumos da nossa nação. Temos que parabenizar o atual presidente. Armindo Carvalho Forganes - Santos Guerra Dentre tantas aberrações que, infelizmente, aparecem em nossa existência, a guerra armada entre países provavelmente é a mais estúpida, cruel e desumana. Vencidos e vencedores, todos perdem. O único grande e verdadeiro vencedor é sempre o mesmo: o fabricante de armas. Hoje, a guerra não se restringe ao campo e à batalha, basta o cidadão apertar um botão e diversos mísseis explodem em cidades do inimigo, atingindo residências, igrejas, hospitais, asilos e creches, ceifando a vida de inocentes de todas as idades. No esporte, Neném Prancha dizia que o pênalti é tão importante que deveria ser batido pelo presidente do clube. Se vivo fosse, diria que a guerra é tão nefasta que deveria ser resolvida pelos presidentes dos países em um duelo armado. Será que mesmo assim existiria guerra? Orlando Machado - Santos CongressoO Congresso Nacional recriou na última semana a PEC da Blindagem e a PEC 5, de Marcelo Crivella. É ultrajante a falta de decoro desses políticos que defendem a retirada do dinheiro que iria para saúde, educação e segurança para mais imunidade das igrejas e, ainda pior, blindar os políticos. Nossos deputados federais e senadores recebem salários monstruosos para votarem leis que os desobrigam a seguir as leis. Estamos vendo algo surreal e abominável em todos os sentidos. Não fosse uma pequena e perseguida bancada chamada de comunista, estaríamos assistindo aos políticos furtando com escolta policial e dentro da lei. Daniel Marques - Virginópolis (MG)