[[legacy_image_338343]] Leucemia viralA leucemia viral felina é uma doença infecciosa que acomete felinos domésticos. Geralmente acomete gatos com acesso a ambientes onde há muitos felinos e à rua. A transmissão ocorre por saliva, fezes, urina e leite de gato infectado pelos vírus da leucemia felina (FeLV). O vírus é transmitido em higienização mútua, lambidas e mordidas, além de comedouros e caixas de areia compartilhados. Os sintomas mais comuns são febre, perda de apetite e de peso, letargia, gengivas pálidas, anemia, problemas hepáticos, linfomas ou leucemia com infecções respiratórias crônicas, gengivite e estomatite. Não deixe seu gato ir para rua e ter contato com felinos de histórico de saúde desconhecido. Essas situações aumentam a exposição ao FeLV. A melhor maneira de proteger nossos felinos contra a leucemia viral é a vacinação, que pode ser feita a partir de 9 semanas de vida (duas doses em intervalo de três a quatro semanas), com novas aplicações anuais, em dose única. Eduardo Ribeiro Filetti - Santos Na berlindaJair Bolsonaro está na berlinda há algum tempo, mas agora os efeitos devastadores da delação de Mauro Cid começam a se manifestar. A mobilização na Av. Paulista mostra, antes de tudo, a agonia em busca de uma última cartada que viabilize uma mudança da opinião pública a seu favor. Mas a chance de desgaste é muito maior que a possibilidade de mudança do clima político, que já conta com sua prisão. Para quem já teve o passaporte apreendido, falta pouco. Gilberto Pereira Tiriba - Santos A vida é um brinquedoQuando criança, aprendemos a desarmar os adultos com nossa inocência. E elas são desarmadas gratuitamente ou com manifestações de distrações. Ao atingir a idade adulta, nossa racionalidade nos recrudesce. Se brincamos com a vida na infância, na maturidade a vida brinca com a gente. Nossos sorrisos são contidos e a felicidade parece uma mágoa cercada por um dique resistente. Aquele brinquedo abandonado e estragado pelo tempo pode ser recuperado. Basta trocar nossa rotina repetitiva por novidades inventadas pela magia extasiante de uma consciência de valorização da vida. Ter a vida ao nosso alcance nos traz para o presente aquele brinquedo que manobramos no passado. E fazer dele um prazer continuado nos recupera a alegria de quem é um eterno perito em consertar brinquedos estragados abandonados pela existência. Juarez Alvarenga - Coqueiral (MG) Palavra e diplomaciaO recente episódio envolvendo as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com relação à participação de Israel na guerra conta o Hamas deixa claro o quanto a palavra tem força. Um simples adjetivo ou verbo colocado de maneira errada é capaz de azedar a relação entre duas nações. O mandatário brasileiro colocou muito mal suas palavras ao trazer para comparação o episódio do Holocausto. Mas, ainda que tenha ocorrido um lapso por parte do chefe de Estado, também é fato que o governo israelense deu ao discurso um tom muito acima do devido, culminando na triste e humilhante aparição do chanceler de Israel, ao lado do embaixador do Brasil, desferindo golpes ao nosso governo. Que episódios como estes não se repitam e possamos manter a característica de um povo pacífico e que constrói a unidade mundial, fato que nos rendeu, através de Osvaldo Aranha, em 1947, a presidência da primeira assembleia da ONU. Elias Carneiro Jr. - Santos HolocaustoParece-me óbvio que a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi perniciosa. Mas há de se considerar que houve uma reação desproporcional do premiê Benjamin Netanyahu. E seria bom lembrar que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou a comparar prisões no 8 de Janeiro ao Holocausto e não vi o governo israelense emitir qualquer manifestação. Fica parecendo que a indignação é seletiva e pessoal. Édison José de Aguiar - Cubatão Lula e IsraelCumprimento a coragem do nosso presidente por enfrentar Israel devido ao genocídio na Faixa de Gaza. Como diz Lula, ali não morrem soldados, morrem civis. Muito triste o relato do representante da prestigiosa instituição do Médico sem Fronteiras, ao UOL, dando conta de que crianças palestinas precisam ter membros amputados sem uso de anestesia. É tanta dor que crianças de 5 anos, conforme o relato, dizem que preferem morrer. Há décadas, Israel não aceita o Estado Palestino e condena seu povo à perpétua pobreza. Por isso o conflito na região se arrasta. Lula fez tudo certo: exige a criação do Estado Palestino, condena o ataque do Hamas, pede a liberdade dos reféns e repudia veementemente o verdadeiro genocídio de civis inocentes. Lula não tem que pedir desculpas a ninguém. Ao contrário, Israel é que deve desculpas a todos nós pelo horror que está fazendo com mulheres e crianças indefesas. Silvio Luiz Martins de Mendonça - Guarujá