[[legacy_image_145940]] Bom sensoNa última sexta-feira, aproximadamente às 18h30, estava chegando perto de minha residência na Rua Vergueiro Steidel. Como meu prédio não tem garagem, vi uma rara vaga de estacionamento na rua. Comecei a andar mais devagar e sinalizar com pisca da esquerda. Notei que um carro estava junto ao meu, andei mais um pouco para criar espaço, mas o motorista continuou na traseira. Como minha paciência aos 72 anos é boa, simplesmente parei o carro e esperei o motorista desviar e me ultrapassar pela minha direita. Ele não o fez e simplesmente começou a buzinar, e eu, com paciência, o ignorei, pois se desse a volta no quarteirão aquela vaga seria perdida. Após cinco minutos, ele simplesmente deu uma pequena ré e passou pelo meu lado, esbravejando e dizendo que iria me arranjar uma multa. Esse motorista mostrou o quanto lhe falta de convivência e bondade com os outros. Moradores do local que saíram à janela por causa do buzinaço se indignaram com a atitude desse condutor. Hélio de Freitas - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Meu pirão primeiroLi com muito cuidado e afinco a escriba do leitor Juan Manuel Villarnobo Filho sobre as escaramuças e artimanhas dos políticos de Brasília, no famoso “primeiro eu, depois quem sabe”, que é a tônica da Capital Federal, como ele mesmo enfatiza – no âmago dessa questão, também concordo. Porém, ele esquece que há mais de 20 anos um partido manda e desmanda no Estado de São Paulo, onde fez uma miniatura de Brasília com todos os outros partidos e que tem um centrão na mão para executar praticamente o que quiser, inclusive com milhares de assessores no Estado mais rico da Nação. Um local que, por ironia, é onde está o maior índice de pobreza, o maior índice de morte por covid-19, o maior índice de criminalidade. É também onde nossa gloriosa Polícia Militar tem o menor salário de todo Brasil, onde há a maior concentração de dependentes de drogas, o maior orçamento para gastar em propaganda e muito mais. É, meu pirão primeiro...Luiz Vinagre - Santos Ações climáticasReportagem sobre o plano santista para combater as mudanças climáticas foi veiculada por este jornal no último domingo. Ali, se informa sanção de decreto em Santos pelo qual se cria o Plano Municipal de Ação Climática da Cidade (PMACC), com várias metas alvissareiras. Há previsão de mapeamento de áreas de risco, criação de um índice de risco climático e vulnerabilidade ambiental, com planejamento da cidade na área de disposição de resíduos, solução para o deficit de moradias, menos poluição atmosférica, plantio de árvores, recuperação de manguezais, dentre outras questões fundamentais para nossa qualidade de vida. Ótimo. O decreto poderá criar e influenciar políticas públicas. Entusiasma, mas precisa de melhor divulgação e, nele (ou em anexos publicados), as etapas devem ser estabelecidas, com fases cronologicamente bem claras de implementação, com checagem periódica e informação à população do que realmente acontece, sob pena de se tornar apenas uma “carta de intenções” sem efetividade. O sítio de divulgação na rede mundial dos computadores, cumprindo a lei da transparência, é um caminho de participação popular e de verificação constante do anunciado, merecendo reportagem de tempos em tempos também neste periódico para a constatação dos esperados avanços. Hamilton Alonso Jr. - Santos Copa São PauloEm minha humilde opinião, associado que sou desde 1978, a passividade do sr. Andres Rueda, presidente da agremiação, na “escolha” da final da Copinha foi a atitude mais deplorável e tosca na centenária e gloriosa história do Santos Futebol Clube. Luiz Eduardo Pacheco Morel - Santos Ainda as estatísticasNos últimos dois anos, saio muito pouco de casa, mas ainda assim tenho visto crescer o número das cenas de arrepiar os cabelos, com as atitudes irresponsáveis de condutores de motocicletas, ciclistas e também de motoristas de automóvel. Para a maioria deles, semáforo é enfeite! Levando em conta a seriedade das estatísticas publicadas na imprensa e a redução do número de acidentados, especialmente com resultados fatais, chega-se à conclusão única que os “protetores” desses condutores e também dos pedestres estão cumprindo plantão de 24 horas. A maioria deles deve estar até perdendo os cabelos. Carlos D. N. da Gama Neto - Santos