[[legacy_image_277653]] Doente e sem curaPrimeiro ficamos sabendo que alguns dos chamados cidadãos de bem contribuíram com valores por Pis para a deputada Carla Zambelli (PL-SP). Ela arrecadou um bom montante e em seguida viajou para a Coreia do Sul. Depois aparece a vaquinha para “ajudar” o Bolsonaro, que tem vencimentos de mais de R\$ 100 mil, muitos imóveis e recursos. Segundo consta, o total arrecadado por Pix passou de R\$ 15 milhões. No Rio Grande do Sul outro cidadão de bem, patriota, faz um testamento onde deixa seus bens para o milionário jogador de futebol Neymar, aquele que possui helicóptero, avião, mansões e muito mais. Cada um faz o que bem entende com seus recursos, mas será que não há meio melhor e pessoas mais necessitadas de ajuda, algumas passando fome, do que políticos e jogadores de futebol? Nossa sociedade está doente, parece que sofreu lobotomia coletiva. E pelo jeito não tem cura! Rafael Moia Filho - Bauru Além do arco-írisO artigo com título acima, do grande escritor santista Flávio Viegas Amoreira, publicado ontem, me levou à época em que eu ainda era um jovem “cabeça de vento” e “Maria vai com as outras”. Porém, assistindo um dos três capítulos do filme Os terraços, no qual um homossexual tenta o suicídio após ser ridicularizado por uma mulher, ao descobrir ser ele amante do seu próprio marido, me fez compreender que, gay ou não, todos os seres humanos têm sentimentos e merecem respeito. E viva à diversidade! João Horácio Caramez - Santos Poste vandalizadoVândalos derrubaram poste de sinalização de rua, mais precisamente na Rua da Paz esquina com Rua Dr. Lincoln Feliciano. Isso aconteceu já há alguns dias, portanto, faço este registro para as devidas providências do setor competente da Prefeitura de Santos. Aliás, diga-se de passagem, vários pontos da Cidade precisam de manutenção de forma que as placas indicativas de rua possam ser melhoradas. Gilberto Ruas - Santos Economia circularNo mundo de hoje, vários países estão preocupados com o nosso futuro. Afinal de contas, quem cuida de sua aldeia preocupado está com o seu município e o país. Em tempos idos tínhamos nas ruas contêineres, mas que ao contrário dos outros países, não eram diversificados para os vários materiais, papel, metal, vidro, plástico e roupas. Na Alemanha isso é feito com material eletrônico, onde o mesmo é triturado e queimado, onde os materiais nobres, ouro, prata e platina são separados e aproveitados. Além disso, o plástico, ao ser queimado fornece o combustível. Mas outros metais não tão nobres como o estanho, através de processos químicos, são aproveitados. Já no nosso vizinho Uruguai estão aproveitando o vidro que, depois de moído em grãos muito finos, é colocado junto com a areia, e acaba economizando-a dos nossos rios, usando esse material para a construção civil e para fazer ladrilhos. Já no Paraguai, preocupado com o plástico bruto, com a ajuda alemã está fazendo plástico biodegradável da mandioca. Na Irlanda estão descolorindo os tecidos sem usar água e sim um processo com C02, que não vai para atmosfera. Os vários países estão muito preocupados com o nosso planeta. Fernando Martins Braga - Santos AposentadoriaO que fazer quando se fica esperando por sua aposentadoria por anos e sequer há uma previsão de quando ela sairá? Esse é o caso da minha esposa, que já faz mais de 7 anos que deu entrada em sua aposentadoria por tempo de serviço, e nada. No início, o advogado disse que uma firma da qual ela foi funcionária, com carteira assinada, não havia recolhido a contribuição dos empregados, e entrado com pedido de falência. Então, a minha esposa pagou mais alguns anos como autônoma, até dar o tempo de contribuição e, mesmo assim, já está entrando no oitavo ano de espera. Por que será que casos como esses, mesmo sendo acompanhados por advogados renomados, parecem ter como destino o ostracismo? Vou fazer uma pergunta que não quer calar: Será que por trás dos panos há algum tipo de acordo para que haja tempo para indenizações por anos de espera? Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Museu do PortoFoi reaberto esta semana o Museu do Porto, onde nos seus 131 anos estão guardadas peças históricas do nosso Porto. Ele representa o maior complexo portuário da América Latina e é a principal porta de entrada do comércio exterior brasileiro. Parabéns à diretoria da Autoridade Portuária de Santos por não deixar cair no esquecimento essa riqueza! Gilberto Pereira Tiriba - Santos