[[legacy_image_331061]] Operação EscudoLi a crônica da delegada Raquel Gallinati e concordo em todos os sentidos. Precisamos endurecer as leis contra a bandidagem, caso contrário a polícia vai enxugar gelo. Por falar em polícia, estamos com a Operação Escudo de volta, muito bem-vinda. Tenho acompanhado nos noticiários os confrontos entre PM e bandidagem. A morte, nestes confrontos, tem sido somente do lado dos bandidos. Continuem assim, bravos soldados. Agostinho Juscelino de Freitas - Santos Descaso no caisQuem está acostumado a trafegar pelo cais santista tem que reconhecer que as vias mereciam melhor tratamento. É inconcebível o estado delas. Seja no Saboó, na Alemoa ou na Perimetral, o abandono na manutenção ocorre há anos. Na Alemoa, a quantidade de buracos é tão impressionante que beira a irresponsabilidade dos governantes. É preciso dar um basta neste descaso e as entidades representativas de classes, em especial a dos caminhoneiros, devem pressionar Prefeitura e Autoridade Portuária por novos asfaltos, de modo que tenhamos maior durabilidade, melhorias na agilidade e redução do custo Brasil. Elias Carneiro Jr. - Santos PraiaMoro na Pompeia e vejo sempre quebrado o cano que alimenta o chuveiro e o lava-pés na orla, na altura do bairro. As pessoas em situação de rua que andam por ali falam que a responsabilidade é do pessoal que monta as barracas na areia. Eles quebrariam o cano para encher com facilidade os galões de água utilizados no trabalho. Será que o pessoal da manutenção da Prefeitura não poderia fazer esse cano ficar no chão com uma placa de concreto em cima, de forma mais segura para evitar esses contratempos? Hoje, a população que utiliza os chuveiros acaba precisando se virar, pois tem mais de uma semana que o cano está quebrado. Jorge da Silva Yanez - Santos AmigoAcredito piamente que Deus coloca as pessoas certas em nossos caminhos por motivos que somente Ele conhece. São anjos enviados em nossas existências para nos auxiliar e apoiar nos momentos mais difíceis da caminhada, e mesmo nos criticar de forma construtiva, além de nos aconselhar e nos ouvir. Sempre tive você como se fosse um irmão mais velho. Nossa amizade se iniciou na faculdade. Infelizmente não pudemos ter uma relação mais profunda e dinâmica como eu desejaria, mas o tempo em que convivemos fora muito proveitoso, com momentos inesquecíveis, como nas festas julinas em minha casa. Sei que circunstâncias de dúvidas e sofrimentos são complicados para o nosso entendimento, como abordadas inúmeras vezes em nossas conversas filosóficas-teológicas. Aires de Araújo Coutinho Júnior, fizeste sua passagem, mas deixaste seus frutos. E não esquecerei seu pedido. Quando penso em sua pessoa me lembro da música de Roberto Carlos, Amigo. Agradeço a sua presença em minha vida. Até um dia meu amigo, quando espero nos encontrarmos na eternidade. Lufe Bittencourt - Santos Nídia LafeminaQuerida amiga e eterna mestra Nídia, pessoas como a senhora não morrem, apenas passam do mundo das criaturas para o mundo do Criador. Nesses mais de dez anos de convivência em aula, aprendi o verdadeiro valor de família, de respeito e amor pelas pessoas. Nesses mais de 50 anos, a senhora deu aula para muitas turmas, mas tenho certeza que nenhuma igual a nossa. E o que eu mais adorava na senhora era que, mesmo conversando, ficava de olho no fogão e prestava atenção nas conversas paralelas. Dona Nídia, nós temos uma sede social no Canal 3, onde fazemos reuniões, sempre com sua ‘participação’. Na Turma da Quinta da Nídia, somos mais que amigos, somos uma família, viajamos juntos e todos os nossos encontros são às quintas-feiras. Minha vida se resume em antes e depois de conhecer a senhora, pois passei a reunir minha família aos finais de semana e cozinhar para eles. Dona Nídia, a senhora ficará eternamente em nossos corações, por tudo que representou para nós e para Santos. Para terminar, não esqueçam de colocar no refogado, o alho primeiro que a cebola. Eduardo Daguer Filho - Santos AbinO caso Abin diz muito sobre caráter e imoralidades. A gestão Bolsonaro não foi marcada pela construção de hospitais, estradas, ferrovias ou hidrovias, tampouco teve universidades entregues ao povo. Entretanto, o governo gastou R\$ 31 milhões comprando equipamento para espionagem. De inimigos? Não, de adversários políticos, críticos da mídia, até de aliados que pudessem não estar fazendo o que o mito havia pedido, afinal ele deixou claro e transparente em entrevistas que quem mandava era ele. Talvez, agora, ele pule para trás. Vai dizer que não mandou comprar nada, não fez nada, não sabia que Ramagem tinha em seu poder notebooks, celulares e outras arapongagens para bisbilhotar a todos. Rafael Moia Filho - Bauru (SP)