[[legacy_image_117753]] Cães na praia (1)Se você mora ou visita Portugal e pretende levar seu cão à praia, o único problema que terá será a escolha, na pequena extensão litorânea daquele país (943 km no setor continental), de uma das 50 praias que permitem a frequência canina. As orientações para frequência destas praias são amplamente divulgadas nos links das respectivas cidades, nos guias turísticos na internet e pela rede hoteleira. O Estado de São Paulo, com 622 km de extensão litorânea, terá, em breve, sua primeira opção de praia petfriendly em Santos. Penso que afrontar uma tendência que vem se consolidando mundialmente é fora de propósito. Acredito que tem mais a união dos diversos segmentos da sociedade na busca da melhor forma de regulamentar, divulgar e fiscalizar o espaço que será destinado a este convívio. Wagner Sérgio de Oliveira - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Cães na praia (2)Nos últimos anos, observamos uma mudança nas relações humanas com os cães, cada vez mais identificados como seres vivos dotados de sentimentos relevantes e, muitas vezes, adotados como membros da própria família com o mesmo cuidado e carinho dispensado a um filho. Portanto, gostaria de aproveitar esse espaço para me contrapor às inúmeras abordagens contrárias à presença de cães na praia, inclusive a deste jornal, como no editorial intitulado “Realidade e Ficção”. E compreender a necessidade dos acolhedores desses animas de levar seu animal de estimação, com todos cuidados necessários, à praia. Portanto, gostaria de parabenizar a Câmara Municipal de Santos por mais esse belo exemplo. Édison José de Aguiar - Santos Escola cívico militarPéssima e decepcionante informação emitida pela sra. Fabiana do Conselho Municipal de Educação de santos, se manifestando de forma desfavorável a adesão do nosso município ao programa de escola cívico-militar. Fez um contraponto negacionista a excelente notícia dada há meses pelo secretário estadual de educação sr. Rossieli Soares em que está implantando na escola estadual Eduardo Gomes que fica ao lado da Base Aérea em Vicente de Carvalho do primeiro colégio cívico-militar do Estado. Como cidadão peço uma revisão imediata de conduta pois a implantação destas instituições resgatarão conceitos aplicados no passado em conjunto com a ética, cidadania, organização e principalmente respeito incondicional ao professor que certamente superam quaisquer problemas informados pela sra. Fabiana. Wilson de Almeida Filho - Santos Cadê o fiscal?A conta da iluminação pública na cidade de Santos foi empurrada para a população pagar em contrato assinado com empresa que desconhecemos. Espertamente, foi lançada junto com a conta da CPFL, e religiosamente pagamos o valor atual de R\$ 13,44, apelidado de “contribuição custeio IP-CIP municipal”. Ao transitar pelo perímetro urbano, observo que durante o dia, várias luminárias permanecem acesas por longo período, o que se conclui que está faltando fiscalização pelo contraparte daquele contrato, a Prefeitura, ou pela empresa contratada. Isto significa que está sendo feito mau uso da contribuição compulsória, sem termos prestação de contas, agravado com a crise energética. Um total desprezo ao munícipe e irresponsabilidade daquele que assumiu a obrigação de prestar o serviço. Roberto Xavier - Santos Anjo da MortePedro Húngarez, um paraguaio naturalizado, viveu entre nós entre os anos 1960 até o final dos anos 1970 em Serra Negra e posteriormente em Caieiras na Grande S. Paulo. Caseiro de um sítio em Serra Negra construiu uma torre de observação para vigiar estranhos que se aproximassem do seu refúgio e quase nunca saía do sítio. Era na realidade um fugitivo alemão que havia escapado ao Tribunal de Nuremberg, onde seria seguramente executado com a pena de morte por enforcamento. Pedro, aliás Josef Mengele, foi responsável pela morte de pelo menos 400.000 prisioneiros no campo de Auschwitz. Um genocida confesso, que dizem os antigos vizinhos em Serra Negra, mantinha ainda o hábito de fazer experiências com animais. Morreu afogado em Bertioga. Fomos incapazes de reconhecê-lo em vida. Uma pena! Mas certamente deixou muitos seguidores neste país! Francisco Mario F. Vasques - Santos