[[legacy_image_39946]] Esperança Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Com a instalação da CPI da Covid-19 no Senado, tem muita gente, que brincou com coisa séria, querendo esconder seus rabos-de-palha, com medo que acendam um fósforo, atingindo suas lindas caudas inflamáveis. Fizeram de tudo para que a CPI não fosse implantada. Porém, depois de mais de 400 mil mortos no Brasil, ficou difícil impedir uma CPI para se saber onde começou o erro. Depois da CPI instalada, até partidários do Governo Federal começaram a mudar o seu discurso. Haja vista, que o senador Flávio Bolsonaro pediu a palavra para dizer que era preciso vacinar todos, assim não precisaria de CPI, justo ele que sempre deixou claro o negacionismo. Nem precisa dizer que o senador virou piada nacional. Espero sinceramente, como milhões de cidadãos brasileiros, aplaudir essa CPI por ter esclarecido omissões e erros, falta de planejamento e logística, neste genocídio das famílias brasileiras. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Desastrosa condução Perdido estás, perdido estivestes! Um país desterrado desde o "descobrimento" que, por desencanto ou desencontro, lhe impuseram a pecha de invenção alhures e funesta. Deus está morto e o país, amarelecido, apodrece sob um sol tropical e um desgoverno genocida, que se ufana das mais de 400 mil mortes consentidas, das superlotações das UTI's, sem medicamentos de intubação orotraqueal, da insuficiente aquisição de vacinas, da distribuição de medicação sem eficácia e da brutalidade da fome exposta, dissecada. A desastrosa condução das políticas públicas no combate à Covid-19 beira o descalabro e é de responsabilidade exclusivíssima do presidente da República e dos militares prepostos que, cedo ou tarde, responderão criminalmente por cada morte ou danos sociais. Enquanto o governo concede a ajuda de R\$ 1,2 trilhão ao sistema financeiro (bancos), milhões de brasileiros compartilham a fome, as covas coletivas, o desamparo, o desemprego e um mísero auxílio emergencial. "Ninguém precisa mudar do Brasil. O Brasil já se mudou de nós. Estamos vivendo em outro país. O Brasil da gente acabou". (Hildegard Angel) Marcelo Mattos - Santos Revolução dos cravos É inegável que a Revolução dos Cravos, ocorrida em 25 de abril de 1974, em Portugal, teve tudo a ver com as guerras coloniais de independência, que se travaram após a Segunda Guerra Mundial. Por coincidência, o capitalismo sempre apoiou as ditaduras. O povo português perdeu nessa revolução grande parte de seus jovens. Foram os mais pobres que defenderam interesses econômicos de pessoas que afetaram interesses portugueses, espanhóis, belgas, franceses e ingleses. O continente africano estava em efervescência. Os principais campos de batalha de Portugal foram em Angola contra o Movimento para a libertação de Angola. Os soldados portugueses, cansados de tantas guerras, deram um basta com o golpe militar e derrubaram a ditadura salazarista, no poder há 47 anos. Deu-se o nome de Revolução dos Cravos porque essa é a flor símbolo da primavera em Portugal. Uma vendedora de flores, ao ver os cansados soldados, com seus trajes camuflados, que vinham em blindados, resolveu lhes oferecer os cravos que tinha na cesta. Os soldados, por sua vez agradecidos, os puseram nos canos dos fuzis. É evidente que se não houvesse o apoio da União Soviética aos insurgentes, essa revolução não aconteceria. A senha para o início desse golpe militar foi uma canção do compositor Zeca Afonso, chamada "Grândola Vila Morena", que se referia à pequena vila, no lugar mais pobre de Portugal, no Alentejo. Fernando Martins Braga - Santos Mais caro Temos o Supremo Tribunal Federal mais caro do planeta. Com a exorbitância dos benefícios que recebem, o salário de vossas excelências chega a quase 100 mil reais por mês. Para piorar, na folha de pagamento aparecem 1.200 servidores. O STF é ditatorial, manda em tudo, inclusive no Presidente. Porque não resolvem, então, os problemas do país? A relação de políticos envolvidos em corrupção absolvidos pelo STF é extensa. Deveriam estar do nosso lado, do lado da justiça, mas, não é isso o que acontece. João Horácio Caramez - Santos